No kinder ovo tem…. Chocolate branco e mesclado!

Em primeiro lugar, vou postar a foto da nossa Marji pra que todos possam conhecê-la.

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Ontem saí de casa às 16h e voltei às 19h. Luciana veio comigo, trouxe sua câmera-celular e lá fui eu fotografar Marji. Foto vai, foto vem, miadinho diferente.

Opa!

Pega Marji, tira da caixa, pega filhote 1 congelado, aquece, ouve mais miadinho, pega o filhote 2 igualmente congelado… Toca a gente a aquecer os bebês, cuidar de Marji, o maior rebu!

Mas vou economizar todo mundo e colocar essa foto já do bem bom, cinco horas depois, quando a boneca já tinha aceitado seus bebês:
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E aqui, a carinha dos herdeiros!
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Marji é tão bebê que não sabia o que estava acontecendo. Deu cria e não sabia absolutamente nada do que fazer, estava estressada e sem entender nada… Mas ainda bem que deu tudo certo.

Às 5:15h da manhã nasceu o terceiro e último bebê, e esse sortudo já pegou uma mamãe mais experiente rs foi lambido, imediatamente aquecido e mamou rapidão. Tudo isso por conta de sua mamãe!!

Mas como eu já estava desprovida de câmera a esta hora (rs), a foto dele fica pra amanhã.

São dois bebês bem clarinhos e um vaquinha como a mamãe.

Até amanhã e obrigada a todos!

Nova resgatinha Kinder Ovo – Marji!

Há alguns dias a Carol soube de uma gatinha super jovem, prenhe, que fora atropelada.

Explodindo de prenhe, era a informação. A gatinha foi acolhida por uma pessoa com um coração enorme mas sem condições de cuidar dela, e tão logo soubemos do ocorrido, fui parar do outro lado da cidade para buscá-la.

É uma gata frajolinha bem jovem mesmo, deve ser a primeira cria dela. Ontem e hoje ela passou por exames para saber como estavam os bebês e o que precisaria ser feito. Para nossa alegria, pudemos ver/ouvir três bebês vivos. Um deles já está com a cabecinha bem encaixada na bacia da mamãe dele, que eu batizei de Marji.

Marji? Mas de onde raios saiu este nome?! Luchino já não foi esquisito o suficiente?

Hahaha nada é tão esquisito que não possa ser superado =o))

Marji é o apelido de Marjane Satrapi, uma iraniana que é ilustradora e diretora de cinema.

Acontece que há poucos dias assistimos uma animação chamada “Persepolis” onde ela conta a própria vida no Irã. É m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o. Quem puder, assista. Quando assisti, disse na hora: nossa próxima resgatinha vai se chamar Marji. E taí a explicação do nome =o))

Bom, lógico que ainda não tenho fotos (rs) mas vou deixar uma aqui pra quem quiser conhecer melhor a dona do nome da nossa resgatinha.

Olha ela aqui, que linda:
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Enfim, é isso. Nossa Marjizinha (rs virou Brasil rsrs) está incrivelmente bem, come feito uma gata prenhe (rs) e a alimentação dela já está super reforçada: ração superpremium para filhotes, A/D 3x ao dia e SuperC na água. Não tem secreções, faz um montão de xixi como toda grávida (rs) e está 100%. Como os bebês já estão quaaaase nascendo, vamos aguardar.

Eu, como gateira-mãe-de-primeira-viagem que nunca viu um parto de gata (hihihi) confesso que estou em polvorosa tentando deixar a Marji o mais confortável possível. Infelizmente durante a gravidêz toda ela deve ter sido muito mal alimentada, mas vamos tentar fazer tudo o que pudermos para que os bebês nasçam bem. Dra. Lizandra aposta numa cesariana, afinal não sabemos a dimensão da pancada que ela levou no atropelamento =o( mas, ao que parece, não feriu nada que possamos ver.

Enfim, agora é aguardar.

Muito obrigada a todos pela paciência e até o próximo capítulo… Rs

Tatis.

Parabéns, Confraria!!

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Obrigada a todos que fazem desse sonho uma realidade diária.
:-)

Por onde anda… Amin!

Era uma vez um gatinho na rua, andando livremente pela calçada quando o tio Cris passou pela rua e então o gatinho chamou a atenção dele.

Vem, gatinho! o tio Cris disse. Abaixou na calçada, o gatinho veio.

“Já era!!”

O gatinho veio pra nossa Ala VIC, foi castrado e colocado para adoção como todos os outros.
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Num belo dia, minha pessoa doou o gatinho. E fui conversar com o Cris.

- Cris, o Amin foi doado, vou entregá-lo depois de amanhã.
- Como é que é?
- Sim, ele foi doado! Não é legal?
- Não. Ele é meu e daqui ele não sai.

E neste dia o Amin virou Válter, o gato do Cris!
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Por onde anda… Sunny!

Dela todo mundo lembra! A Sunny veio pra gente já ‘pseudo-castrada’, socorrida pelo Marcelo (nosso Conselheiro Fiscal) e pela Fernanda (esposa dele), lembram? Ela não tinha a patinha dianteira direita.

Aqui, no dia que chegou pra gente:
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E aqui, a ex-Sunny que hoje se chama Frida, na sua super casa nova!
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A Sunny-Frida foi adotada pelo Adalberto e Alessandra que, depois de ter adotado o nosso pequeno raio de sol, passaram a fazer lar temporário pra alguns ’sem teto’ que depois são doados. Ou seja: além de adotarem uma gatinha super especial como ela (que se não fossem nossos olhos pra sacar que ela não tem uma das patinhas, pelo jeitinho dela ninguém diz), ainda ajudam outros tantos.

