Posted in Desaparecidos on 05/28/2008 06:18 pm by Tatis
A Belle é uma gata criada em casa totalmente telada, sem acesso às ruas, desaparecida desde ontem (27/05/08). Ela provavelmente se assustou com algo e fugiu forçando as telas, mas até agora isso é suposição porque não fazemos a menor idéia de como ela conseguiu isso, já que tudo é fechado.
Ela tem 2 anos e meio, adulta, pelagem longa e bicolor, castrada e vacinada. A Belle é arisca e se perdeu no Jardim Aeroporto/SP, próximo ao Aeroporto de Congonhas. Recebemos ligações de pessoas que alegam tê-la visto perto de Águas Espraiadas, que é relativamente longe do lugar onde ela morava, então achamos que ela pode estar não conseguindo voltar pra casa.
Se você viu a Belle, por favor ligue para (11) 8117-5596 e fale com a Daniella. Se preferir, mande um e-mail para daniella@miadoselatidos.com.br.Informações corretas sobre o paradeiro da gata serão recompensadas.
Há dez dias uma criatura inominável colocou um cachorrinho filhote (bem bebezinho mesmo) por entre as grades do portão da casa da minha irmã. Talvez tenha feito isso impulsionado pelo fato de ela ter outros 4 cães (dela); lógico, nem pensou o que os cães grandalhões que ela tem poderiam ter feito ao pequeno.
Por milagre nenhum dos grandes machucou o pequeno. A Ju só viu que tinha algo de estranho no quintal quando ouviu o chorinho do pequeno, fazia muito frio de madrugada. Estava lá o ‘presente’… Rs
Enfim, mais um pra gente doar, pessoal. Batizamos ele de Paulinho. Parece que ficará de porte médio para grande, é uma fofura, se dá muito bem com outros cães e não tem medo de nada. Veio sem pulgas e com a pelagem bem limpinha, o que nos leva a crer que foi bem cuidado até ser abandonado. As pessoas acham que colocar um bicho na casa dos outros não é abandono rsrs só pode ser!!
Nos ajudem a encontrar um lar pro Paulinho
Ele tem perto de 50 dias, será entregue vacinado e castrado. Será um cachorrinho ideal pra fazer companhia e pra guardar a casa, tenho certeza.
A Marisinha finalmente encontrou um lar definitivo no dia 25/05/08, e hoje se chama Jolie! Tem um irmãozinho carachata como ela (rs), o Giorgio, e papais que a amam muito, a Adriana e o Alexandre.
A todos que acompanharam a história da pequena, nosso muitíssimo obrigada pelo apoio e pela torcida por um final feliz!
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Oi Pessoal!
É com uma alegria enorme que finalmente conseguiremos disponibilizar a Marisinha pra adoção.
Todo mundo se lembra dela, né?
A Mama é fruto do abominável comércio de animais provenientes dos (milhares de) criadores de fundo de quintal. Não todos os criadores, mas os maus, os irresponsáveis e aqueles que vivem às custas das barrigas dos seus animais.
Quando chegou aqui, no comecinho de março, Marisinha estava em estado deplorável. Hoje, quase 3 meses depois, é outra gata. Está completamente curada, sua pelagem está crescendo linda e muito forte, assim como ela.
Marisinha chamaria a atenção de qualquer adotante somente por ser persa. Mas o mais belo que há nela não é sua raça, ou sua cor, nem nada disso: é sua alegria, seu temperamento, sua personalidade e sua vontade de viver.
Ela encanta todos que a vêem. Por onde passa, arrasa corações rs e agora finalmente chegou a hora de ela ter um lar só dela.
Lembro que ela já está testada para FIV e FeLV, negativa em ambos. Está 100% saudável, come bem, brinca muito e é um grude com a gente. Um chicletinho!
A Marisinha será doada para um lar absolutamente seguro (apartamento com telas nas janelas ou casa igualmente segura), somente SP/Capital, onde não vivam mais do que 2 ou 3 gatos, de preferência com algum persa por conta do manejo. Explico: a Marisinha precisa ter os olhos limpos todos os dias, os pelos escovados todos os dias, e precisa comer ração própria para persas porque a boquinha dela é minúscula. Se o adotante já tiver um persa, é só acrescentar mais um na rotina, entendem? Por isso que friso o preferencialmente, porque essa não é uma condição obrigatória.
Ela não será doada para viver sem outros gatos, porque adora companhia – tanto de outros felinos quanto de humanos. Aliás, humanos são o forte dela rsrs
Enfim, é isso. Desejamos que ela encontre um lar muito rapidamente, pois não tem mais sentido ficar em lar temporário se já está 100%, né? No mais, está muito adaptada e a cada dia que passa se apega mais a nós – e nós a ela -, e não queremos que a pequena sofra nunca mais, pois nos dois primeiros meses de vida dela ela já sofreu por 500 anos.
A aprovação da lei que proíbe a matança de animais nos CCZs em todo o Estado de São Paulo foi comemorada pela maioria dos amantes de animais (eu inclusa). Pensamos: agora que não podem mais matar, vão oferecer soluções reais para o problema do abandono de animais, que são as campanhas de castração e adoção. Num mundo perfeito as coisas seriam assim. Mas como são realmente?
