Archive for fevereiro, 2009

Gêmeos!

Infelizmente desconheço o autor das fotos, mas são lindas!
Alguém aí já viu coelho siamês? Huahahahah!
[img:ATT000023.jpg,full,vazio]
[img:ATT000034.jpg,full,vazio]
[img:ATT000045.jpg,full,vazio]
[img:ATT000067.jpg,full,vazio]
[img:ATT000078_1.jpg,full,vazio]
[img:ATT000089.jpg,full,vazio]
[img:ATT0000910.jpg,full,vazio]
[img:ATT0001011.jpg,full,vazio]
[img:ATT0001112.jpg,full,vazio]
[img:ATT0001213.jpg,full,vazio]
[img:ATT0001314.jpg,full,vazio]

 

Presente!

Hoje ganhamos uma toca! Sim, uma toquinha que gatos adoram.

Sabe tias, a gente tava mesmo cheio daquela caixinha chata. Essa toca é muito melhor, está aprovadíssima. Agora vamos dormir porque estamos com muito soninho.

Assinado: George e Ringo.

P.S.: AINDA QUEREMOS UMA CASA DEFINITIVA!! :)

[img:alavic_04.jpg,resized,centralizado]

 

Hoje resgatei um humano.

“Os seus olhos encontraram os meus, enquanto ela caminhava pelo corredor olhando apreensivamente para dentro dos canis. Imediatamente senti sua necessidade e sabia que tinha de ajudá-la. Abanei minha cauda, não tão entusiasticamente para não assustá-la.

Quando ela parou em frente ao meu canil, tampei sua visão para que não visse o que eu tinha feito no canto de trás. Não queria que ela soubesse que ninguém ainda havia me levado para um passeio lá fora. Às vezes, os funcionários do abrigo estão muito ocupados e não gostaria que ela pensasse mal deles.
Enquanto ela lia as informações a meu respeito, no cartão pendurado na porta do canil, eu desejava que ela não sentisse pena de mim, por causa do meu passado.

Só tenho o futuro pela frente e quero fazer diferença na vida de alguém. Ela se ajoelhou e mandou beijinhos para mim. Encostei meus ombros e minha cabeça na grade, para confortá-la. As pontas de seus dedos acariciaram meu pescoço; ela estava ansiosa por companhia. Uma lágrima escorreu pelo seu rosto e, então, elevei uma de minhas patas para assegurá-la de que tudo estaria bem.

Logo, a porta de meu canil se abriu e o seu sorriso era tão brilhante que, imediatamente, pulei em seus braços. Prometi mantê-la em segurança. Prometi estar sempre ao seu lado. Prometi fazer todo o possível, para ver aquele sorriso radiante e o brilho em seus olhos…
Tive muita sorte dela ter vindo até meu corredor. Há ainda tantas pessoas por aí, que nunca caminharam por esses corredores… Tantas para serem salvas… Pelo menos, pude salvar uma.

Hoje, resgatei um ser humano!”

Autor desconhecido.

=====

A todos um bom final de semana :)
[img:klaus.jpg,full,centralizado]

 

Alguém aí tem um desse em casa?

[img:garfield.png,resized,centralizado]

 

Vocês acreditam…

… que eu ainda não fui adotado?

Tô castrado, vermifugado, há semanas não sei o que é ter pulgas, fome ou frio… Meu humano de estimação, onde está você que ainda não veio me buscar?!

Assinado: Abdo.

[img:abdo_1.jpg,full,centralizado]

 

Despedida

Hoje quero colocar aqui o depoimento de uma pessoa que numa sexta-feira 13 perdeu para a morte seus dois melhores amigos: seus cães.

Juliana é, além de minha irmã de sangue e de coração, uma pessoa que compartilha comigo as ações e os pensamentos sobre os animais. Já perdi as contas de em quantos resgates participamos juntas, quantos bichinhos cuidamos, levamos pra castrar, medicamos… Quantas perdas choramos juntas, não se dizer. E quantas vitórias também, ainda mais.

