Na torcida
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O Zuri está torcendo. Nós também. ![]()
Mila
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O Zuri está torcendo. Nós também. ![]()
Mila
Fonte: Arca Brasil
Pessoal, a Arca Brasil tem um teste bem interessante para quem quer saber se está por dentro dos 10 mandamentos da Posse Responsável.
Para acessar o teste online da Arca, clique aqui!
Entendemos por guardião responsável aquele que tem seus animais castrados, criados indoor, que fornecem alimentação adequada, vacinas e tratamento veterinário quando necessário. Aquele que tem consciência de que a adoção é um ato de amor, e pra vida inteira do bichinho adotado.
Será que você é um guardião responsável? Será que você pode ser um? As pessoas que você conhece e que tem animaizinhos são responsáveis?
Tão importante quanto praticar a posse responsável é disseminar a idéia. É ser um multiplicador desse conceito que mostra-se como uma solução definitiva, a longo prazo, para tantos animais abandonados nas ruas. A rua não escolhe raça, cor ou tamanho: cães dos mais diversos tipos são abandonados diariamente, maltratados, esquecidos, apagados das vidas daqueles que deveriam ser seus guardiões.
Quando você tem um cão ou um gato macho e não o castra porque ele não voltará prenhe com os filhotes para que você cuide, pense que ele está deixando outras cadelas ou gatas prenhes cujos filhotes terão provavelmente um destino tenebroso.
Quando você tem uma cadela ou uma gata mas em vez de castrar aplica aquelas injeções anticoncepcionais (ou ‘vacinas, como chamam alguns leigos), pense que basta somente uma aplicação para que ela desenvolva câncer de mama ou no útero, e que isso não é só uma estatística distante, é algo real e que acontece diariamente, infelizmente.
Quando você sabe que um vizinho desinformado tem uma cadelinha mas tem ‘dó′ de castrá-la e a bichinha fica prenhe a cada seis meses, o que você faz? Eu pergunto isso porque são muitas, mas muitas mesmo as mensagens que recebemos diariamente para resgatarmos filhotinhos que poderiam não ter vindo ao mundo. Muitos deles são filhotes de animais que tem dono, mas cujo dono jamais cogitou impedir que novas vidas fadadas ao abandono viessem ao mundo.
É importante a consciência de que não existem ONG’s nadando em dinheiro, e não há ONG que receba dinheiro do governo para cuidar dos animais. Não existem veterinários que sejam bem pagos pelo governo para poder castrar gratuitamente um animalzinho. Não existem pessoas corretamente remuneradas para dispender 24h do seu dia para cuidar de animais. É preciso urgentemente que as pessoas saibam disso.
Vou citar um exemplo. A Cali, como todos sabem, foi resgatada por nós (estava prenhe) numa espécie de lixão. Para ler mais sobre ela, clique aqui.
A Cali teve quatro bebês, e está conosco desde 23/12/2007. Seus pimpolhos nasceram dia 14/01 e completaram 30 dias de vida ontem, estão lindos! Mas sabem quanto cada um desses filhotes fofíssimos nos custarão para que cheguem às mãos dos seus novos donos? Veja só uma continha:
R$45,00 castração de cada um dos dois machos = R$ 90,00
R$65,00 castração de cada uma das duas fêmeas = R$ 130,00
Primeira dose da vacina V4 para todos, R$40 cada dose = R$ 160,00
Ração e granulado higiênico até serem doados (aprox.) = R$ 160,00
Consulta em domicílio da mamãe prenhe para checar o estado dos bebês: R$ 60,00
Total de R$ 600,00
Ou seja, cada gatinho nosso (que é entregue em perfeita saúde e castrado, impreterivelmente) nos custa em média R$150,00. Isso mesmo: cento e cinquenta reais. Claro, sem contar no trabalho que dá conseguir lar temporário para eles até que sejam doados, e sem contar com a castração da mãe.
Lembrando que cuidar de um gatinho é mais barato do que cuidar de um cãozinho… Um filhote de cão nos custa muito mais, porque a castração é mais cara, o volume de ração é maior e o espaço que ele demanda também é maior.
Esse valor de R$ 150,00 é pouco menos da metade de um salário mínimo, ou seja, é um valor bem alto. E de onde sai este dinheiro?
Sai do bolso de pessoas que nos apóiam, amigos e colaboradores que nos conheceram virtualmente mas que resolveram colaborar conosco e com o que fazemos. Sai de pessoas comuns como nós somos, gente que trabalha, estuda, tem problemas como nós todos. Gente que não nada em dinheiro, mas que todo mês separa aqueles R$10,00 e nos ajuda a ajudar os bichinhos.
