Archive for agosto, 2008

Fotografia do dia – Meu amor, Marjí.

Tirei uma foto dela tão linda hoje que quis vir aqui dividir com vocês.

Nossa queridinha Marjí foi castrada ontem, está super bem e tomou sol.

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Olhem só o tamanhão dos bigodes e pestanas… Rs

Obrigada!

 

Por onde anda… Memphis! – e Julio, de quebra =o)

Lembram deles?

O Julio foi resgatado pela Raquel, e veio pra Dra. Lizandra pra dar ‘um trato’. O grandão tinha um rombo na testa, foi feita a raspagem, foi castrado e tudo o mais.

Quando chegou na vet, o Julio:
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Ele foi adotado pela Dani + Marido. Um gatão maravilhoso, enorme, super carinhoso. Se deu super bem, vive numa boa num apartamento muito jóia e com uma família incrível.

Um belo dia a Dani quis dar um irmãozinho pro Julio… Se apaixonou pelo nosso Memphis, como nos esquecer dele? Uma fofura, todo molengão, bem peludo e carinhoso.

O Memphis:
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A dúvida: será que o gatão Julio, que imperava sozinho na sua casa, aceitaria o menor?

A-há! Há coisas no mundo felino que só eles sabem…

Aqui, o resultado:
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Os bichitos são ou não são demais?

=o))

Nosso mega parabéns e obrigada à Dani pela excelente mamãe que ela é aos bichanos.

Como são chiques, este é o perfil dos dois:
Julio e Memphis no Orkut

Demais!

 

Adoção de animais e adoção de crianças

Semana passada presenciei uma cena como esta. Como o texto diz o que eu penso, com a autorização da autora (Andrea Podolski) vou reprodzí-lo aqui.

Enjoy!

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Adoção de animais e adoção de crianças

Alguns dias atrás, eu soube de mais um caso em que alguém se recusou a responder o questionário de adoção de animais (enviado por qualquer protetor cuidadoso para todo pretendente à adoção de um animalzinho) com a clássica justificativa de que ‘não se trata da adoção de uma criança’. E achei que seria bom falar um pouco sobre isto.

É plenamente justificável a preocupação das autoridades com quem vai adotar uma criança. Afinal, até esta criança ter condições de se sustentar, serão vários anos de gastos com habitação, comida, estudo, vestuário, saúde e tudo mais que um ser humano precisa. Sem contar, é claro, todo o carinho, amor e bons exemplos que ela deverá receber para não se tornar um adulto problemático. Acontece que crianças uma hora começam a falar. E, a menos que estejam num cárcere privado, vão à escola, têm amiguinhos, professores, vizinhos – pessoas que podem perceber se há algo errado, se há algum tipo de abuso. Também é improvável o abandono de uma criança por quem a adotou. Por fim, crianças um dia crescem – tornam-se adultas, tornam-se independentes.

Um animal, assim como uma criança, também gera gastos: com medicamentos e consultas médico-veterinárias, com alimentação, com higiene, com brinquedos, eventualmente com roupas. Claro, não precisa de uma ‘escola’, mas às vezes precisa ficar hospedado num hotelzinho, precisa de alguém que passeie com ele. Também necessita de carinho, de atenção, de cuidados. Só que o animal, ao contrário de uma criança, não cresce, não se torna independente; fica eternamente criança. Uma criança que não pode explicar o que lhe fizeram, como a maltrataram, onde morava antes de ser abandonada. Uma criança que muita gente não tem o menor pudor em abandonar na primeira dificuldade, mesmo que esta dificuldade seja uma viagem de férias na qual o bichinho não pode ir junto! Que muita gente abandona porque chora (late ou mia) demais, porque estragou um sofá, porque arranhou ou mordeu alguém que certamente lhe deu motivos para isto. É uma criança que se pode facilmente trancafiar dentro de um canilzinho ou quartinho fétido, imundo, com pouca ou nenhuma comida, com água suja. Ou cujos ‘pais’ não se importam se sai para a rua e morre atropelada, envenenada, maltratada. Para estas pessoas, o animal é um brinquedo, é um sistema de alarme ‘barato’, é um companheirinho que pode ser trocado por ‘algo melhor’ que apareça, como um noivo, uma namorada. É um objeto que pode ser jogado fora no momento em que se enjoou dele.

