Remédio Animal

Pessoal,

Há algum tempo atrás uma amiga me indicou a uma repórter que estava a fazer uma matéria sobre pessoas que se recuperaram de doenças ou traumas graves com a ajuda dos animais.

Hoje soube que a matéria foi publicada, e quis dividir com vocês! Adorei como ficou, e espero que ela sirva de base para que pessoas cujos médicos recomendam que se desfaçam de um animalzinho por conta de saúde possam reconsiderar isso. São muitos os gatos (principalmente) abandonados por prescrição médica, e isso é péssimo.

Colocarei a entrevista aqui, mas pra ver na íntegra é só clicar aqui e ir direto para o link da Revista Viva Saúde! Para ler é preciso cadastrar seu e-mail, mas é super simples e rápido (não precisa inserir um monte de informações, é só o e-mail mesmo).

A matéria:

Remédio animal
A convivência com um amigo de quatro patas acalma, facilita a interação, dá confiança e, o melhor, ajuda a superar com sucesso vários problemas de saúde

POR JANETE TIR
FOTOS FABIO MANGABEIRA

Foi em abril de 2005 que a paulistana Tatiana Sales desco briu um câncer no colo do útero. Depois de ser opera – da – e de várias sessões de radioterapia -, teve alta em janeiro de 2006, para em março desse mesmo ano receber a notícia de que as células tumorais haviam se espalhado para o intestino, a bexiga e a bacia pélvica. Apesar do prognóstico nada bom e de ser considerada paciente terminal, ela iniciou a quimioterapia, mas foi liberada para voltar para casa, pois nada mais poderia ser feito num ambiente hospitalar.

“Perdi mais de 20 kg e usava máscara hospitalar o tempo todo, pois o meu sistema imunológico beirava o caos, mas não fiquei sem meus gatos nem um minuto. Passamos várias noites deitados no sofá, eu brincava com eles e eram momentos em que eu me esquecia de que estava tão doente, e a dor constante era amenizada”, revela Tatiana.

QUEM JÁ PASSOU POR EXPERIÊNCIAS DOLOROSAS DE DOENÇAS OU PERDAS FAMILIARES SABE QUE AOS ANIMAIS, AO CONTRÁRIO DOS SERES HUMANOS, NÃO HÁ NECESSIDADE DE EXPLICAR NADA, SOMENTE DE INTERAGIR

]Depois de uma cirurgia longa, em que era tudo ou nada, a saúde voltou aos poucos e hoje ela está curada. “Posso dizer, sem dúvida alguma, que hoje sou uma pessoa muito mais equilibrada e preocupada em ser feliz do que era antes. Naqueles momentos difíceis, meus gatos ficaram comigo e nem se importaram com o meu mau humor, se eu estava descabelada ou com aparência péssima por conta de quimioterapia. Eles não tiveram por mim aquela piedade que tanto corrói e maltrata um doente, pelo contrário, me presentearam com um amor incondicional”, diz Tatiana.

(…)”

Muito obrigada a todos vocês =o)

Tatis.

Aposentados, cães da polícia e dos bombeiros ganham vida de pet

CÍNTIA MARCUCCI
da Revista da Folha

Bader parece ainda não saber muito bem que sua vida mudou. Aposentado há quase três meses, o pastor alemão de sete anos e meio trabalhava como farejador da Polícia Federal no aeroporto de Guarulhos e não hesita em cheirar tudo o que vê pela frente.

Ele agora vive em uma casa com bastante terra e espaço para ser explorado em Mairiporã (Grande São Paulo), onde fica com os outros cachorros do agente Marcelo Teodoro Alves, o ex-parceiro de trabalho que virou seu dono.

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Cabo Clóvis de Souza e a recém-aposentada cadela Dara, do Corpo de Bombeiros

É praxe nos canis da Polícia Federal e do Corpo de Bombeiros: assim que um cachorro de trabalho chega à idade de se aposentar –por volta de sete anos–, o seu parceiro humano tem a prioridade para levá-lo para a vida de bicho de estimação. Se isso não é possível, pode indicar alguém apto à adoção.

“A gente cria amor pelo bicho”, diz Teodoro. “Nem passou pela minha cabeça não ficar com o Bader.” O agente adora relembrar os feitos do cão, que já encontrou droga camuflada até dentro de tanque de gasolina.

A mania de continuar farejando e ter um comportamento meio agitado são normais nos cães de trabalho aposentados, em especial nos primeiros meses, quando estão em período de adaptação.