Ela tinha quatro cães: Chico (o primogênito, 5 anos, adotado com 30 dias), Zélia (vovozinha de 9 anos, adotada aos 7, a matriarca da casa), Ogum (dois anos, sobrevivente de parvo numa ninhada inteira) e Bruce (14 meses, o maior, mais banana e caçula da casa).

Sempre que vejo pessoas desfazendo-se dos seus animais porque precisam se mudar, penso no que a Ju fez. Ela morava com meus avós quando chegou o Chico; houve um momento que a casa já era pequena para ela e o Chico juntos, e ela então alugou uma casa para ela. A maior dificuldade é que a casa deveria ter quintal, afinal o Chico precisava de espaço. E assim foi.

Uma moça morando sozinha e seu cachorro. No ano seguinte veio a Zelia, pois o Chico ficava muito sozinho. No próximo ano veio o Ogum, e a família ficou completa. Ano passado veio o Bruce, irmão do meu Klaus, e então a família ganhou mais um membro e fechou.

Este ano foi preciso alugar uma casa maior, com mais espaço para os cães. E assim foi feito, mas dois deles não puderam viver na casa nova. Não puderam por essas desgraças que acontecem no mundo e que a gente nunca entende.

Ontem Chico e Ogum partiram desta vida. Foram juntos, e o último olhar que viram foi da mãe deles. Eu pessoalmente não sei dizer o quanto me dói imaginar que o Nego (Chico) não está mais aqui; o coração berra, berra. Ogum então nem se fala.

A Ju não é de muitas palavras, mas hoje li este depoimento em seu perfil e não pude deixar de colocar aqui. Divido nossas alegrias sempre com nossos leitores, amigos e colaboradores e hoje não foi diferente. Não é alegre, nem é feliz, nem tem como ser… Mas vem do fundo do fim do coração.

Fica aqui minha homenagem aos nossos dois amados filhos… Nada do que se faça poderá amenizar a dor da perda de vocês, amores. Nada.

[img:PAINEL_NEGO.jpg,resized,centralizado]
.
[img:painel_ogum.jpg,resized,centralizado]

========

Aqui, o depoimento da dona deles, a Ju:

Dedicatória as criaturas mais amadas do Mundo que hoje se foram….viraram estrelas..nesse imenso céu..ainda cinza…13/02….certamente o mais triste da minha vida.

Aos meu dois gdes amores escreverei as coisas que estão passando pela minha cabeça, numa tentativa de aliviar uma sensação de vazio estranha … tenho certeza de que sabiam de tudo isso e muito mais…sentiam isso pois todos os dias nos diziamos isso, sem dizer apenas uma palavra…as coisas mais importantes nos dissemos a cada carinho, cada agrado, a cada olhar, por mais breve que fosse.

Amores…Devo a vocês meu conceito de amor, de lealdade, de respeito, de companheirismo…segui minha vida e vivi pra vcs todos os dias da minha vida..até enquanto a vida nos permitiu que ficassemos juntos. Não me arrependo de nd…não lamentto por nenhum risco no carro, por nenhum latido que tive q corrigir, por nenhuma reclamação de vizinhos…rs…por nd. Minha recompensa estava em cada recepção..em cada pulo, em cada bolinha que me traziam, em cada ossinho q a quanto custo conseguimos fazer juntos a nossa gde proeza: sentar! Quantas coisas passmos juntos não é!!! Quanto orgulho…Ogum q sobreviveu a pior das parvoviroses q já existiram no Mundo…quanta vontade de viver né garoto!! E por ter conseguido resistir a tanta coisa ruim, teve anhonra de fazer parte da nossa familia!!!Chicão que já latia aos um mês de idade..sempre imponente e nervoso…protetor..que guardiões eu tive não é! Quanta lealdade…Quanta gente te amava garoto…eras tão importante que não imaginaria o quanto!!!