Tanto crianças como animais são seres vivos e, como tais, merecem respeito e uma vida digna. Ambos sentem fome, frio, dor, solidão, tristeza, medo. Ambos são indefesos e podem ser – e são – vítimas das mais atrozes crueldades. E por isso o cuidado tomado por quem doa é justificável, e muito, em ambos os casos – das crianças e dos animais.

A adoção de um bichinho é um compromisso para muito, muito tempo – 10, 15 anos. Às vezes, até mais. Durante este período muita coisa pode acontecer com qualquer um de nós. Podemos perder o emprego, mudar de casa, separar do(a) companheiro(a), encontrar um novo amor, ficar sem dinheiro, ir para outra cidade ou país. Mas o animalzinho continua o mesmo – aquela criancinha dependente e que, à medida que envelhece, precisa de nós cada vez mais. Por isso, o questionário é necessário. Ele não é uma invasão de privacidade. Ele é um instrumento que serve para esclarecer o adotante de tudo que a adoção envolve e que ajuda o doador a verificar se o dito adotante está preparado para o tamanho do passo e do compromisso que quer assumir. Quem não quer respondê-lo com justificativas como a que gerou este artigo, não está preparado para cuidar de nenhum ser vivo.

 

Notícias do Mundo Canino na Confraria

Bebê Paulinho: DOADO!!
Finalmente, e dessa vez pra uma pessoa ponta firme que ficou apaixonada por ele. O pequeno precisava mesmo de uma casa, e agora foi!
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Farouk: Adoção especial (Schnauzer)
Uma coisinha fofa que estamos doando, já em conversa com alguns candidatos, devemos fechar isso nos próximos dias. Uma fofura.
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Larissa: Resgate especial (bulldog francês com sarna demodécica)
A Larissa é a coisa mais fofa do mundo. Cheia de truques e mega carinhosa, foi encontrada pela Dani Murias, vagando sozinha perto da Av. João Dias. De acordo com a vet, ela já tinha caminhado muito por conta do desgaste nas unhas e machucadinhos nas patas. Ela tem sarna demodécica, está em tratamento mas é tão fofa que dá vontade de morder!
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Enfim, nem só de gatos vive a Confraria rs

Bj a todos e muito obrigada!

Tatis.

 

Resgates… Cuidados necessários

Há aproximadamente 8 meses, minha amiga Zita, referência no bairro quando o assunto é animal abandonado, recebeu a visita de um pedreiro que estava reformando uma casa vazia de presença humana, mas, não vazia de VIDA. Ali estava, abandonado um jabuti, com aproximadamente 30 anos. A pergunta do pedreiro era: “O que dou para ele comer?” A família havia ido embora e deixado nosso menino lá, sozinho… Imediatamente começamos a alimentá-lo e depois de 1 mês nesta situação, resolvemos trazê-lo para casa. Como jabutis são animais que vivem em bandos, trouxe para ser companhia da minha Cesa, minha jabuti de 25 anos. A paixão cresceu entre os dois e vivem juntos, aqui em minha casa, há 8 meses, sim 8 MESES, não são 8 dias, nem 8 semanas.

Ontem a Zita recebeu a ilustre ligação da dona anterior do Jabuti pedindo a posse dele, pois sua neta de 3 anos pede ele de volta. Ela deve fazer isso com algum brinquedo que não encontra na casa.

Pelo fato de não esta mais com a Zita, esta informou onde estava e a ligação veio parar aqui (telefone encontrado na lista).

Lógico, nossa resposta foi NÃO.

