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Arquivo de Maio de 2009



Notícias do mundo animal Tatis em 25 Mai 2009

Com quase 2 mi de deficientes visuais, Brasil tem apenas 60 cães guias

diesel - diesel

Thays Martinez, 35, e Diesel, 2, seu novo cão guia: símbolos da luta por direitos
por Daya Lima

Quando Boris, um labrador de dez anos, se aposentou, no final de 2008, Thays Martinez, 35, precisou encontrar um novo companheiro de caminhada. O escolhido foi Diesel, 2, da mesma raça. “Estamos nos adaptando, e ele é excelente”, afirma a advogada, que perdeu a visão aos quatro anos e foi pioneira no uso de cão guia para se locomover em São Paulo.

Adaptação, no caso, é aumentar a sintonia entre ambos, para que o animal leia automaticamente os comandos da dona.

No Dia Internacional do Cão Guia, comemorado em 29 de abril, lá estava Diesel, que estreou na função há quatro meses, no shopping Iguatemi. Ele participou do evento de conscientização promovido pelo Iris (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social), fundado por Thays em 2002.

Ela ficou conhecida como a “moça do cão guia” por ter sido barrada no metrô de São Paulo em maio de 2000. Saiu vitoriosa de uma batalha judicial que fez de Boris o primeiro animal autorizado a guiar um cego pelos trens urbanos da cidade. Um marco na garantia do direito de ir e vir dos deficientes visuais.

Há muito a conscientizar e pouco a festejar sobre o assunto. Treinado nos EUA, Diesel é um dos 60 cães que guiam deficientes no Brasil, enquanto existem quase 2 milhões de cegos no país, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Só no Iris, mais de 2.000 pessoas esperam na fila por um cão guia. Um dos motivos da espera é que poucas ONGs brasileiras se dedicam ao treinamento. É o caso do Instituto de Integração Social e de Promoção da Cidadania (Integra), localizado em Brasília, que desenvolve o projeto Cão Guia de Cegos, desde 2002, em parceria com o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal.

De lá, saíram 26 cães guias que estão espalhados pelo Brasil. “Podemos capacitar mais, só que faltam recursos”, diz Michele Pöttker, coordenadora do projeto que tem patrocínio de empresas como Bayer e Premier.

A ONG tem mais de 250 pessoas cadastradas para receber um cão. “O treinamento e a manutenção de cada animal custam em torno de R$ 20 mil para a entidade”, estima Michele. O usuário não paga pelo cão. As únicas despesas são de alojamento e alimentação no período de adaptação -que dura de 15 a 25 dias. A diária fica em torno de R$ 60.

Já o Iris não realiza treinamento completo no Brasil. O instituto paulistano fez uma parceria com a Leader Dogs, escola de treinamento de Detroit, nos Estados Unidos. “A escola nos doa oito cães por ano, e conseguimos, a duras penas, mandar os deficientes para lá”, explica Thays. O parceiro brasileiro banca passagens e um dossiê em inglês contendo informações e imagens do usuário.

O processo esbarra na falta de recursos. “Se fizéssemos o treinamento por aqui, seria menos burocrático e mais deficientes teriam cão guia”, afirma. Em 2009, o Iris deve enviar mais oito cegos aos EUA.

O advogado Genival dos Santos, 30, foi um dos deficientes apadrinhados pelo Iris. “Em 2006, fui aos Estados Unidos ‘buscar’ meus olhos.” Layla, uma labrador de três anos e meio, possibilita a vida agitada de Genival. “Ela me acorda todos os dias às 6h. Vamos a uma praça para que faça suas necessidades e seguimos para o trabalho”, conta.

Genival trabalha em um banco na avenida Paulista que, segundo ele, trata Layla como “funcionária”. “Ela tem uma graminha especial, dentro do banco, para fazer xixi quando der vontade.”

Morador do Jabaquara, ele usa o metrô diariamente e fez amigos pelo trajeto. Mas ainda sofre com a desinformação da população: “Layla é sempre distraída pelas pessoas. Acham que ela não saberá me conduzir na escada rolante e na entrada do trem”.

