Archive for agosto, 2009

Passando pra dizer oi!

Oi Pessoal!

A tia que cuida de mim acha que eu estou super gordinha e que serei a primeira a poder ser adotada. Devo dizer que estou adorando a estadia por aqui, já engordei e amo os arranhadores. Essa minha cara de invocada foi porque essa tia maluca me tirou do meio da segunda etapa do meu curso de escalada esportiva ao sofá e me forçou a tirar foto.

Lambs!

Ass.: Aretha Franklin.

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O que anda acontecendo na Confraria?

Oi pessoal,

Resolvi contar pra vocês um pouquinho do nosso dia-a-dia. Quis fazer isso hoje porque estamos próximos de completar dois anos de existência e não pude deixar de pensar no quanto amadurecemos, crescemos e aprendemos a fazer mais – e melhor – pelos bichitos.

Primeiro vou apresentar nossos detonadinhos, nossos fofinhos , todos abrigados, alimentados e alguns em tratamento veterinário.

Dimitri:

Esse gatão foi resgatado pela Juliana em Ferraz de Vasconcelos, lembram dele?

Conosco hé 26 dias, ele melhorou MUITO. A idéia inicial era não tosá-lo, mas isso logo ficou inviável e tosamos tudo. Isso revelou ainda mais o gato LINDO que o Dimitri é – além de albino, surdo e carinhosíssimo. Ele chegou com um problema horroroso na respiração, com a pele absolutamente detonada, com as orelhas entupidas de sarna de ouvido e carregava consigo uma fome que parecia secular :-) ) então lá vai agora uma foto dele de ontem.

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No dia em que chegou, eu comprei um saquinho de 400g de BabyCat pro Dimitri. Sabem quanto tempo durou? Dois dias. Imaginem uma tristeza dessas: um gato de 2,5kg comer 400g de ração em 2h dá algo em torno de 200g por dia. Porém, 200g é quase 10% do peso dele! Imagine só uma mulher de 45kg comendo 4,5kg de comida num único dia! A proporção é essa. Pra ‘ajudar’, o danado não come ração úmida nem por decreto, por essa razão eu achei que ele demoraria muito a ganhar peso mas comendo o que come… Rs difícil, né?

Rhea:

Essa linda tricolor chegou há exatamente um mês e me ganhou logo de cara. Gosto de tudo quanto é gato, mas me atraem mais aqueles geniosos, aqueles que deixam bem claro o que querem e o que gostam, aqueles que precisam ser conquistados. É algo muito pessoal (rs), mas comigo acaba funcionando assim.

Depois de castrada a Rhea foi vacinada, mas por um enorme azar o vírus da rinotraqueíte já estava alojado nela e veio com toda a força. O tratamento tá no finzinho e ela já está super melhor, prontinha para o novo lar.

Olhem que linda ela está, parece uma pintura:
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Amélie, Cibele e bebês:

Lembram deste caso? Resumindo: A Cibele chegou com 10 babies de 3 ninhadas diferentes e não conseguia ficar em pé sozinha tamanha a fraqueza que sentia. Só conseguimos estabilizar a Cibele depois que a Amélie (uma escaminha adulta que fora resgatada havia 10 dias e adotada cinco dias antes, mas não antes de ser castrada e ter perdido todos os seus bebês ainda na barriga por conta de ter sido vítima da agressão de 4 cães) assumiu metade da ninhada. Infelizmente a ninhada mais nova (4 babies recém-nascidos) e a do meio (um baby de 10 dias) não resistiu, então sobraram cinco sortudos que estão recebendo os cuidados das duas mães. Sim, duas mães! Elas se uniram para cuidar bem deles, e dão um show no que diz respeito a solidariedade e amor. Amor puro, em sua forma mais bruta, aquele amor que a gente quase consegue pegar com as mãos.

Amélie:
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Cibele:
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Aretha Franklin:
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Ray Charles:
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A família reunida:
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Lindo, ‘né mesmo?

Max:

Opa, Max? Que Max é este?

Hahaha! Gateira quando tá podre de resfriada, voltando arrastada do trabalho, quase passa por cima de gatinho em lugar improvável, é a vida. Não deu outra: peguei o boneco e ele foi direto pro vet, que tinha disponibilidade pra castrá-lo e assim foi. Num instante, gatinho de rua. N’outro, a garantia de um lar seguro e a certeza de que dele não nasceriam mais gatitos abandonados!

De qualquer maneira, como ele vai pro nosso LT do Tucuruvi, ele precisava passar a noite comigo mas num lugar reservado, afinal num dos quartos (onde eu jurei que não haveriam mais gatos rs) estamos com a família Amélie & Cibele. Na minha ala VIC – que já está dividida em duas -, dois adultos. Onde o Max foi parar?