Será que o apoio não poderia ser maior, se as pessoas adquirissem a consciência de que podem ajudar? De que seu apoio, por menor que seja, pode surtir efeito?
Quando você vê um “protetor” ou uma ONG que resgata tudo quanto é bicho na rua, pense dez vezes antes de pedir ajuda ou você pode estar atrapalhando a vida de um bichinho ao enviá-lo a um local lotado de animais e consequentemente de doenças, sem alimentação e higiene mínimas, em vez de ajudá-lo. Antes de pedir ajuda a um protetor, pense se é justo que essa pessoa arque com no mínimo este valor que passei mais acima, e então multiplique pela quantidade de filhotes que esse protetor recebe diariamente.
Quando a gente olha na Internet um relato de um ‘resgate’, a primeira sensação é a de aliívio. Pensamos: “Puxa! Finalmente esse bichinho foi salvo”, não é? Então eu lhe digo: não, não é. Muitas vezes o bichinho foi é condenado. Monitor de computador não transmite cheiro e, por aqui, não conseguimos ver as condições miseráveis às quais alguns animais são submetidos quando são recolhidos para abrigos superlotados. E muitas vezes mais ainda, são animais que viverão a vida toda num abrigo pois o protetor ou a ONG que os recebeu não tem verba para deixá-lo doável.
Enfim, é uma questão complicada, né? Mas basta abrir os olhos um pouquinho só, olhar à nossa volta e buscar saber como contribuir para a diminuição do abandono e dos maus tratos. Fechar os olhos somente não resolve, tirar os animaizinhos das ruas e levar para abrigos superlotados também é ilusão. Uma atitude efetiva é praticar a posse responsável e, dentro das possibilidades, ajudar grupos sérios, que fazem um trabalho de base, consciente e responsável.
Alguns grupos decentíssimos:
Projeto Bicho no Parque
Adote um Gatinho
Rancho dos Gnomos e claro, a Confraria
)
Cada um com sua dimensão, sua política e seu tamanho e idade, mas todos com um mesmo pensamento base: sem abrigos imundos e superlotados, e com um trabalho que prima essencialmente pelo respeito à vida dos bichinhos.
Pense bastante nisso, tá?
))
Enquanto isso, dêm só uma olhadinha nos bebês da Cali que estão disponíveis para adoção!
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A cadelinha Mel virou atração em Erechim (RS). Ela entrega encomendas e correspondências para os donos. Em troca, recebe carinho de sobra.
O animal, de 3 anos, é a grande atração da rua. Quando o entregador de jornal chega, a cadela faz questão de pegar a publicação e levá-la para seu dono. Enquanto ele lê as notícias, Mel saboreia seu “pagamento”, que costuma chegar em forma de biscoitos e outros petiscos.
“Quando ela era mais nova, meu pai começou a treinar. No começo, ela andava só um pouquinho. Depois, até o meio do caminho. Agora, faz o serviço completo”, afirma a professora Fernanda Moro.
Na rotina do animal, o pior dia é o domingo. “Ela estranha porque não tem entrega. Aí, fica no portão chorando”, diz Fernanda.
Não é apenas de jornal que ela faz entrega. Ao ouvir o barulho da moto do carteiro, Mel já aparece, preparada para realizar o serviço.
Fora dos horários habituais ou com entregadores diferentes, a cachorrinha demonstra resistência para exercer sua “função” de carteira.
Do G1, em São Paulo, com informações da Globo News
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do site http://ffffound.com/image/a5c3ea82b81153b03e4b811e6f1c1e6dafd21388
O célebre e já falecido escritor norte-americano Ernest Hemingway foi um notório amante de gatos. Esse gosto pelos felinos, aliás, parece ser freqüente em personalidades do mundo das artes. Por que será??? Rs…
Em sua belíssima casa na ilha de Key West o escritor chegou a ter 50 gatos simultaneamente. Hoje o local é um museu. Ainda há muitos gatos vivendo lá – com telas nos muros e tudo!
A excelente matéria do UOL Bichos que segue abaixo foi sugestão da Patrícia no comentário que deixou no post anterior. Valeu, Patrícia!
Conheça os gatos da casa-museu de Ernest Hemingway
Roger Modkovski
Em Key West, Flórida
O romancista norte-americano Ernest Hemingway (1899-1961), autor de “Por Quem os Sinos Dobram”, “Adeus às Armas” e “O Velho e o Mar”, morou na ilha norte-americana de Key West (ponto ao Sul dos Estados Unidos, a apenas 90 milhas, ou 162 km, de Cuba), de 1931 a 1940.