Incidente no metrô
A boa vontade pode atrapalhar. Há poucos dias, Genival tropeçou quando ia entrar no metrô justamente porque um passageiro tentou lhe dar a mão. “As pessoas não confiam no cão guia”, constata.

Para o treinador Moisés Vieira Jr., há 13 anos na função, a principal característica que um animal deve ter para virar guia é ser fiel ao dono. “Todo cão pode aprender, desde que seja bem treinado e que tenha um comportamento que mescle segurança e obediência.”

Foram tais qualidades de Boris que conquistaram Thays. O cão guia era sua sombra e adivinhava suas vontades. O sinal de que era hora de aposentá-lo veio depois de um incidente: Boris não conseguiu desviar a dona de uma escada em plena Paulista.

Resultado: ela bateu a cabeça na escada. “Eu chorava de tristeza, e as pessoas achavam que era de dor”, conta Thays, que se deu conta de que era hora de dar descanso a quem lhe serviu tanto.

Para ser um cão guia
>> O animal deve ter comportamento dócil e estável, além de ser sociável, atencioso, obediente e de não se distrair facilmente
>> No Brasil, o labrador é a raça mais utilizada, seguida do golden retriever e do pastor alemão, que é a preferida no exterior

>> O cão selecionado vai para a casa de uma família, onde permanece por até dez meses. Em seguida, volta para a escola e fica de seis meses a um ano em treinamento específico com os treinadores

>> Por fim, o animal treinado passa por um processo de adaptação ao usuário, de forma que o deficiente encontre um cão adequado às suas necessidades

Mais informações: www.iris.org.br ou www.bayerpet.com.br

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Fonte: Michele Pöttker, do Integra, coordenadora do Projeto Cão Guia, e Moisés Vieira Jr., treinador do Iris

Humor Tatis em 21 Mai 2009

Ewan e Liam em ação, mostrando na realidade quem são!

jedis copy - jedis copy

:)

Notícias do mundo animal Tatis em 19 Mai 2009

Casal detona a casa para achar gata que ficou presa na parede.

Gata de estimação Bubba ficou mais de três dias presa em parede. Casal precisou chamar encanador para ajudar a localizar o felino.

O casal norte-americano Phillip e Cheryl Albers ficou desesperado quando a gata de estimação Bubba desapareceu. O felino sumiu durante a reparação do ar condicionado na semana passada na residência do casal em Marion, no estado do Arkansas (EUA).

Segundo a emissora WMC-TV, Cheryl e Phillip ouviam toda a noite o miado de Bubba, mas não conseguiam encontrá-la. Eles chegaram a fazer buracos nas paredes da sala, no corredor e no armário na tentativa de localizar o felino, mas sem sucesso.

Após mais de três dias de angústia, o casal decidiu ligar para uma empresa que presta serviços de encanamento. “Nós somos encanadores, e não especialistas em encontrar gatos”, argumentou Fred Simmons, da empresa “Roto Rooter”.

No entanto, usando um aparelho com câmera, o encanador vasculhou entre as paredes e acabou encontrando a gata finalmente. Bubba tinha ficado presa em uma passagem estreita entre um armário e a parede.

Apesar de felizes com o fato de a gata ter sido achada, a aventura de Bubba vai custar caro para o casal. Eles terão que reparar os vários buracos que fizeram na casa, na tentativa de localizar seu animal de estimação.

Fonte: Globo.com

Resgate Tatis em 17 Mai 2009

Gateira quando descansa, resgata gatinhos… Rs

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Amigos,

Hoje, sábado, um sol lindo no finalzinho da tarde. Como eu estava devendo uma visitinha pra Livia, passei por lá. E, obviamente, em frente ao ferro-velho de um velho conhecido nosso: o Sr. Joaquim.

Quem se lembra dele? Clique aqui se você é um confrade há menos de um ano :) e veja a história completa.

Viro a esquina e lá estão, estatelados na calçada, dois gatinhos. Um de uns quatro meses já, todinho dourado, e outro frajolinha. Chego mais perto devagar e o outro gato, amarelinho, vem se enroscar nas minhas pernas… Abaixo, pego ele e o frajolinha (remelento!) que não oferece nenhuma resistência. Atravesso a rua, entro no carro, chamo Livia que já desce ‘armada’ com caixa de transporte e lá vou eu com mais dois gatinhos no carro.