Não é legal?

Gente, tem tanto gato na fila pra essa seção que eu tenho até medo de me perder rs

Obrigada a todo mundo pelo prestígio e apoio de sempre!

Equipe Confraria.

Por onde anda… Guinho!

O Guinho foi resgatado pelo meu marido minutos antes de um mega temporal. Ele estava debaixo de um carro.

Quando chegou, imundo, faminto e assustado:
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Aqui é o Guinho que agora é só Gui, na casa nova, feliz da vida numa super relâmpago adoção: menos de 48h depois do resgate!
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Incrível, né? A Tati, Mel e família acolheram ele super bem e todas as vezes que os vejo, minha xará me mata de inveja porque o Gui e a Mel andam de peitoral na rua rs e eu nunca consegui passear com um bichano meu dessa forma.

Valeu!!

Quero um gatinho! Como escolher?

Esse é um tema sobre o qual adoro falar, e que essa semana praticamente me obrigou a fazer. Sabem por que?

Porque essa semana nada menos que 4 gatinhos foram doados da forma que eu acredito que se deve escolher um bichinho: pelo temperamento.

Muitas vezes vemos as pessoas procurando um bichinho de olhos azuis, ou pelagem cinza. Um filhote de “até 10 dias” (eu já recebi um pedido como este rs), um bichinho “de raça” ou o que o valha. Eu primeiro penso que não somos nós que adotamos os animais, são eles que nos escolhem… Rs mas penso mais ainda que não devemos escolher um bichinho pelo que ele parece, mas sim pelo que ele é. Explico.

Se tenho um gatinho em casa que viveu a vida toda sozinho, eu preciso buscar um gatinho que:
- não seja dominante;
- não seja medroso;
- goste de conviver e (preferencialmente) já tenha convivido com outros animais.

Se não tenho nenhum gatinho e trabalho fora muito tempo, preciso de um gatinho que:
- não seja um filhote pequeno, porque ele precisará de mais atenção do que tenho a oferecer;
- preferencialmente seja um gatinho de fácil manejo (pelo curto, etc).

Tenho crianças pequenas em casa, preciso de um gatinho que:
- preferencialmente seja adulto, calmo e goste de colo;
- que não seja medroso nem assustado;
- que já se saiba que gosta de ficar entre as pessoas e que tolere manipulação;
- que seja incapaz de botar as unhas pra fora.

Quero um gatinho só porque dá menos trabalho:
- engano seu… Por incrível que pareça, é muito mais fácil cuidar de dois gatinhos do que de um só. Quando são dois, um faz companhia ao outro, eles brincam juntos e nem se lembram de morder seus pés e suas mãos (rs).

Não tem jeito, quero somente um gatinho pra viver sozinho, não quero dois!
- o ideal pode ser um gatinho medroso, que não ligue muito de ficar sozinho e que precise ser conquistado ou;
- um gatinho já com mais idade e acostumado a viver sozinho.

Quero um gato persa ou um siamês, e só pode ser dessas raças:
- tenha a consciência de que um gato dessas raças pode não ter o temperamento adequado ao que você tem a oferecer a ele. Não adianta você ter crianças em casa e querer um siamês só porque é siamês caso ele seja uma fera. Não adianta querer um persa se você trabalha bastante e não tem tempo diariamente, durante os 15 anos da vida dele, para escová-lo, limpar seus olhos e eventualmente levar para banho e tosa higiênica.

Mas quero um gato de pelo longo de qualquer jeito!
- Sim, você pode e deve fazer exatamente como sonha! Mas busque, então, um gatinho de pelo longo MAS que tenha o temperamento dentro do que você precisa. O que quero dizer é que não dá pra ter um de pelo longo SÓ porque tem pelo longo, entende?

E por que mesmo estou dizendo isso?

Vou ilustrar :-)

- A Elisabete queria duas gatinhas bebezinhas para fazer companhia uma à outra. Quem indicamos? A Leopoldina e a Joaquina, duas menininhas inseparáveis (para desespero das pessoas que tentaram nos convencer a doá-las separadamente hihihi)
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- A Ana Paula tem duas filhinhas e queria uma gatinha beeeem bebezinha. Depois de muita conversa, ela aceitou a nossa Justine que é uma filhota maior, gosta de ficar sem outros gatos (aliás não gosta muito de outros gatos rs) e gosta de receber carinho, não se assusta com crianças nem barulho.
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- A Kelly e o Renato tem uma gata adulta que é uma oncinha (rs), e adotaram o Igor que é um gato despachado, sem medo de nada, super brincalhão e não é dominante.
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- A Raquel tem duas gatas jovens adultas em casa, e queria muito que o terceiro gato tivesse pelo longo e fosse uma fêmea. Depois de muitos enganos (principalmente da minha parte rs) acabou adotando um macho de pelo longo, o JarJar Binks! Como ele é tranquilão, conviveu sempre com outros gatos e estava já há um ano em lar temporário, foi a pedida certa. Quase não rolou stress entre ele e as donas da casa, e isso porque o temperamento dele é o ideal pra essa situação. Calmo, sossegado e na dele.
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Enfim, é isso pessoal. Estou dizendo isso tudo não para ser chata, mas pra mostrar que podemos ter um bichinho que se adeque melhor ao que podemos oferecer a ele. Isso reduz os riscos de acidentes, de não adaptação e de consequente devolução do bichinho, porque ele sofre muito…

Mas bichinhos são gatinhos E cãezinhos, né? Pra ilustrar melhor isso, amanhã a Luciana vai deixar um texto aqui bem bacana dando dicas de como escolher o cãozinho que você quer adotar.

Obrigada a todos e até mais!!

Tatis.

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