Hemingway, um dos principais autores norte-americanos de ficção, morou na ilha com Pauline, segunda de suas quatro mulheres, e dois de seus filhos, Patrick e Gregory. Ele escolheu uma casa construída em 1851, em estilo colonial espanhol, feita com pedras nativas e distante cerca de 100 metros do mar.
É uma casa de dois andares, não muito grande, mas cercada de amplos e agradáveis jardins tropicais, com móveis do século 17, azulejos espanhóis e pratos finlandeses na cozinha.
O período de Hemingway em Key West foi produtivo, já que a maioria de seus livros foram escritos na tranqüila ilha. Mesmo depois de se mudar do local, continuou usando-a como casa de veraneio até perto de sua morte.
Quando vivia na casa, Hemingway tinha pelo menos 50 gatos. Muitos deles tinham um gene dominante que fazia com que tivessem dedos a mais nas patinhas.
Esses bichanos seriam descendentes de um gato que teria sido trazido de Boston por um capitão de navio amigo de Hemingway (naquela época, a única maneira de chegar à ilha era de barco). Segundo a tradição dos marinheiros, os gatos de dedinhos a mais trazem boa sorte.
Atualmente a casa de Hemingway é um museu, onde vivem cerca de 60 descendentes daquele felino original e, como a ilha é pequena e os gatos cruzam entre si, muitos deles ainda têm dedos a mais.
Os gatos geralmente têm cinco dedos nas patas da frente e quatro nos das de trás. Mas os que têm polidactilia geralmente contam com dedos a mais nas patinhas da frente, e às vezes também nas de trás.
A polidactilia não impede os gatinhos de terem uma vida normal, mas eles não gostam muito quando alguém tenta segurar as patinhas diferentes.
Os gatos de Hemingway (muitos deles batizados com nomes de gente talentosa como Simone de Beauvoir e Pablo Picasso) têm uma rotina de dar inveja: vivem em casinhas nos fundos da casa, comem bem e dormem a maior parte do dia enquanto são observados pelos turistas do mundo todo. A manutenção deles é feita com parte do dinheiro arrecadado pelo museu.
Quando não estão dormindo ou comendo, os gatos de Hemingway caçam bichinhos nos muitos canteiros da casa. Os muros da casa-museu são cercados por uma tela inclinada para dentro, para impedir que os gatinhos fujam. Mas será que eles querem abandonar esse paraíso?
Serviço
Museu Hemingway
Whitehead Street, 907, Key West, Flórida
Horário: de 9h às 17h
Entrada: US$ 12 (adultos) e US$ 6 (crianças); menores de 5 anos entram de graça
Site oficial: Hemingway Home
Veja fotografias dos gatinhos e saiba mais sobre Hemingway no link original, clicando aqui.
… são os lindos filhotes da Cali!
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Vocês já os conhecem de postagens anteriores. Porém sempre vale colocar fotos novas, pois sabemos que gatinhos crescem muito depressa. Na primeira semana, são só umas tripinhas molhadas e peludas. Na segunda semana, começam a abrir os olhinhos. Na terceira, já ensaiam brincadeiras entre si. Na quarta, já estão achando que são gente grande, brincando de lutinha e andando pra tudo quando é lado com a ginga característica dos bebês que engatinham. Eles são quatro, e são fabulosos!
Kunta é o machinho preto; Kizzy, a fêmea siamesa; Zuri, o macho siamês; e Zara, a fêmea preta.
Hoje eles completam exatamente 28 dias de vida. Muito em breve aprenderão a comer comida sólida e estarão disponíveis para adoção! E como um é pouco e dois é tudo de bom, gostaríamos que fossem adotados aos pares: Kunta e Kizzy, Zuri e Zara (casaizinhos), ou Kunta e Zuri, Kizzy e Zara (pares do mesmo sexo). Alegria em dobro.
E eu tô orgulhosa feito uma vovó.
Mila
Eu aqui trabalhando no micro e vejam só quem decidiu enfeitar minha mesa com sua presença, bem na frente da foto do meu marido…
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Esta foto bem que poderia estar na categoria “Corujices”, mas o Shiva é tao lindo e tão fotogênico que merece ser a foto do dia de hoje, rs. Vejam a cara dele de quem pensa que é o dono da casa!
Mila
Yin e Yang
Yin Yang é na Filosofia Chinesa uma representação do príncipio da dualidade de Yin e Yang, o conceito tem sua origem no Tao (ou Dao), base da filosofia e metafísica da cultura daquele país. Em chinês este conhecido símbolo que representa a integração de Yin e Yang é denominado como “Diagrama do Tai Chi” (Taiji Tu).