Aproximadamente às 18:30, quando recebemos um telefonema de uma senhora extremamente grossa, a mesma, que inclusive disse que nossa casa fedia por conta dos gatos, e que sentia o cheiro ruim deles lá da casa dela:
-Alô, quem ta falando?
- Com quem a senhora gostaria de falar?
-Tadeu
-Pois não, é ele quem está falando.
-Tô indo buscar minha tartaruga.
-Não vou devolver, ele estava mal tratado
-Minha neta está perguntando dele
-Tartaruga não é brinquedo para criança
-Vou chamar a Polícia
-Pois chame, estou esperando

Tadeu desligou
Meia hora depois, esta mulher fez um escândalo horroroso na porta de casa, Tadeu não exitou, não atendeu e chamou a polícia

Todos na delegacia. Quer dizer, todos uma ova, pq a mulher foi embora, deixando o marido representar a mediocridade humana sozinho.

Depois de horas, chega o delegado, ouve tudo e tenta ponderar algumas coisas. Estava claro para ele que cuidamos muito melhor do jabuti do que eles, mas erro nosso. Foi o pedreiro quem nos entregou o animal, não fizemos B.O, não fizemos sequer uma queixa para que tivéssemos alguma base. Perante a lei, estamos errados. Ética e moralmente certos, porém perante a lei nos apropriamos de algo que não era nosso.
Foi colocada toda a dificuldade em sermos tratados com respeito pela polícia, nós, que falamos por eles (os animais) que vivem sob leis desconhecidas, mas que são obrigados de maneira marginalizada a obedecê-las. O bem estar dele, não tem nenhuma importância, é como se tivéssemos tirado do jardim deles uma mangueira de molhar plantas ou uma pá qualquer, o fato de se tratar de uma vida, perante a lei, sem um documento, não tem importância nenhuma, e por causa disso, perderemos a guarda do jabuti. Será feito uma documentação que nos dará direito de visitá-lo ou trazê-lo para junto de sua companheira algumas vezes, e só isso.

Devo acrescentar que o delegado nos tratou muito bem, escutou nossas queixas e acreditamos que algo ainda pode mudar, e que atitudes como esta precisam acontecer com uma maior regularidade, mas valeu o aprendizado:

bAO RECOLHER UM ANIMAL, PRINCIPALMENTE QDO ESTE MESMO ANIMAL FOR DE RAÇA OU UM TIPO SILVESTRE COMO NOSSO QUERIDO JABUTI, FAÇAM UM BOLETIM DE OCORRÊNCIA. LUTE PARA QUE ISTO ACONTEÇA. NÃO SE ESQUEÇA DO LAUDO DO VETERINÁRIO SOBRE AS CONDIÇÕES DE SAÚDE QUANDO RESGATADO. TENHA A POSSE LEGAL DESTE ANIMAL.b

Como se já não bastasse todo o trabalho e as dificuldades financeiras e psicológicas que enfrentamos diariamente, agora temos que nos precaver dos “abandonos arrependidos”.

Fica aqui minha indignação perante mais este caso. Hoje silêncio do lado de lá. O Jabuti fica aqui até acabar a época de hibernação.

Após uma aula de como tratar do jabuti, o delegado disse para o outro senhor:
-Vê se aprende com eles a cuidar do animal!

 

Por onde anda… Anastácia!

Lembram da Anastácia?

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Como todo pretinho básico, ficou quase dois meses encalhadinha, até o mundo conspirar a seu favor, e ser muitíssimo bem adotada pela Gicélia e o Israel!
Esta pessoa (sim, é como uma pessoa que ela e seu irmão Sebastian são tratados) agora, chama-se Lua!
Em um mês na nova casa, engordou 1,5kg, será que está sendo bem tratada?
Eu não tenho dúvida alguma!

Olhem que pessoinha mais gostosa!

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Com o pai babão Israel, e o irmão gostoso Sebastian, que a panterinha teima em não aceitar, bate nele, machuca feio o nariz, mas com a paciência gigantesca e o amor de seus pais humanos, isto logo estará resolvido, ela logo aceitará o irmão!

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Com a apaixonada e cuidadosa mãe!

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A Gicélia e ao Israel, nosso ENORME agradecimento, por imenso cuidado e amor tanto a Lua, quanto ao Sebastian!

Obrigado a todos, pelo apoio e prestígio de sempre!