Calma, não sequestrei os gatos. Eles ficam jogados ali na frente do ferro-velho ‘a deus dará’. E eu, macaca velha, não dei sopa para o azar.

Fiquei muito preocupada com o frajolinha, pois ele é muito miudinho e rino numa idade dessa pode ser crucial. Liguei para marido, falei “Achei dois gatinhos, um miudinho e outro maiorzinho”, e ele imediatamente me respondeu “Você pegou eles, né?” ;) aiaiai gente, nada melhor do que ter marido gateiro!

Viemos para casa e então a ficha cai: onde colocá-los?

Como todos sabem, tenho um espaço reservado em casa para os resgatinhos. Porém, esse espaço já estava ocupado pelos super saudáveis e gordinhos Lampião, Maria Bonita e Cleide. Misturar um remelentinho com gatinhos saudáveis? Nem pensar.

Meu banheiro é a última opção sempre. Primeiro porque é um entra e sai enorme (rs), segundo porque meus três gatos machos ADORAM beber água da torneira e não acho justo que eles fiquem sem isso. Mas o que fazer?

O que antes de ontem era um banheiro lindinho, limpo, arrumadinho e aberto, hoje virou um campo de batalha.

001 1 2 - 001 1 2

Então, enfim, vou apresentar nossos novos hóspedes:

Ewan, que foi batizado em homenagem a um ator que gosto muito, Ewan McGregor:

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Liam, que foi batizado em homenagem a um ator que minha mãe gosta muito :) , Liam Neeson:

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Para alguns náticos, a dupla vai parecer óbvia… Mas como nem todo mundo é doido e aos mais de 30 anos continua vidrado em Star Wars, Neeson e McGregor formaram a dupla de Jedis bonzinhos em “Star Wars I - A Ameaça Fantasma”. Eram Qui-Gon Jin e Obi-Wan Kenobi, respectivamente.

Deixando o mundo fantástico de lado (mas só um pouquinho rs) seguimos com a realidade: há dez dias eu tinha em casa somente os cuidados com minha Sabininha, que ficou dodói. Ela teve alta e eu ganhei mais trabalho :) e agora temos:

Lampião,
Maria Bonita,
Cleide,
Ewan,
Liam,
Jack Sparrow.

Êpa!! Que Jack Sparrow é este?

Quase ia esquecendo… O Jack é um gatinho que veio de Guaratinguetá e que precisa muito de ajuda. Saiu de uma colônia muito grande de animais e, quando foi resgatado, seu olhinh esquerdo era tão enorme de dodói que precisou ser removido. Ou seja, nosso principezinho só enxerga com um dos olhos mas compensa qualquer coisa com seu enorme bom humor e carinho, e amanhã já virá aqui pra casa.

Vejam que lindeza:

Jack - Jack

Bom, o nome é o mesmo de um personagem de “Piratas do Caribe”, e acho que todo mundo pode imaginar por que razão ele é justamente o Jack:)

Acho que por hoje é só, né?

Contamos com o apoio de vocês para continuar cuidando dessas vidinhas como elas merecem e, claro - e talvez o mais importante -, a encontrar um lar digno para eles.

Beijos e obrigada!

Resgate Tatis em 15 Mai 2009

Lampião, Maria Bonita e Cleide.

Meus novos hóspedes:

nene 05 - nene 05

Chegaram hoje e foram batizados pelo Tadeu como Lampião (o Frajolinha), Maria Bonita e Cleide (as pretinhas).

Não são lindos?

Curiosidades Felinas & Textos Vitors em 10 Mai 2009

A saga da doação do Gary: bicho não é presente e gato persa não é troféu.

Boa noite, pessoal.

Gostaria hoje de publicar um artigo que há muito tenho vontade de escrever, mas ele acabou por abranger dois assuntos dada a situação que me motivou a escrevê-lo.

O primeiro assunto é a dificuldade em doar um animal de raça. O segundo é a mentalidade que as pessoas têm ao acharem que um animal pode ser um presente.