Aos meus dois amores Chico e Ogum, todo o meu amor. Devo a vcs tdas coisas que tenho e que sou…, e dentre todas elas, devo a vcs muita coisa do que sou hoje. Símbolos de dedicação, lealdade, amizade, companheirismo e o mais puro e lindo dos amores: o amor de um cão. Quem nunca o teve, não sabe o q significa. Tê-los em minha vida foi um presente. Uma pena q tenha sido por tão pouco tempo. Mas sei que esse tempo, por pouco q possa parecer foi o suficiente pra encher minha vida de alegria e de segurança. Isso é o q representam e representarão sempre. Meu coração hoje está partido em dois. Nós 4 eramos apenas 1. Hoje , sem vocês chove muito. O céu está cinza e me sinto um pouco enjoada. Consequencias físicas de uma saudade que dói no corpo. Sei q esse desconforto físico passará mas o vazio e a saudade ficarão para sempre. Hoje, eu Zélia e Bruce estamos aqui …calmos mas despedaçados.
Calmos porque sabemos que estão bem onde quer q estejam…a paz finalmente voltou ao coração de vcs.

Embora tenhamos que ter coragem pra enfrentar essa nossa nova vida sem vocês confesso que ainda não nos acostumamos e nao está sendo nd facil.

Acredito q esse dia nunca chegará pois a falta que fazem é imensa.
Tentaremos viver uma vida nova a partir de agora pois é assim que o Mundo exige.
Hoje temos novos companheiros mas nunca , jamais nos esqueceremos de vcs porque seria como se nos esquecessemos tbm, afinal éramos apenas um.

Espero ter sido pra vcs meus amore, um terço do que foram pra mim…espero ter-lhes provado o quanto os amava, até o último segundo da vida de vcs…nossos olhares se cruzaram até o ultimo segundo e não esquecerei nunca este dia tão triste pra nós.

Ter perdido vcs é ter um pedaço a menos mas tentei oferecer a vcs a melhor vida que poderiam ter e sei que fiz tudo pq vcs não mereciam nada menos do que isso.

Descansem em paz meus amores.

Com todo o amor do Mundo, descansem em paz.

Chico, meu negão, meu garoto….Ogum, meu Niara..meu filhinho…meu Zé Manézinho…amarei vocês pra sempre…jamais os esquecerei.

Vcs não eram apenas cães..eram amigos leais, companheiros, gentis, fortes, lutadores, fiéis, …..se foram cedo demais…

Um bj no coraçãozinho, agora calmo, de vcs.

A vcs três palavras: Amor, lealdade e coragem.

Obrigada mãe, pai, Tati, Donna, Lú,Cris,Zélia, Bruce.vó.Dra Lisandra…que estiveram comigo agora…

Saudades …

Obrigada a todos.

Quem sou eu? Eu hoje sou Saudade.

 

QG Felino

Folks,

Acho que há um certo complô entre os gatos da minha rua. Corre à boca pequena que minha garagem virou ponto deliberado de HIBERNAÇÃO. Isso mesmo, hibernação!

Já perdi a conta de quantas vezes resgatei, castrei e doei gatinhos que escolheram minha garagem como casa. Meu endereço não é ponto de abandono, ou seja, não são gatinhos que foram jogados aqui mas sim que entraram aqui e por alguma razão ficaram.

Sábado pintou uma mocinha tigrada muito fofa. Estava bem cuidada, castrada, gordinha. Eu a alimentei, ela DEVOROU a ração e foi pro fundo da garagem tirar sua soneca.

Domingo foi a mesma coisa. Segunda-feira percebi que ela não saía mais daqui.

Procurei pela vizinhança por alguém que tivesse perdido uma gata, mas NADA.

Bom, agora ela se chama Tininha e ainda vamos aguardar uns dias para ver se o dono aparece mas… Já estamos buscando um dono para ela.

A mocinha tem em torno de um ano e meio, já está castrada e será vacinada.

Sabem aquelas gatinhas que a gente morre de dó de ver na rua? Aqueles que são presa fácil, que se jogam aos pés das pessoas, que buscam carinho desesperadamente? A Tininha é desses. Colocamos coleirinha nela na hora da foto, mas depois ela mesma arrancou tudo rs

Foto da boneca:

[img:tininha.jpg,resized,centralizado]


Só reiterando: ela foi encontrada nas imediações do bairro Tucuruvi, na Zona Norte de São Paulo.

