Archive for junho, 2008

Gato mendigo encanta nova-iorquinos

(Recomendado pela Fabiana e pela Patricia.)

É muito comum ver moradores de rua sendo acompanhados por vários cãezinhos vira-latas. Mas por um gato de japona? Só em Nova York mesmo…
Texto e foto Gisela Rao

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Na esquina da avenida mais chique do mundo, com a 77, acontece todos os dias uma cena bizarra. Jason Erik, um homem negro de meia idade, alto, magro, de barba ralinha e roupas bem surradas coloca no chão uma tigelinha de água, outra de ração e uma pequena caixa com areia. Atrás dele, vem Cat Stevens – não o músico – e sim o seu gato de estimação, tão pobre quanto ele. Cat Steves, de japona com estampa de exército, come a ração, bebe água e senta na caixinha de areia para fazer as suas necessidades. As pessoas acham a coisa mais linda do mundo, mesmo contrastando com o glamour e riqueza da 5a Avenida, e, suspirando, enchem a latinha de Jason de moedas e notas de 1 dólar.

Ambos são moradores de rua e dormem numa caixa de papelão, bem longe do bairro chique. “Ele é meu companheiro há 5 anos. Um amigão mesmo. Confio mais nele do que nas pessoas” – afirma Jason, arreganhando a boca quase banguela.[img:image001_1.jpg,full,vazio]

Do site itodas.

 

Luchino Visconti

Ahn?

Que título é esse, Confraria?
:) vou contar a história rapidinho porque to morrendo de sono.

Durante esse tempo que fiquei com Gandhi, dada a condição especial dele, me comprometi – e era o certo a fazer – a não colocar nenhum outro gato na Ala VIC enquanto ele estivesse aqui. Mesmo porque meu espaço não é o ideal pra dois adultos, ou um adulto e um filhote (o Gandhi mesmo já tá de saco cheio de ficar lá dentro rsrs).

Sábado agora entregarei o super gatão pra mamãe e papai de verdade dele. Até aqui, pensei: “Papai do Céu, não me ponha no caminho nenhum gatinho que eu não possa cuidar sozinha por enquanto” rs porque já pensaram o rebu que seria?

Papai do Céu até que me ouviu. Fez isso até agora à noite.

Perto das 20h saí para o mercado com minha irmã. Estávamos carregando o carro com ração que comprei hoje para a cachorrada dela (rs) e entra pela grade da garagem, feito um raio, um treco branquinho miando!

Rabinho cotó, branco, umas manchas tigradas. Mal deu tempo pra eu e minha irmã trocarmos dois olhares e ela abaixou, chamou, e o gatinho veio pras pernas dela. Isso tudo DENTRO DA MINHA GARAGEM!

Fazer o que, gente? Rsrs

Conclusão: o banheiro está a cargo do bonito. Grandioso Gandhi continua sozinho em sua ’suíte master’ (rs) e o bonequinho foi pro banheiro. O branco é totalmente encardido, é um macho (inteiro, claro), tem a cara branca e o fuço escurinho, uma coisa linda. Dócil pra caramba, comeu feito um estivador; o quanto de ração que eu pus foi quanto ele comeu.

Para dar andamento a minha saga de nomes originais hihihi meu marido batizou-o de Luchino Visconti. Luchino, para os íntimos :) esse é o nome de um diretor italiano de cinema, e o Cris adora ele.

Esse é o Luchino original:
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O Luchino (lê-se “Luquíno”) fajutinho rsrs eu ponho foto amanhã; por hoje, fica todo mundo na vontade rsrs

Lembrando que sábado daremos continuidade ao nosso processo de castração de gatos de colônias, então o bonito aqui já vai no bolo.

Obrigada a todos por acompanharem as peripécias dessas doidas aqui, porque somos doidas mas procuramos fazer o melhor que podemos :)

Bj!

Tatis.

 

A Tigresa e os seus filhotes porcos :)

Num zoológico na Califórnia, uma tigresa deu à luz, coisa rara, a três filhotes.
Infelizmente, devido às complicações na gravidez, os filhotes nasceram prematuros e devido ao tamanho deles, morreram logo após nascerem.
Após se recuperar do parto, a tigresa, de repente começou a ficar fraca, apesar de fisicamente estar bem, os veterinários deduziram que a perda dos filhotes levou a tigresa à depressão, e então decidiram que se a tigresa pudesse cuidar de filhotes de outra tigresa, ela poderia se recuperar da depressão.