Aqui, no banheiro do estúdio do Cris, num lugar que eu prometi nunca por gatos (rs):
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Mais de pertinho… É só por uma noite, amanhã ele vai pro LT do Tucuruvi!
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E mais close…
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Pra vocês terem uma idéia, esse gatinho pesa 2kg. Ele não tem quatro meses completos ainda pois os dentinhos são de leite e muuuito miudinhos, até o vet ficou espantado. Isso quer dizer que ele será um gatão gigaaaante como o meu Vito!

O nome dele completo (ah sim, porquenossos babies todos tem nome e sobrenome :-) )) é Max Von Sydow (A Morte da Donzela, O Exorcista, entre outros). Esse cara é um ator que gosto muito, é sueco e muito talentoso. Ah, ele era loiro tb – como nosso Max! Aqui uma foto dele:

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Uma curiosidade: a caixa onde o Max está é a caixa de transporte de um dos meus cães. Que diferença pra uma caixa de gatinho, né?

E, por fim…

Bong!

O Bong é nosso penúltimo resgatado. Pra resumir, ele foi acolhido por uma pessoa que prestou os primeiros socorros a ele mas não podia continuar com ele, então ele veio pra nós. É um gato absurdamente assustado, mas também pudera: ele teve um dono por mais de sete anos, então esses donos se mudaram e ‘esqueceram’ o Bong na casa. Essa casa foi vendida e demolida, e o Bong só pode ser resgatado quando já estava sem forças sequer para correr. Ou seja, ele já é um jovem senhor que precisará de tempo e paciência pra confiar na gente, mas nada que uma tonelada de carinho e dedicação não possam reverter.

Aqui, o Bong:
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É, minha gente. Não basta ter sido abandonado, o Bong foi abandonado doente. Ele não tem o olho direito – o qual a gente não faz a menor idéia de como foi removido, pois toda a estrutura ocular ainda estava lá – e há suspeita de neoplasia no esquerdo. Olhando bem a foto dá pra ver uma ‘nuvem’ que cobre quase metade do olho. Embaixo dessa ‘nuvem’ há uma massa preta e é como se o globo ocular dele tivesse dado um giro de 90º, ou seja: a pupila em vez de abrir e fechar de um lado (como é o normal) abre e fecha de cima pra baixo. Desde que foi resgatado, ele foi testado pra FIV e FeLV (negativo para ambas), castrado e também foi feita uma curetagem adequada onde era o olho direito.

Isso tudo, claro, sem contar os seis filhotes que estão prontinhos para adoção e as duas adultas igualmente prontas em lares temporários: Liam, Celso e Cacá, Leandro e Maria, Jesse James, Tininha e Angel.

Como podem ver, trabalho é o que não falta.

Aproveito para agradecer a todos vocês pela visita, pelo apoio e pela divulgação.

Super obrigada e um grande abraço, até mais!

Tatis.

 

Adoção mega-especial.

É como dizem, sempre há o adotante certo pro gatinho certo. Ou, neste caso, gatinhoS!

O Billy é um gatinho que chegou junto com sete irmãos, todos foram adotados e ele ficou… Preto, sete meses, em LT desde os 45 dias. Cruel, né?

Acho que todo mundo conhece o Jack Sparrow, certo? Ele não tem um olho e já estava crescendo… E felinos que são, não são bobos nem nada, juntaram-se e foram adotados pela mesma pessoa.

A sorte do Jack e do Billy mudou no dia em que a Alessandra me procurou querendo adotá-los. Pretos, filhotões, um deles sem um dos olhos e JUNTOS?? Só a sorte grande mesmo!!

Aos nossos queridos, desejamos toda a sorte e felicidade do mundo, o que claro se extende à Ale e sua família linda que tão bem acolheu nossos pequenos.

Fotos deles que recebi hoje:

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Muito obrigada, Ale!!

 

Era uma vez…

“Era uma vez uma pessoa que não sabendo o que era o impossível, foi lá e fez.”

Não sei de quem é a autoria dessa frase, mas eu adoro. Adoro e é com um prazer enorme que tomo a liberdade de usá-la para ilustrar uma coisa muito legal que aconteceu há alguns dias.

Fomos procurados pela Bárbara que havia algum tempo tentava capturar dois gatinhos ariscos abandonados num shopping center (na área externa) mas a gente bem sabe como é difícil pegar gatinhos ariscos e assustados com as mãos limpas.

Em suma, ela nos pedia auxílio para a captura. Disse que ficaria com o gatinho, pois já tinha outros dois. Alguns dias e e-mails depois e a Bárbara foi ao nosso LT buscar a gatoeira. Armou no espaço onde os gatinhos apareciam e foi facílimo: o gatinho entrou na gatoeira!

