Nosso final de semana.
Oi pessoal!
Fico aqui imaginando o que as pessoas pensam quando visitam o nosso blog e não encontram ‘nada’ de novo rs então resolvi contar pra vocês como correram nossos últimos 3 dias: sexta, sábado e domingo (hoje).
Vamos lá, sexta-feira, 14/11/08:
Apesar de todos os nossos esforços no sentido de buscar um tratamento, nosso xodó Amy não resistiu. Fizemos de tudo: hemograma, ultrassom, raio x de tórax, ecocargiograma e ecodoppler colorido no tórax para tentarmos descobrir o que ela tinha e como poderíamos tratar. Ela foi diagnosticada com hipertensão pulmonar e insuficiência cardíaca importante (tricúspede). Amy tinha dois meses e meio, mas ainda embrião teve má formação cardíaca. Os remedinhos dela foram manipulados em farmácia especializada, todos os cuidados foram tomados mas não foi suficiente.
Para mim, de maneira pessoal – além do que foi para a Dra Lizandra, Dr Luciano (cardiologista da Amy) e pra Dani Murias que por um tempo cuidou da Amy e era com quem a pequena ficaria – foi muito doloroso. Eu a vi se esvaindo, não aguentando mais respirar, e acho que meu sentimento atrapalhou meu raciocínio naquele momento e hesitei em por um fim no sofrimento dela. Não foi preciso enfim, porque ela não resistiu muito mais. O que sei é que eu poderia ter economizado alguns minutos de sofrimento dela se tivesse pensado com clareza e tomado a decisão certa, mas já foi. É sempre muito, mas muito doído quando isso acontece. Não dá pra dizer como é mais difícil: filhote, adulto, idoso, prenhe… Tudo dói, e dói pra caramba.
Deixo aqui uma foto linda da minha pitiquinha, tão guerreira e tão alegre, e mesmo achando que eu já tinha chorado tudo o que podia, parece que ainda tem mais.
À Amy, todo o meu amor.
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Sábado, 15/11/2008, feriado:
Finalmente compreendi por que o Simon e a Alba demoraram tanto a ser adotados. O Simon porque tinha uma missão: socializar a Alba. Alba é uma gatinha que está conosco há mais de três meses, mas todas as vezes em que recebeu visitas de candidatos a adoção, se escondeu. Caipira que só, foi perdendo lugar pra gatinhos mais sociáveis e brincalhões.
Isso foi até quando o Simon chegou rs
Simon, o gato mais brincalhão, boa pinta e bem humorado da face da terra, dobrou a Alba. Ele a tornou uma gatinha mais confiante, brincalhona, fofa. Quando não o vê por perto, ela mia alto e ele atende. Um grude os dois.
Quinta-feira a Simone nos contatou querendo adotar a Alba sozinha. Expliquei tudo e ela, como já tem experiência com gatos, topou na hora o Simon – mesmo tendo preferência por fêmeas e com a idéia inicial de ter um só.
Bingo! Sábado foram os dois pra casa nova. A Alba agora chama Clarinha, e o Simon continua Simon. Ambos em segurança e vivendo com uma família muito legal, adorei =o))
Na hora da foto a Alba sumiu (rs) como já era esperado, mas o Simon, também como já era esperado, não deu trégua pro Igor, seu novo dono, e posou pra foto no colo dele.
Aqui, o rei dos folgados no colo de um menininho muito especial:
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A Alba, só pra relembrar:
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Com a ida dos dois pequenos, chegaram mais dois outros abandonados. Todos sabem que nosso espaço é limitado e não temos como acolher muitos de uma vez com a qualidade que se deve, mas os dois pititicos deram tanta sorte que vieram justo no dia que as vagas abriram. Eles se chamam Haydn e Mozart (rs), dois célebres compositores de música clássica.
A foto está bem ruim e ainda é do outro local onde eles estavam, mas é que eles ainda não se prestaram a sair de trás da máquina de lavar (rs) e eu vou ainda respeitá-los por mais um dia, pra depois socializar os pequenos que são bem medrosinhos.
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Domingo, 16/11/2008:
Dia de almoçar na casa da avó ou da mãe, né?
Ô se é rs por isso, depois do almoço, lá fomos nós levar o Ástor pra casa nova. Doação super relâmpago, dessas que quase não dão nenhum trabalho: adotante já com uma gatinha, apartamento todo telado, adepta da possa responsável. Molezinha rsrs
À Evandra, marido e filha, nossos sinceros e enormes agradecimentos pela acolhida tão calorosa ao Ástor e também à enorme disponibilidade e paciência em nos atender, em ouvir nossas perguntas chatas, em mostrar a casa toda… Rs
Aqui, o Ástor (logo teremos fotos dele na casa nova) e a Mimi, sua irmãzinha de cara chata como ele:
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Depois da entrega nós saímos pra jantar, voltamos pra casa… E quem mesmo está na minha garagem?
Um gatãozão de uns 6kg, enorme como todo redpoint, preso na gatoeira. Gatoeira esta que estava armada pra uma gatona que me deu o maior baile e evaporou de dentro da minha casa para o telhado (não sei como nem por onde, sem rastros). É a segunda vez que ele entra na gatoeira; da primeira eu estava com a lotação esgotada, e tudo o que pude fazer foi alimentá-lo e abrir a gatoeira. Hoje foi diferente! Sabe aquele gato que te pede pra ser resgatado? É ele.
Olhem só que lindão:
[img:Eddie.jpg,full,centralizado]
Ele se chama Eddie Murphy (rs) e amanhã vai direto pros super-cuidados da Dra. Lizandra: castração, banho, corte de unhas e teste FIV/FeLV. Vou torcer pra ser negativo nos dois, mas aquela cara toda machucada de tantas brigas me deixa com medo. Ele é doce de tudo, bem branco (o que torna ainda pior o fato de ser de rua), comilão e delicioso.
Viram só como não fazemos ‘quase’ nada? Rsrsrs
A todos vocês que nos apoiam e visitam diariamente, nosso muito obrigada.
Beijos!
Oi Thaís, tudo bem?
Eu tenho uma gatinha e descobri recentemente que ela tem um sopro no coração. É congênito (porque ela só tem 5 meses), mas graças a deus está assintomático. No entanto, eu preciso fazer ecodoppler pra saber qual o problema cardíaco que gera o sopro.
Desculpe perguntar, vi o blog recentemente, mas qual é a cidade em que você mora? Aqui perto da minha região não achei onde fazer ecodoppler em gato!!!!
Grata e triste pela gatinha… eu entendo bem o que se passa…