Após percorrerem todos os zoológicos do país, a má notícia, não existia nenhum filhote de tigre recém-nascido para dar à tigresa.
Os veterinários então decidiram tentar algo que nunca tinha sido tentado num zoológico antes, algumas vezes uma mãe de uma espécie pode vir a tomar conta de uma espécie diferente.
Os únicos órfãos que eles conseguiram achar eram uns filhotes de porco.
A equipe do zoológico e os veterinários enrolaram os filhotes de porco em peles de tigre os colocaram perto da tigresa.

Agora, me diga: por que é que o resto do mundo não pode viver bem ???

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Filhote de tigre é adotado por cadela na Rússia

Um filhote de tigre rejeitado pela mãe foi adotado por uma cadela na região de Omsk, na Rússia.

May é o primeiro filhote de tigre a nascer na região. Segundo os criadores do zoológico de Bosherechye, May teve que ser separada da mãe porque a tigreza não tinha instinto maternal e poderia ferir o filhote.

May foi então adotada pela cadela Juchka, que havia dado à luz recentemente e foi levada, junto com seus filhotes, ao zoológico para tomar conta do pequeno tigre.

Mas, segundo os criadores, May ficará maior do que sua mãe adotiva em três semanas e terá que ser separada de sua nova família.

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Fonte: UOL/BBC

 

Heróis Anônimos

Recebi essas fotos de um grande amigo, o também Conselheiro Fiscal da nossa amada Confraria, Marcelo Silveira.

Não sei a identidade dos rapazinhos das fotos e nem onde moram, mas se soubesse, poderíamos agradecê-los :D não acham?

Vou postá-las aqui, até mais e obrigada a todos pela visita!!

Tatis.
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HERÓIS ANÔNIMOS

Estes meninos não são notícias de jornal… Afinal, eles não são testemunhas da CPI do DETRAN, nenhum deles têm cartão corporativo, nenhum dos dois arremessou a Isabela pela janela…

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Grande Alma de Gatão e de Marie.

Bom, já devem saber a quem me refiro quando digo Grande Alma de Gatão, né? Rs

Mohandas Gandhi, mais conhecido popularmente por Mahatma Gandhi (“Mahatma”, do sânscrito “A Grande Alma”), foi um ser humano incrível e à frente do seu tempo. Dele tomei emprestado o nome, e batizei um gatão enorme por ser ele grande e dócil, da paz, tranquilo e sossegado apesar do mundo tão violento que conhecia antes de vir pra cá.

Mahatma Gandhi. O resgatÃO não poderia ter outro nome conosco rs porque ele é uma Grande Alma.

Mas ontem, finalmente, nosso Gatão Grande Alma encontrou outra Grande Alma feito ele e terá uma casa só dele. Na verdade encontrou um casal de Grandes Almas que superou o luto de ter perdido um recentemente amigão pra uma doença auto-imune e que se apaixonou por ele.

Não teve jeito! O Gandhi encontrou donos sob encomenda!! O danadinho nem disse isso pra gente, mas com seus sentidos felinos estava já em contato tridimensional com seus novos donos e nem nos avisou nada!! Rsrs

Enfim, o grandalhudo vai pra sua casa nova em alguns dias e vai deixar muitas, mas muitas saudades aqui. Além das saudades, ele deixa o exemplo de que muitas vezes os bichinhos só precisam de uma chance. Uma única chance pra levar alegria e pra serem felizes.

À família Urgell, meu eterno agradecimento por ter dado a chance que o Gandhi precisava para ser um gatão feliz, com muitos anos de vida ainda, e levar muita alegria ao lugar onde viver.

Deixo aqui foto do Gandhi, dos dois Gandhis!

Até mais!!

Tatis.

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(no colo da Ana Cláudia, membro da nossa ONG)

 

Feliz Dia dos Namorados!

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“Também somos filhos de Deus, né?”
:) Feliz dia dos namorados a todos :)

 

Lindas fotos!

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Conto da Carochinha – Adoção Mega Especial – Gandhi

Oi Pessoal!

Quem tem acompanhado nosso trabalho sabe que já resgatamos, cuidamos e doamos animaizinhos amputados, ceguinhos, surdos, bichinhos que vieram muito dodóis pra gente e tudo o mais. Já doamos bebezicos, gatinhos tigrados junto com pretinhos, gatinhos tortos. Gatos maravilhosos, viralataços adultos muito comuns e gatos de raça.

Porém, essa doação encaro como um dos maiores desafios pessoais que já tive enquanto gateira.