Apesar de só ter visto os dois gatinhos uma única vez e posteriormente nunca mais, a Bárbara capturou um e e outro jamais apareceu. O legal é saber que agora um gatinho tem cama quente e comida fresquinha, além de muito amor e um lar seguro. Não é incrível?

São pessoas assim que fazem a diferença. Cada um com sua parte, cada um do seu jeito, todos juntos fazendo a diferença.

É com um orgulho do tamanho do mundo que reparto com vocês notícias e fotos do Melvin, o gatinho resgatado pela Bartira e pela enorme boa vontade dela.

Enjoy!

“Oi, Tatiana! Tudo bem?

Estou escrevendo pra mandar as fotos do Melvin! Demorei pra conseguir algumas que prestassem (a maioria que eu tinha eram de celular e não estavam muito boas…). Ele já está super esperto aqui, fazendo amizade fácil com nossos outros dois gatitos: Kero, que é um gato preto que veio do CCZ; e Madalena, que é uma sialata que achamos aqui perto de casa. Madá está meio relutante em dar espaço ao Melvin, mas, com o tempo… Ele já até perdeu a mania de buraco! De vez em quando, entra na armação do sofá pra dormir, mas é só.

Se não fosse você, Tatiana, a gente não teria conseguido! É muito legal saber que ainda existem pessoas que se importam e que têm confiança nos outros!

A gente quer ajudar a Confraria! Como podemos fazer? Quais são os meios? Doação de remédio, ração, dinheiro? O trabalho que vocês fazem é muito lindo e merece todo o apoio que pudermos dar! Parabéns pela dedicação!

Seguem as fotos! Quem está nelas, além do Melvin, é a minha irmã, Giovanna. Numa delas, até aparece um calendário da AUG!

Um grande abraço!
Bárbara”

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Desabafo

Oi Pessoal,

Ainda estamos em clima de festa com o sucesso da feira do fim de semana passado. Foi tudo muito produtivo não só pelo lado financeiro (ainda não terminamos de apurar o que arrecadamos, mas certamente cobriu nossa arrecadação de pelo menos um mês e meio) mas principalmente porque consolidou as relações que fazem da Confraria o que ela é: pessoas totalmente envolvidas e comprometidas em prol de uma causa em comum. Isso não tem preço :-) )

Mesmo assim o tempo não para. As boquinhas estão aqui esperando por alimento e medicação, os sadios estão aqui implorando por atenção da gente e por um lar definitivo, e é por esta razão que nos movemos diariamente, todos nós, para fechar o ciclo que iniciamos com o resgate: a adoção definitiva dos gatinhos.

Pessoas que me conhecem podem atestar o tamanho do meu respeito pelo gosto das pessoas quando procuram um gato para adoção. Respeito quem quer os verdes, os roxos, os azuis. Os amarelos, os tortos, os cegos, os temperamentais. Os filhotes, os adultos. Os persas, os maine coons, os ‘sianeses’. Pior é que eu respeito mesmo, porque só cabe a mim é assegurar que seremos capazes de escolher um lar onde o bicho seja amado, protegido e desejado… O que quer que tenha feito o adotante escolher aquele gato X, só o que me importa é a certeza – a maior possível – de que aquele bichinho terá uma vida legal, longa e segura.

Há alguns dias eu postei uma foto onde dizia que daria um doce a quem adivinhasse quantos gatos havia naquela foto. Não entrei em nenhum detalhe, pois aqueles bichinhos vieram na quarta-feira passada e estávamos na pilha por conta da feira.

‘Descontando’ as pessoas que se manifestaram no blog candidatando-se a adotar os bichanos, recebi a bagatela de DEZOITO e-mails de pessoas querendo ‘duas feminhas’ como quem pede um pastel de carne na feira. Não pude deixar de me surpreender por não ter recebido – salvo uma única pessoa – nenhuma pergunta sobre como eles apareceram, de onde vieram, se estavam sadios, se precisavam de algo. Impressionante.

Nem o fato de ser possível identificar sem esforço mais de sete filhotes mamando numa mãe minúscula fez com que as pessoas que me contataram por e-mail demonstrassem alguma preocupação com eles. Ok, são todos siameses. Ok, eu esperava que fosse fácil doá-los (e de fato é). Mas não, eu não esperava que mesmo antes de mencionar que estavam conosco, que vieram de um lugar medonho, que naquela foto haviam DEZ filhotes de TRÊS ninhadas diferentes e que estavam sendo amamentados por uma gata que pesava 2,5kg já haveria fila de adotantes para eles.