Confiram nesta reportagem da Veja São Paulo de 7 de maio de 2008, por Fábio Brisolla.
O fim do corredor da morte
Para se adaptar à lei que proíbe execuções, o Centro de Controle de Zoonoses passa a recolher menos cães e gatos nas ruas.
A aprovação da lei estadual que proíbe o sacrifício de cães e gatos em canis públicos desencadeou uma crise no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). Vinculado à Secretaria Municipal de Saúde, o órgão é o responsável pelo recolhimento de animais abandonados nas duas da cidade. Em vigor desde o último dia 17 [de abril], a nova legislação, de autoria do deputado Feliciano Filho (PV), permite eutanásia apenas em casos de doenças terminais ou infecto-contagiosas incuráveis e graves. Elogiada por organizações de defesa dos bichos, a medida obrigou o CCZ a acolher menos cães e gatos (veja o quadro). A orientação atual é aceitar apenas aqueles que oferecem riscos à saúde pública. Nos três primeiros meses do ano, a média de cães capturados foi de 657. O número caiu para 272 em abril. Mais de 80% dos bichos que cruzaram os portões do canil localizado em Santana em 2008 acabaram mortos com injeção letal – o prazo máximo para quem quisesse reclamar seu animal, ainda que estivesse sadio, era de três dias. Apenas os mais novos e dóceis tinham a chance de aguardar mais tempo por um dono.
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“O poder público precisar criar espaços para recuperar e expor os animais, promovendo a adoção de todos“, afirma Vanice Orlandi, presidente da União Protetora dos Animais (Uipa), que mantém um abrigo com 1.500 vagas no Canindé. “No CCZ não há nada disso. Só lugar para matar.” A maioria dos canis e gatis do CCZ, que comportam mais de 510 cães e gatos, é fechada e não tem iluminação natural. “Falta de tudo por lá, inclusive vacinas e ração”, diz Ângela Caruso, presidente do Quintal de São Francisco, ONG que abriga 370 animais no bairro de Parelheiros. “Chegamos a ajudar fornecendo insumos quando a situação se agravava.” Em entrevista concedida por e-mail, Inês Suarez Romano, coordenadora da Vigilância em Saúde da cidade de São Paulo, rebateu as acusações. Segundo ela, o CCZ não sofre com a falta de vacina e ração. Sobre a estrutura, reconhece que o lugar foi “construído originalmente para curta permanência dos animais recolhidos”, mas que uma possível reforma está sendo estudada.
A polêmica sobre a morte e a captura de animais abandonados já fez uma vítima. Na terça-feira passada, a então diretora do CCZ, a veterinária Adriana Lopes Vieira, foi afastada do cargo. Em seu lugar assumiu o também veterinário Marco Antonio Vigilato, funcionário de carreira da Secretaria de Saúde. “Adriana era defensora da lei atual e estava disposta a adaptar o CCZ à nova realidade”, afirma Vanice Orlandi, da Uipa. “Apesar das limitações do centro, ela brigava para mudar esse cenário cruel”, diz Luiz Scalea, gerente administrativo da Associação de Proteção dos Animais São Francisco de Assis. Para o deputado Feliciano Filho, optar pelo fim do extermínio é também uma questão econômica. “Da captura até a morte, o governo gasta 130 reais por animal”, conta. “Castrar é a solução mais eficaz para conter o aumento desenfreado dos bichos de rua e custa apenas 30 reais por operação.”
O que será que eles estão esperando para iniciar uma política mais efetiva e menos cruel?
Ontem foi o dia que entregamos a Juju ao seu novo dono, o Kenny.
Em todo esse tempo que me dedico a resgatar e doar bichinhos, nunca presenciei uma adoção como essa. A adoção de um bichinho que pareceu ter nascido naquela casa, ter conhecido as pessoas há um tempão, e ser amiga de infância dos animaizinhos que já moravam lá!
O Kenny e família tem mais 3 cadelas: a Yumi, a Torá e a Julie. As duas primeiras são Akitas lindíssimas, dóceis e muito educadas. A Julie é uma teckel, mais reservada e na dela, toda prosa com seu vestidinho cor-de-rosa.
Logo que chegamos, a Juju ficou meio na dela. Até comentei que ela estava me fazendo passar por mentirosa (rs) porque estava acanhada e com o rabinho entre as pernas. Mas não levou nem 1h pra Juju mostrar quem é e a que veio!
Logo já estava deitada na barriga da Torá, no colo do Kenny e do pai dele – pelos quais a Juju se apaixonou! Ela se sentiu muito segura, muito à vontade e não houve um único rosnado, ou briguinhas, nada!