Quando tenho um animal que seja de alguma raça ou que tenha alguma necessidade especial (albinos, surdos, etc), a doação dele é absurdamente difícil. Por diversas vezes estive encarregada de doar persas, maine coons e até mesmo um british shorthair, e foram as doações que mais me demandaram tempo, trabalho e sossego.

Todo mundo se anima a ter um persa. “De graça” ainda por cima, que maravilha! Porém são poucas as pessoas que enxergam um animal como um ser vivo que merece respeito, cuidado e amor como qualquer outro; poucos enxergam um gato desses como um gato e não como um troféu.

Nunca fui contra uma pessoa optar por ter um animal de determinada raça ou aquele sem raça definida. Acho que cada adotante deve ter ciência de suas condições de espaço e tempo. Tratando-se principalmente de cães, muitas vezes a noção do tamanho que o animal terá ao tornar-se adulto é fundamental na adoção. Também nunca critiquei quem opte por comprar um animal, desde que o faça de maneira consciente e de criadores decentes, não cachorreiros ou petshops irresponsáveis.

O que sou contra é uma pessoa querer um animal só porque ele tem uma raça sem preocupar-se se é capaz de oferecer o que ele precisa com relação a cuidados específicos. É querer um troféu, e não um gato.

Apesar da quantidade de pessoas que se candidataram para adotar o último persa que doei (53 pretendentes), levei um mês para conversar com essas pessoas, entrevistá-las e na maioria das vezes, recusar a doação. Ouvi desaforos dos tipos que vou citar abaixo - exatamente da maneira (escrita, inclusive) que recebi:

“Gostaria muito de adota-lo mais com essa frescurada toda, vendo se eu quiser adota-lo de verdade, percebi que nao terei sussego com os antigos donos”

e também:

“ah e como pode saber quanto temos em conta corrente ‘’ a ração é cara'’ enfim tente cometer menos gaffi em outros contatos.e até nunca mais.”

Isso tudo porque no primeiro caso eu sequer fiz algum contato: a pessoa olhou o anúncio e deu-se ao trabalho de me escrever isso. No segundo caso, a pessoa dizia que tinha quatro cães e que o gato era presente para a sobrinha, e eu então expliquei com a maior educação do mundo que não podemos dar animais de presente, que eu precisaria conversar com os pais da menina para saber se eles estavam de acordo e se eles tinham consciência dos custos para manter um persa e, estando eles dentro dos nossos critérios, eu doaria o gato com todo o prazer.

É aí que entro no segundo assunto: a mania que as pessoas tem de achar que bicho é presente.

Vida não é presente. Não se dá um animal de presente sem que o presenteado saiba, não se faz surpresa com uma vida. Serão quinze anos de cuidados constantes, e não é possível ‘presentear’ alguém com algo que lhe dará ‘trabalho’ por quinze anos. O compromisso é enorme!

Também sobre isso, recebi a seguinte resposta (igualmente reproduzo da maneira exata como recebi):

“pode ser presente sim porque quando vamos ter filhos dizemos ter recebido um presente de deus,e o animal tembem só não disse a ela para não causa-le ansiedade.mas tudo bem doe a quem pensar como vc porque assim se sentirá melhor, para nossa família a vida é um presente de deus!!!!!!!!!”

Um enorme problema em lidar com as pessoas nessa escala é que elas sempre pensam que nossos critérios são pessoais. Que quando informo o preço da ração, vacinas, banhos e tudo o mais, na verdade estou insinuando que elas não tem dinheiro para manter o gato e não é nada disso.

Outro problema é que muitas vezes as pessoas não entendem que bicho não é brinquedo. Bicho não pode ser trocado quando quebra. Bicho não tem certificado de garantia e não dá pra repor peça. E mais ainda, animal não é presente surpresa para criança alguma sem que os pais saibam disso.

Por incrível que pareça, é bem mais fácil doar um vira-latinha (SRD) do que um gato “de raça”.

Acabo doando o gato geralmente para pessoas que tem condições e conhecimento para comprar um, mas optam por adotar ou ainda para adotantes que já têm gatos nossos. Muitas são as pessoas que nos procuram e que não tem a menor condição de ter animal algum, mas não posso dizer isso com todas as letras, e nem é necessário.