Obrigada a todos!

 

Obama, cachorrinho lindo para adoção!

O Obama está em Praia Grande, litoral sul de São Paulo, mas poderá ser entregue nas cidades vizinhas e também na Capital de SP.

[img:obama.jpg,resized,centralizado]

[img:obama2.jpg,full,centralizado]

 

Quem vai ficar com… Pedrita!

[img:painel_pedrita.jpg,resized,centralizado]

 

A importância de uma adaptação bem feita.

Boa noite, pessoal.

Hoje gostaria de abordar um assunto aparentemente despretensioso mas que no fundo é tão essencial quanto o próprio ato de adotar um animalzinho: a adaptação dele ao novo lar e, se for o caso, a um outro animal que já viva contigo.

Obviamente minha experiência maior é com gatos (rs) e vou tomar a liberdade de citá-los diretamente neste artigo. O que direi aqui baseia-se na minha experiência, em estudos que já li e também na opinião de pessoas ainda mais experientes do que eu.

Até há bem pouco tempo eu me gabava por não ter recebido gatinhos que foram adotados e devolvidos. Sempre tive muito cuidado em observar bem o gatinho e também o adotante de modo a não oferecer (ou permitir a adoção de) um animal que não se encaixasse naquele estilo de vida.

Vou exemplificar: a pessoa vê a foto de um gato liiiiiindo, adulto, enorme, azul, e quer adotá-lo. Não se importa com nada, mas quer AQUELE gato azul. Acontece que aquele gato é temperamental, genioso e não gosta de colo, e acontece também que o candidato a adoção terá nele seu primeiro gato. Num caso desses por exemplo não dôo de jeito nenhum. Explico os porquês, ofereço outro gatinho que se encaixe mais no perfil (um tranquilinho, que goste de ser pego, essas coisas). Enfim, isso é só o básico; na prática, a coisa vai muuuuito mais longe rs

O fato é que em final de dezembro e começo de janeiro tivemos 3 devoluções de gatinhos. Isso é muito estressante para eles, para nós e obviamente para os gatinhos que seriam companheiros deles caso a adaptação fosse feita corretamente, levada a sério como se deve. Todas as dicas e passo-a-passo na adaptação num primeiro momento parecem água e borracha e a pessoa sempre acha que sua experiência e seu feeling funcionam melhor; é exatamente neste momento que as coisas saem erradas.

Temos o cuidado de sempre entregar nossos bichinhos pessoalmente, o que serve para avaliar melhor as situações além de checar a casa onde eles vão morar. Se é segura, essas coisas. Mesmo assim, e mesmo acompanhando muito de perto, acontecem problemas.

Nos três casos, a devolução não levou nem 48h. Sabemos que 48h não são suficientes pra adaptação alguma, muito menos para uma decisão tão drástica como uma devolução. Entendemos que muitas vezes a situação entre dois gatos desconhecidos pode ser assustadora e isso apavora mesmo, mas é nesse momento que mais precisamos ter calma e botar a cabeça no lugar.

Vou tentar aqui citar alguns problemas na adaptação ou ainda, antes dela, na concepção que as pessoas tem dos felinos. São erros comuns a muita gente, mas não se sinta aborrecido caso viva uma situação parecida; é sempre tempo de mudar.

1. Humanização dos animais.

Quem de nós não chama o gato de ‘filhinho’? Rs chega a ser normal. O perigo mora logo depois disso: um gato não é nosso filhinho. Ele não é uma pessoa, não tem raciocínio, não sabe que se bater no gatinho da casa ele corre o risco de ser devolvido. Ele age puramente por instinto e tem uma personalidade peculiar; não há um gato igual ao outro. Gatos tem uma hierarquia própria, e normalmente decidem isso “na mão” ou “no grito”. Obviamente há gatos que são verdadeiros lordes, donos de um temperamento enormemente maleável e facilmente adaptáveis a qualquer ambiente, mas lamentamos informar que são a minoria no mundo :)

[img:humaniza____o.jpg,full,centralizado]

Desta forma, muita gente se desespera ao ver o gato da casa ficar acuado diante do gato chegante. Isso acontece mesmo, mas acontece pra assustar quando o período de adaptação não é respeitado. Adaptação é gradativa, um teste de paciência e também de amor.