Até mais!

 

O que é uma gata sem seus filhotes… =o(

Resolvi postar essa experiência que tive hoje porque acho que pode servir para muitas situações.

Primeiro: para os cerumanos que enchem uma caixa com gatinhos de 10 dias e jogam na porta dos outros. Segundo: para aqueles que acham a castração uma judiação. Terceiro: para aqueles que acham que os gatos tem que ’satisfazer sua necessidade sexual’.

Quinta-feira passada recebi a Marji, uma gata vaquinha de uns 7 meses. Veio de um lugar totalmente insalubre, alimentava-se de resto de lixo e fora atropelada no dia anterior. Estava explodindo de prenhe.

Na sexta leveia na vet, ela foi examinada e auscultamos 3 bebezinhos vivos na barriga dela. Dado o trauma e o tempo que já tinha passado, esperaríamos até segunda-feira para uma cesárea, mas os bebês não esperaram: nasceram na noite de sexta para sábado. Dois deles entre 17 e 18h, e o último às 5:15h da madrugada. Os dois primeiros ficaram molhados dentro do ninho da Marji, pois ela não tinha a menor idéia do que estava acontecendo. Não cortou o cordão, nem tirou/comeu a placenta. Os bebês estavam gelados, nós tratamos de fazer todo o necessário.

Somente dez horas depois disso a Marji aceitou os dois bebês. O terceiro, quando nasceu, deu a sorte de ter uma mamãe já mais ‘experiente’ e foi lambido, colocado pra mamar por ela mesma, tals.

Sabíamos que a Marji foi pessimamente alimentada durante a gravidêz. Sabíamos dos riscos. Desde que chegou aqui, passou a comer ração superpremium para filhotes, além de A/D diariamente. No sábado de manhã tudo parecia bem, na segunda-feira também…

Até que, na terça cedo, eu senti um dos bebês debilitados. O primeiro a nascer estava mais fraquinho, e imediatamente os cuidados sobre ele foram redobrados: aquecimento com bolsinhas de gel, suplementação com chuquinha e leite próprio, glicose.

À noite ele já estava morto.

Na quarta-feira foi a vez do segundo filhote.

O último a nascer, um gato vaquinha como a Marji, estava mamando com bastante vigor. Ontem pensei que ele vingaria, porque estava fortinho. Mesmo assim tentei suplementar com a chuquinha, mas ele não aceitou.

Hoje, agora há pouco, ele também se foi.

Sabem como eu descobri?

Estava no computador e ouvi uns barulhos feios no banheiro da Marji. Era como se ela estivesse tentando escalar o box de vidro. Em seguida, ouvi a caixa de transporte rolar no chão.

Cheguei lá e tudo estava revirado. Ela, que até então estava super calma e cuidadosa com o bebê, parece ter se dado conta de que não sobrou nenhum dos bebês pra ela cuidar. A face do desespero, foi isso o que vi no rosto da Marji.

Um choro doído, o desespero de tocar o filhote ainda quente na caixinha, e ela do lado de fora, de um lado para outro, como me perguntando ‘onde estão os meus bebês??’

Peguei-a no colo, mas ela não tem parada. Não para de procurar os bebês, não para de miar chorando, e se o meu coração estava em pedaços por presenciar os bebês se esvaindo um a um, pior está agora ao vê-la desnorteada, sem sossego e sem compreender nada.

Quem enche uma caixa com bebezicos e os deixa longe da mãe deve ter sua culpa pela crueldade elevada à décima potência, porque não bastasse a maldade de condenar bebes tão pqnos à morte, ainda condena aquela mãezinha a passar tanto tempo totalmente desesperada atrás dos seus filhinhos.

Quem acha que castração é uma judiação, que ponha-se a ter que assistir, sem poder fazer nada, o desespero dessa mãezinha que está aqui comigo me dando uma AULA sobre dedicação, amor incondicional e respeito pelas vidinhas daqueles pititicos que foram tomados dela.