Explico: semana passada ganhamos uma gatoeira maravilhosa, o sonho de consumo de qualquer gateiro (graças a um super contato da Mila :) ). Há meses um sialata grandão ronda minha casa e vem comer a ração que eu deixo diariamente pra ele lá fora, junto com água fresquinha e de vez em quando um agrado (sachet ou latinha). É um macho inteiro, com aquelas bolas enormes horroroooooosas (rs) e como é todo cantor, batizei-o de Pavarotti.

O Pavarotti é hiper mega arisco. Nunca consegui chegar a tempo sequer pra tirar uma foto dele. Sempre ressabiado, quando percebe que está sendo observado – mesmo de longe -, foge. Mas com a gatoeira, pensei: problema resolvido!

O Pavarotti parece com esse gato aqui:
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Qual era minha idéia? Capturá-lo, levá-lo na nossa super veterinária e dar aquele trato. Um bom banho, antipulgas, castrá-lo, tratar de alguma ferida que ele eventualmente tivesse, por uma coleira com plaquinha de identificação e deixá-lo onde ele está. É o ideal? De forma alguma. Mas é o possível.

Esse possível, ainda que pequeno, mudaria totalmente a vida do Pavarotti. Mudaria mais do que capturá-lo, trancá-lo numa gaiola até que ele ‘amansasse’, se é que um dia seria manso. Do que confiná-lo em abrigo sabe Deus por quanto tempo, com chances minúsculas de ser adotado.

Como todos sabem não temos abrigo, temos apenas lar temporário. Pessoalmente não tenho uma estrutura ideal, na Ala VIC, para adultos. Enfim, reconheço as minhas limitações e queria só melhorar muito a vida do Pavarotti, e tinha certeza de que podia fazê-lo.

Enfim, gatoeira armada e vigília na janela. Onze, meia noite, uma, duas, três da manhã… Ah Pavarotti, eu farei o favor de não te fazer platéia e vou dormir!

No dia seguinte, percebo pela janela que a gatoeira estava desarmada. Uepa!! Pavarotti mordeu a isca, finalmente!

Pavarotti?

Dêem uma olhada:

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O-ou! Houston, we have a problem! Vamos ver de perto?

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Isso [img:siames_red.jpg,full,vazio] não se parece com isso [img:Gandhi_002_red_1.jpg,full,vazio] né?

Então. Mais uma vez minha ilustre pessoa foi ludibriada pela gataria. Quem caiu na gatoeira foi esse grandão aí. Macho também, pelo longo, lindo. Nunca tinha-o visto antes por aqui. Como pode?

Da gatoeira pra caixa (saaaai, gatinho!), caixa no carro, e vôo pra Dra. Lizandra.

Abre a caixa, Lizandra já acostumada com minhas trapalhadas (rs), eu digo “abra com cuidado porque eu nunca vi este gato e não sei como ele vai reagir”, e ela com toda a calma que lhe é característica (coisa de gente que faz o que nasceu pra fazer, faz com amor e faz bem feito sabem?) abre a portinha e o que o gato faz?

Vai, rebolante, com a cabeça na direção da mão dela pra pedir carinho.

E Dra. Lizandra me olha com aquela cara de “viu que fera?”
:) normal rs

Enfim: castramos, demos banho (com shampoo branqueador tá, desculpa rs), cortamos unhas e testamos pra FIV/FeLV. O bicho pesa quase 7kg, isso porque viveu nas ruas o tempo todo (pelo estado da pelagem, ele não via ração decente há meses pelo menos) Ali mesmo decidi que não iria deixá-lo na rua novamente, porque um gato totalmente sociável e que adora gente e carinho tinha é que arrumar um lar só dele.

Minha Ala VIC recebeu alta dia 05/06. Poxa, que legal, dá pra acolher o gatão!

Pensei: vai ser fácil doá-lo. Adulto, mas com temperamento incrível. Dócil, amoroso, de colo. Se treme todo quando sente medo. Aceita espaço menor. Não se estressa com coisa alguma, um cavalheiro (coco e xixi somente na caixinha, nem uma gota fora do lugar). Caminha toda organizada. Um cavalheiro mesmo, e ainda por cima vive de fraque. Pelagem longa, pra dar um tchan. Como ele é todo ‘grandi‘, batizei-o de Gandhi. Mahatma Gandhi, Grande Alma, Grande Gatão!!

Minha cara de feliz durou somente a sexta-feira.

No sábado chegou o resultado do teste do gatão: ele tem FIV.

Hoje conversava com uma amiga sobre como é impressionante a capacidade que temos de nos meter em enrascadas rsrsrs poxa, tinha que ter FIV?