Pode acontecer que a hierarquia da casa mude com a chegada de um gato diferente. Isso tudo, entretanto, é resolvido entre eles. Para eles é irrelevante saber quem está ha mais tempo, quem é o mais querido, quem é o dodói. Com um pouco de paciência e tempo, eles geralmente se tornarão amigos de infância.

2. Medo de cara feia
[img:carafeia2.jpg,full,centralizado]

Obviamente precisamos respeitar os limites de cada criatura, e não estou aqui querendo dizer que um gato deve ser forçado a conviver com outro a qualquer custo. Sempre digo que a adoção de um animal deve vir recheada de alegria – ainda que com alguns percalços eventuais -, mas deve necessariamente trazer alegria pra todos. Raramente não traz, mas esse raramente tem o peso exato da concepção da palavra.

Porém, não é raro uma devolução com as seguintes alegações:

“Meu gato ficou fazendo um barulho esquisito e fiquei com medo” ou “meu gato ficou acuado com medo do Chegante” ou “Meu gato não está mais querendo ficar no meu colo como era antes”. Apesar de isso tudo ser absolutamente normal – mesmo quando a adaptação é correta – chega a desesperar as pessoas a ponto de devolverem. Numa ocasião, eu soube que um filhotinho de 2 meses que eu havia doado na noite anterior seria devolvido e que sua então ‘dona’ estava na minha porta para entregá-lo.

Ao decidir adotar outro gato, é preciso compreender que o gato que chega não é brinquedo para o gato da casa. Que há gatos que vivem muito bem obrigado sem companhia de outro felino, portanto, o ato de adotar tem que ser essencialmente porque VOCÊ deseja isso. Seu gato não vai entender suas boas intenções ao trazer um gato estranho aos domínios dele.

3. Meu gato mais velho já estava aqui, portanto ELE é o líder!
[img:o_gato_rei.jpg,full,centralizado]
(clique para ver crédito da imagem)

“Como assim chega um gatinho na casa e faz cara feia para o mais velho? E como assim, o mais velho não reage? Nããããão, tem alguma coisa errada com este gato! Ele é insolente e não respeita a hierarquia, ele acha que é o dono da casa e anda como se fosse!”

Isso infelizmente também é comum. É um erro, pois gatos não são como cães. Gatos não tem líderes, pois não vivem em matilhas. Gatos são territorialistas e somente dividem as tarefas de modo bastante equalizado, mas cada um por si. Acontece de afeiçoarem-se a ponto de definhar de tristeza e saudade de um companheirinho que se foi? Obviamente. Ainda assim é preciso que nos prestemos a tentar compreender o comportamento dos gatos para então compreender seus sinais, o que precisam e o que esperam de nós.

Portanto, dê graças se adotar um gato e ele caminhar pela casa sem nenhum estranhamento. Isso certamente facilitará a adaptação dele com o gato da casa, já que animais assim dificilmente procuram encrenca ou revidam um fuuuuzzz mais forte. São gatos seguros de si e desprovidos de medo, o que é ótimo.

[img:insolente.jpg,full,centralizado]

Botar dois gatos desconhecidos juntos num mesmo ambiente, de uma vez, é encrenca certa. Portanto, seguir as regrinhas é praticamente garantia de uma convivência no mínimo pacífica entre dois felinos – isso referindo-me obviamente a animais castrados ;)

Bom, é isso. Espero que esse artigo seja util de alguma forma para você que está pensando em adotar um gatinho ou já passa por algumas das situações descritas aqui.

Obrigada e até mais!!

Tatis.

[img:zonaaaaaaaaa.jpg,resized,centralizado]