O que lamento é saber que em outras situações e com ‘protetores’ menos criteriosos, animais são doados somente para ter uma chance de sair do ruim pro menos pior. Quantos abandonos não vemos por aí porque proprietários não se encaixam no que o animal precisa, ou quando o animal não tem o perfil que o adotante busca?

Temos exigências básicas para doar um gatinho (apartamento telado ou casa igualmente segura, ração de qualidade, veterinário quando necessário), mas quando exigimos algo a mais para algum gato em específico, não é à toa: sabemos do que falamos. Quando exigimos, além de respeitar os limites e necessidades do animal, também baixamos a quase zero as chances de a adoção dar errado.

O Gary mesmo (o ultimo persa) exigia uma casa sem outros animais, quaisquer que fossem eles. Ainda assim a quantidade de pessoas que tentaram adotá-lo tendo outros gatos/cães - mesmo tendo deixado isso muito claro no anúncio - foi enorme. Os argumentos iam de

“eu darei a ele muito carinho e ele não terá ciúmes, vou mostrar a vocês como é que se cuida de um gato”

até o

“tenho outros seis ‘perças’ mas eles não vivem dentro de casa, só este viverá”.

Ou seja, perdem o tempo delas e o nosso também, pois mesmo aos contatos mais absurdos eu respondo.

Enfim, doar um animal demanda tempo, paciência, experiência e principalmente discernimento (e também algum conhecimento) para não preocupar-se em doar o bicho somente para que a pessoa não se magoe. Tenho ótimos amigos que são péssimos adotantes, e por duas vezes recusei-me a doar gatos a eles. Não tenho qualquer problema em dizer isso. Muitas foram as vezes que um candidato não atendia às nossas exigências mas quis adaptar-se colocando telas nas janelas, adquirindo ração adequada ou castrando os animais que já tinham em casa. Felizmente esse número de pessoas cresce constantemente, para nossa alegria =o)

Para finalizar a história, o Gary hoje vive num lar em que reina sozinho e tem a companhia de duas crianças (ele adora crianças), e sua proprietária atendeu a todas as nossas exigências. Em quatro dias de casa nova ele já está bem adaptado, come bem e leva a vida que precisava. E, mais uma vez, é reflexo da máxima que tenho comigo de jamais arriscar a vida de um animal para agradar uma pessoa, seja ela adulta ou criança. Aquela vida, para mim, está em primeiro lugar.

Grande abraço a todos e obrigada pela visita!

Tatis.

102 - 102

Fazendo a nossa parte Vitors em 06 Mai 2009

Notícias do Front, que agora é nossa casa.

Oi!

Como notamos nossa mamãe e nosso papai muito sobrecarregados, resolvemos dar uma forcinha e por alguns dias estaremos por aqui atualizando o blog. Nós somos gatos, mas somos gatos cultos! Ha!

Como nossa irmã pretinha tá dodói e nossa mãe anda ‘meio’ cheia de dedos com ela, viremos sempre dar notícias. O pobre do nosso papai entra na dança também, mas ele sabe nos compensar com petiscos hihihi

A Sabina, nossa irmãzinha, foi diagnosticada com lipidose hepática. É uma doença chata mas a Sabina teve sorte porque a mamãe descobriu bem rapidinho que havia algo errado. A Tia Lizandra prescreveu o tratamento e agora nossa casa virou um front: é tubinho pra todo lado, seringas, bolsinhas de soro e remedinhos, um caos!

Nossa cadeira favorita virou caminha pra Sabina receber a fluidoterapia que é essencial pra que ela se recupere. Como ela é medrosa e estressadinha (hihihi) a mamãe optou por tratar dela em casa e não internada. O papai ajuda, olha só:

sabininha - sabininha

Depois do soro e da medicação, a Sabina precisa comer. Ela dá um trabaaaaalho pra comer, mas a gente não entende por que! É uma comidinha tão deliciosa hihihi cada dia é uma coisa diferente.

O que podemos dizer é que a gente adoooooora comer colheradas da gororoba que mamãe faz pra Sabina!

Bom, por enquanto é isso. Amanhã a gente vem postar mais coisas, tá?

Um CatAbraço em todo mundo!

Vítors, os gatinhos da casa da Tatis e do Cris.