Um gato com FIV – ou AIDS felina – recebe terapia de suporte. Isso significa boa alimentação, cuidado redobrado com coisas simples como beber água e comer direito, ficar livre de stress e coisas do gênero. Como acontece em humanos, um gato pode falecer de velhice sem nunca ter apresentado sintomas da FIV. Pode viver, tranquilamente, por mais de dez anos, recebendo todo o suporte e de preferência um imunomudulador como o Interferon por exemplo.

A FIV não é transmitida dos gatos para as pessoas:

É impossível uma pessoa pegar AIDS felina um gato pegar AIDS humano. Na verdade os vírus têm inclusive a sintomatologia, a doença, o curso da doença é muito parecido. Ocorre deficiência imunológica e incidência alta de patologias oportunistas”, diz a veterinária Renata Queiróz de Melo.

Enfim, é isso.

O super bem humorado Grande Alma Gatão Gandhi precisa de um lar que queira um gato enorme e melequento de tããããão carinhoso. Um gatão muito especial, que precisa de um pouco mais de atenção do que um bichano normal mas que merece, mais do que qualquer outro, uma chance.

Uma chance para ser feliz, para mostrar como é amar incondicionalmente.

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Houve uma quantidade enorme de candidatos a adoção da Lúhtien, a maine coon que doamos em fevereiro. Até hoje há candidatos. Quem quer um coonie porque gosta de gatos grandes, que tal uma chance ao Gandhi?

Tenho certeza que teremos felicidade nessa busca, como tivemos em todas as outras. Afinal, é para isso que resgatamos e doamos: para que outros possam ser resgatados.

Enquanto estiver comigo, Gandhi ficará isolado na Ala VIC, sozinho. Será doado para viver sem a companhia de outro felino, por questões de segurança a outro bichano. Seu estado de saúde é impecável hoje, e nem tártaro ele tem mais nos dentes rs ou seja, um gato 100% saudável, esbanjando alegria e carinho contagiante, misturados a uma vontade de viver que vi poucas vezes.

Eu agradeço por a vida ter me oferecido uma experiência como esta, ainda que já tenha as outras todas. Me desculpo pelo Pavarotti, que apesar das tentativas é muito mais esperto que qualquer gatoeira e não tenho mais ouvido-o pelos telhados (o que lamento :( ).

Fica aqui meu pedido em busca de um grande coração, um coração bem ‘grandi’, onde caiba um grande gatão como o meu já amado Gandhi.

Muito obrigada!!

Tatis (e Gandhi :) )
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Cães podem detectar câncer em humanos, indicam estudos

A relação milenar entre homem e cão pode trazer benefícios além do que os donos de animais de estimação imaginam. Segundo estudos recentes, os eternos amigos de quatro patas podem fazer muito mais do que dar conforto emocional: os cães podem “cheirar” o câncer, detectando a doença mesmo que ainda não haja sintomas visíveis.
Uma pesquisa, da Fundação Pine Street, na Califórnia (EUA) –que presta apoio a pacientes com câncer–, sugere que, com cerca de três semanas de treinamento, é possível tornar o cão um detector de tumores malignos.
De acordo com os estudos da entidade, o animal pode apontar, entre várias amostras de hálito humano (coletadas com um simples sopro em um tubo plástico), qual pertence a um portador de câncer de pulmão ou de mama. A detecção pode ocorrer inclusive de forma precoce, quando ainda não há vestígios da doença.
A fundação realizou um teste com supervisão científica que envolveu 55 pessoas com câncer de pulmão e 31 com câncer de mama (para um grupo de controle de 83 pessoas saudáveis). Os cinco cães utilizados na prova conseguiram uma margem de acerto entre 88% e 97% na detecção da doença.
Na Escola Veterinária da Universidade de Cambridge (Reino Unido), outra pesquisa, conduzida por Donald Broom e Barbara Somerville, ainda tem caráter preliminar. Utilizando amostras de urina de pacientes com e sem câncer, eles mostraram que os animais podem ser treinados para apontar a presença de células cancerígenas mesmo que elas ainda não sejam visíveis em exames como a tomografia. No teste foram utilizadas amostras de homens com câncer de próstata.
Mesmo com a resistência dos médicos, em 2004 uma pesquisa levou o assunto de forma oficial ao meio científico, com sua publicação no conceituado “British Medical Journal”. Liderado por Carolyn Willis, o estudo revelou um acerto de 41% em apontar portadores de câncer de bexiga.

fonte: folha on line

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