Na Filosofia Gateira, Yin e Yang da foto são Chornik e Snow, um gato branco e outro preto, em perfeita harmonia
)
Foto cedida pela feliz proprietéria deles, a Fanny Safronov:
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Tô devendo notícias, né?
Resumindo:
1. Katrina foi adotada hoje pela Adriana, fui entregá-la, vai ficar ótima com sua amiguinha. Agora ela se chama Mel, ficou bem à vontade como é a cara dela rsrs nunca vi gata mais oferecida que a Katrina. Boa sorte, pequeninha!
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2. Chavito foi doado também! Na verdade foi um caso muito engraçado, porque o Kiko e a Márcia tinham reservado o Hans mas ele já tinha sido doado, então reservaram o Nicolas que estava em lar temporário mas, pertinho da entrega, mas a tia Ju se afeiçoou demais a ele e o Nicolas foi incorporado à família felina da casa. Daí ofereci o Chaves, que é um gato que estava super encardido e detonado quando resgatamos, isso no dia 28/01, e agora já está de casa nova!
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3. Na quarta-feira de cinzas eu fiz uma coisa ‘inusitada’: passei no mesmíssimo lugar onde resgatei o Chaves e onde o Cris achou o Amin. Pra resumir, por muito pouco não atropelei um gato. Desci pra ver, chamei, quando pude olhar com mais calma, era uma gata. E prenhe, ainda por cima. Nem hesitei, botei a menina dentro do carro. Antes que eu pudesse me acomodar pra sair, ela danou-se a miar e então três pares de orelhas pontudinhas foram saindo, um a um, do jardim de uma casa sem ninguém: eram três bebezicos dela. Ela ainda estava amamentando os bebês, que devem ter uns 3 meses, e já prenhe. Eles são a Família Carnivàle (ex-família trapo rs), e se chamam Appolonia (mamãe), Sofie (a fêmea frajolinha de black-tie), Justin (o macho frajolinha de black-tie) e Ben (o vaquinha). Carnivàle é um seriado muito legal que eu e o Cris adoramos, então resolvemos homenagear… Rs
Vejam as fotos dos Carnivàles:
Appolonia, a mamãe:
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Sofie, a menininha!
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Justin, o irmãozinho igual à Sofie:
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Ben, o irmão branquinho:
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Até mais!!
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Aquele cheirinho forte da boca de seu cãozinho não deve ser ignorado. O mau hálito é sinal de que há algo errado com a boca ou com o aparelho digestivo do animal.
Uma das causas do mau hálito pode ser a placa bacteriana que se acumula sobre os dentes. A placa é composta por proteínas, células mortas e de descamação, saliva, restos de alimentos e, principalmente, bactérias que, através do processo de fermentação, produzem substâncias que são responsáveis por este terrível mau cheiro.
Por terem os dentes mais juntos, os cães de pequeno porte têm mais chances de serem afetados pelo problema.
O livro do médico veterinário canadense Bruce Fogle, The Complete Dog Care Manual, reúne algumas dicas muito úteis sobre o assunto. Preste bem atenção e não deixe mais seu amiguinho sofrer com o bafo de leão:
“O tártaro e os restos de comida podem causar infecções na gengiva, ou gengivite, que muitas vezes é acompanhada por sangramentos. Neste caso, escovar os dentes do animal regularmente previne a formação do tártaro. Se o tártaro já estiver formado, o melhor é consultar um veterinário para uma raspagem.
Pode ocorrer também tumores que parecem caroços na gengiva. Então, é necessário que se avalie se o tumor é maligno ou não, devendo ser removido com cirurgia.
Em raças com boxers e bull terriers, entre outras, pode haver um crescimento proliferativo nas gengivas. Um problema hereditário que faz com que a gengivas cresçam em demasia, podendo até cobrir os dentes. Muitas vezes, só uma cirurgia pode solucionar o problema, mas antibióticos melhoram as infecções causadas pelo crescimento.”
Longe de ser considerado tratamento de luxo, os cuidados bucais vêm complementar a lista de medidas preventivas para a saúde do animal, que também inclui: alimentação à base de ração de boa qualidade, vacinação completa e controle de parasitas, higiene do animal e do local onde vive, programa de exercícios, além de muito amor e carinho.
Não ache normal seu cão ter bafo. Infecções sérias, que podem comprometer toda a saúde do animal, podem ter início numa boca mal tratada. Faça a higiene diária em seu bichinho e leve seu cão periodicamente ao veterinário.
Fonte: www.uol.com.br/bichos
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