Quem acha que uma gata deve procriar, que venha presenciar uma filhota que não é muito mais filhota que os filhotes dela, que aceitou seus bebês somente depois de muita insistência nossa, venha presenciar isso e imagine quantos filhotes morrem porque suas mães, ainda crianças, não sabem como cuidar deles. Não sabem porque ainda SÃO BEBES MAIORES, só isso!

Acho que jamais vou me acostumar com isso. Ainda tendo consciência de quantas vezes isso ainda acontecerá, não há experiência capaz de me tornar indiferente a esse tipo de coisa.

Primeiro foram os titicos tenores, não sei se vocês lembram, 4 bebes com 10 dias que morreram (um de má formação e os outros com panleucopenia).

Agora os bebês de Marji.

Gente, é foda. É foda.

Não sei como agir com isso.

Hoje não tem foto, não tem nada… Vamos dormir, eu e Marji, e tentar descansar.

Obrigada a todos pelo carinho e apoio de sempre.

:- (

 

A lógica dos nossos queridos cachorrinhos!

Pessoal, recebi as imagens e texto por e-mail da Luciana Saldanha, que adotou o Chico e o Villa, e achei o máximo… Aproveito para compartilhar com vocês.

Obrigada!!

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A razão de um cachorro ter tantos amigos

é que ele abana o rabo em vez da língua.

(Anônimo)

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Não há nenhum psiquiatra no mundo

igual a um filhote de cachorro que lambe a sua face.

(Ben Williams)

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Um cachorro é a única coisa na terra

que o ama mais que a ele mesmo.

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O cachorro comum é mais agradável que a pessoa comum.

(Andy Rooney)

[img:image00659.jpg,full,centralizado]
A pessoa que não conhece o gosto do sabão,

nunca lavou um cachorro.

Franklin P. o Jones

[img:image00783.jpg,full,centralizado]
Se seu cachorro for gordo é porque

você não está brincando com ele

(Desconhecido)

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Cachorros não são eternos na nossa vida,

mas eles fazem nossas vidas eternas.

(Roger Caras)

[img:image003115.jpg,full,centralizado]
Se você pensa que cachorro não sabe contar,

coloque três biscoitos de cachorro em seu bolso

e lhe dê apenas dois.

(Phil Pastoret)

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Por onde anda… o Cachorrinho Banana!

O Banana e o Kiwi são dois cachorrinhos que resgatamos no mesmo dia que o Rafinha e Felipinho.

Essa foto é do Banana no dia em que ele foi resgatado:
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E esse aqui é o Banana, hoje Panda, adotado pela Mayra!
[img:panda.jpg,full,centralizado]

Lindo, né?

=o))

 

Contagem regressiva para 1 ano de Confraria!

Ufa, demorou, mas agora vai!

Para quem não sabe, no dia 7 de setembro a Confraria completará 1 ano de plena atividade, resgatando, castrando e encaminhando para adoção um grande número de gatos e cães para lares responsáveis. Para comemorar essa data que nos enche de orgulho, a Confraria tem uma novidade + uma promoção.

A novidade? Os 2 novos mascotes da nossa equipe, assinados por mim: um cachorro e uma gata! Rs!

[img:os2mascotes_copy_1_2.jpg,resized,vazio]
(Cliquem na imagem para ampliá-la.)

A promoção? Bem, os coleguinhas aqui ainda não têm nome! E como sabemos que sempre podemos contar com a ajuda de todos vocês, a partir de hoje estamos abertos a sugestões para os nomes dos nosso mascotes! Para enviar sua sugestão, escrevam para:

mila@miadoselatidos.com.br

O assunto deve ser “Mascotes” e no corpo da mensagem deve constar:

Cachorro: sua sugestão
Gata: sua sugestão

O prazo para enviar as mensagens vai até 5 de setembro. Depois que recebermos todas as sugestões, faremos uma votação e escolheremos os melhores nomes. O ganhador ou ganhadora levará para casa a primeira camiseta comemorativa de 1 ano de Confraria, estampada com nossos novos mascotes!

O resultado será divulgado na segunda semana de setembro (se tudo correr bem… rs!).

Comecem já a enviar suas idéias!