O nome da Juju ainda é uma incógnita (rs) porque a teckel da casa já se chama Juju. Algumas opções são Zap (a carta mais alta num jogo de truco), Luiza (para ficar Lulu, e a Juju não sentir muito a diferença), Tamy (que a Denise, namorada do Kenny e Nat, filha dela gostaram) e Origami! Origami é o mais cotado (rs) e eu particularmente confesso que adorei o nome. É diferente e tem tudo a ver tanto com o Kenny quanto com a Juju, vejam as fotos:
A Juju com o Kenny:
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Juju com a Denise e Natália:
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A todos os que ajudaram a Juju a chegar no destino certo dela, nosso muito obrigada! À Denise, que foi quem viu o anúncio da Juju e fez a ‘ponte’ entre a pequena e o Kenny, à Ju (minha irmã) que foi quem resgatou e cuidou da Juju esse tempo todo, além de ter me acompanhado na entrega ontem. Muito obrigada do fundo do coração!
OK, o painel anterior é muito mais variado e completo, mas ela saiu tão bem nessas fotos que não resisti a montar um novo.
Olhem a folga da moça tomando sol na janela.
Pessoal, a Juju já foi adotada fotos e informações, clique aqui!
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A Juju é uma cadelinha com uma super história: minha irmã chegava à minha casa e enquanto aguardava que eu abrisse o portão, um molequinho ofereceu a ela um bebê cachorrinho dentro de uma caixa de sapato. A bebê não tinha mais que trinta dias e ainda mamava. Ela nem pestanejou: pegou a cachorrinha e depois fomos pensar no que fazer com ela rsrs
Um mês depois disso, doamos a Juju pra uma pessoa que atendia a todas as nossas exigências. Sexta-feira passada, exatos dois meses depois, essa pessoa nos devolveu a Jujuzinha alegando que ela ‘brincava demais’, levava chinelos para sua casinha e coisas do gênero.
Não precisamos nem explicar mais nada, né? A Juju é uma filhota saudável, vacinada e linda, super feliz. Ainda bem que ela brinca muito!!
O fato é que agora ela está novamente para adoção, então vamos ajudar?
A Juju tem 4 meses, não pesa nem 4kg e já está castrada e vacinada. A única diferença pra um teckel é a cor: a Juju é tigrada!
Tem temperamento de teckel, tamanho de teckel, orelhas e carinha de teckel! Que tal levar a Juju pra sua casa?
Ela é super brincalhona, bem humorada e muito feliz. É um bichinho que irradia alegria por onde passa! Já está acostumada e fazer cocô e xixi somente no jornal ou tapetinho higiênico, então pode ser adotada para apartamentos tranquilamente. A Juju não é uma cachorrinha de quintal: ela precisa e gosta muito do contato humano constante.
Também se dá muito bem com outros cães! No lar temporário onde está, o melhor amigo dela é um dobermann cinco vezes maior que ela, mas a Juju ama ele!
Para adotá-la, deixe um scrap, mande um e-mail para tatiana@miadoselatidos.com.br ou ligue para o fone (11) 7361-6714.
Sábado castramos nove gatinhos e um auauzinho. Entre os miaus estavam a Marie, resgatinha da Dani Murias que já doamos (nem deu tempo de ir pro site!), o Zorro, frajola adulto ‘abduzido’ (rs) pela Lívia e que provavelmente já será incorporado a uma casa onde reinará sozinho (chega de ruas!!). Também foi castrada nossa amada Marisinha! E, ademais, seis gatos de uma protetora da Zona Norte de SP que precisava castrar filhotes para poder doá-los. Saímos de casa super cedo (Eu, Livia e Dani) e corremos o dia inteiro atrás disso, mas valeu a pena!
À noitinha dois gatos já estavam de casa nova (Marie e Minzy, um redpoint de cinco meses que um dia amanheceu num bueiro e no outro ganhou uma casa e pais maravilhosos), Mamarisinha estava castradinha e um adulto já estava prestes a ganhar uma casa definitiva. Ele é um reizinho, não gosta de outros gatos mas adora gente!!
A cachorrinha castrada foi a Jujuzinha, uma quase-teckel (quase mesmo!!) que foi doada há dois meses e devolvida neste final de semana sob a alegação de que ‘brincava demais’ rsrs tem coisa que a gente nem comenta, mas ficamos felizes pois agora vamos encontrar um dono muito bacana pra Juju! Ela tem porte pequeniníssimo (pesa nem 4kg!), está castrada e vacinada, e essa aqui é a foto dela do dia em que foi doada:
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Ela está disponível pra adoção
Outra coisa legal foi que chegaram os testes da Marisinha, e ela está mais do que 100%. Sem FIV nem FeLV, já castrada e prontinha pra ir pro novo lar dela. Não deu tempo de anunciar porque muitas pessoas se interessaram pelo caso dela, mas posso assegurar que logo logo nossa queridinha encontrará um lar novo.
Enfim, é isso. Como nossos lares temporários estão restritos pra caramba (aqui em casa só poderei voltar a fazer daqui há 20 dias), estamos batalhando muito pra castrar gatinhos que precisem. Temos empenhado nossos recursos nisso, temos doado gatinhos de outros protetores e também castrando-os. Afinal, gatinhos e cãezinhos sempre precisam de apoio, né?