“Esses animais passam por treinamentos intensos durante toda a vida, além de situações de estresse constantes. Tanto que cães farejadores ficam com os pêlos do focinho esbranquiçados mais cedo. É por isso que, na aposentadoria, as polícias tentam encaminhar sempre para o parceiro com quem ele está acostumado. Isso minimiza os efeitos da mudança”, avalia o tenente Aristides Maganin Junior, veterinário do canil central da Polícia Militar de São Paulo.

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Pastor alemão Bader deixou a Polícia Federal e atualmente aproveita a piscina do dono, Marcelo Teodoro, nos dias de sol

Para Thabata, a labradora preta do sargento Everaldo Gomes, do 1º Grupamento do Corpo de Bombeiros da Capital, o mais difícil foi entender que ele iria voltar para casa. A cadela via seu tutor fardado e chorava desesperada, não dormia até ele retornar do trabalho. Hoje, depois de um ano e meio de aposentadoria, ela já aprendeu a curtir todas as benesses de viver com uma família, ao lado de crianças. E sabe que Everaldo não a abandonará.

O sargento conta que ficou chateado porque, bem na semana em que ela foi castrada para morar com ele, em janeiro de 2007, ocorreu o acidente do metrô, quando as obras da futura estação Pinheiros da Linha Amarela desabaram. “E eu não pude levar minha cachorra para ajudar a Dara e a Anny”, diz, citando as duas cadelas que se tornaram heroínas das grandes tragédias paulistanas do ano passado: além do acidente do metrô, a queda do avião da TAM, em julho.

Dara e Anny se aposentaram no mês passado. As duas também ficaram com seus condutores: os cabos Clóvis de Souza e Maximiliano Panagassi, respectivamente. No começo, elas provavelmente sentirão falta da movimentação do quartel e até do treinamento rígido. Mas, com o tempo, dizem os especialistas, vão se habituar à nova rotina. Que o diga Bader. Agora, ele descobriu prazeres como se jogar na piscina do dono em um belo dia de sol.

O caminho da aposentadoria

- Pode ser por alguma doença ou por falta de adaptação ao serviço. Fora isso, os cães se recolhem entre os sete e os oito anos de vida

- Parceiros de trabalho têm prioridade na hora da adoção ou na indicação de alguém para ficar com o bicho

- Cães da Polícia Federal voltam para o canil central em Brasília, passam por avaliações veterinárias e castração, e só então é dada a baixa de patrimônio (eles deixam de ser do Estado). Se não houver indicações internas, qualquer pessoa que demonstrar interesse pode adotar o animal

- No caso do Corpo de Bombeiros, a castração é uma opção do novo dono. Existe um termo de doação e de responsabilidade que o Estado e o novo dono assinam. Se houver comprovação de maus-tratos ou atos ilícitos, o Estado pode reaver o animal

Fontes: Aristides Maganin Junior (Polícia Militar de São Paulo), Clóvis de Souza (1º Grupamento dos Bombeiros de São Paulo) e Marcelo Teodoro Alves (Polícia Federal)

Do site Folha Online

Era uma vez…

… uma certa tia Tatis e outra tia chamada Luciana que já estavam agoniadas porque todos os gatinhos dos seus LTs (exceto super mega Marjí e Magrelo) tinham ido embora felizes para suas novas casas.

“- Mas que droga, não é possível que não chegue logo nenhum gatinho!”, elas pensaram.

Essas tias aí dizem sempre que tem uma linha telefônica por onde falam ‘diretamente direto’ (rs) com Deus.

Ele, todo faceiro, colocou essas coisinhas na frente das tias… Sabia que elas estariam lá protinhas pras coisinhas!

- Eles vieram de uma forma já tão conhecida da gente… Rs são duas meninas e um rapazinho.
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Mais de perto, então. Este é o Albert:
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Esta é a Chiara:
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Esta é a Fiona:
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E esta aqui é a Isis. A encontrei ontem, dormindo tranquilamente numa jardineira de calçada, e não me conhecia nem há dois minutos quando deslavadamente começou a amassar pãozinho e ronronar no meu colo:
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Se vocês soubessem o quanto é legal tirar uma criaturinha dessas das ruas, acolher, castrar e encaminhar pra um bom lar… Rsrsrs todo mundo faria lar temporário!! Rsrs

Muito obrigada a TODOS pelo apoio DE SEMPRE!

Tatis.

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