Nunca disponibilizamos gatinhos para adoção imediatamente quando chegam porque nunca sabemos se vão ficar bem. Sempre aguardamos uns dias para saber se estão sadios, se precisarão de tratamento, de algo especial. Isso é fundamental, gente. Por esta razão – e pela falta de tempo em especial nesta semana que passou – eu não falei nada sobre eles, mas agora vou dizer pois sei que quem acompanha o que a gente faz gosta de saber das nossas ações.

Esses gatos chegaram vindos de uma protetora que fez um resgate enorme. Nada me tira da cabeça que foram retirados de um criadouro falido, pois como comentei eram dez filhotes de três ninhadas diferentes (quando chegaram, uma de 5 dias, outra de 10, outra de 25). Todos são siameses, e a ‘mãe’ (que nem sei dizer se é a mãe que pariu algum deles) também é.

Todos esses gatinhos chegaram com secreção nos olhos. Todos eles com subpeso, desidratados. A mãe mal saía da caminha não somente por ser uma mãe incrível, mas também por um estado de pré-inanição: ela amamentava os babies sem ter ela própria com o que sobreviver.

É muito difícil que gatinhos tão minúsculos sobrevivam numa situação dessas. Mesmo assim, e na mesma noite que chegaram, eu e a Dani saímos para comprar tudo o que precisavam: suplemento para a mãe, ração super para filhotes, tapetinhos higiênicos, leite, chuquinhas, todos os tipos de patês e sachês hipercalóricos. Munidas do que era materialmente necessário, viemos para a missão quase impossível de conseguir cuidar deles como uma mãe sadia cuidaria, sempre com o pensamento de salvar tantos quantos conseguíssemos – ainda que desejando profundamente que fossem todos.

Mesmo dando o melhor de nós, mesmo prestando atendimento veterinário, mesmo fazendo todo o possível, hoje o primeiro filhote nos deixou. Eu já tinha escolhido os nomes deles todos, mas até então não quis batizá-los – acho que com a sensação de que só deveria fazer isso quando eles estivessem à salvo.

Com o tempo a gente vai aprendendo a identificar alguns sinais. O bebê que nos deixou hoje estava já respirando pela boca, com a cabeça forçada para trás. Dos olhinhos dele saiu quase uma colher de café cheia de secreção. Hoje à tarde ele virou estrelinha, e eu já estou me vendo despedaçada como sempre fico quando perco filhotes dessa forma.

Os maiores foram vermifugados hoje e medicados para a possível infecção que todos devem ter. Estavam abatidos, mas mesmo assim comeram – forçados, mas comeram. O da ninhada do meio é um touro de forte – e o único que chamo pelo nome, “João Grandão” -, berra pelas tetas da Amélie que é a mãe postiça deles – Amélie já tem dono e irá para a casa nova no final do mês, mas ela é um caso à parte. Hoje disse a ela mil vezes que ela é minha heroína, pois generosamente acolheu todas aquelas crianças que a outra mãe já não dava mais conta. A outra mãe chama-se Cibele, e ela hoje cuida de 3 babies – os mais velhos – enquanto Amélie cuida dos demais. Amamenta, aquece, limpa, ensina… Tudo com uma paciência e um amor que de tão grandes quase posso tocar com as mãos. É maravilhoso ter a chance de conviver com uma criatura como Amélie, poder (re)conhecer o que é o amor em sua forma mais bruta e incondicional.

Um dos filhotes menores, a exemplo do irmão que virou estrela esta tarde, me parece ir na mesma direção. Eu espero estar errada, e espero que amanhã eles todos acordem melhores com a medicação e a carninha fresca que comeram agora à noite mas espero, mais do que qualquer coisa, que sejamos capazes de fornecer o suporte que eles tanto precisam nesse momento para que possam vingar. Desejo do fim do fundo do meu coração que eles resistam, que cresçam lindos, que vençam a infecção maldita que já tinham quando chegaram e que tirou a vida de um deles.

Enfim, é isso. Eu peço desculpas a todos pelo ‘peso’ do post, mas tem hora que dá um nó na garganta quando noto que tanta gente quer animais tão lindos, mas pouquíssimas são as pessoas que podem enxergar que antes de eles terem um lar, precisam sobreviver. E que tão importante quanto ter um lar, é ter saúde para chegar vivo até esta condição… O que sinceramente eu neste momento não sei dizer se todos alcançarão.

Um grande abraço e obrigadíssima por terem lido isso tudo,

Tatis.
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Feira da Vila – Nós estivemos lá!!

Oi Pessoal,

Hoje venho pra dar notícias sobre a feira da Vila Madalena da qual participamos.

Desde o dia em que conseguimos nosso espaço na feira – somente vinte dias antes! – nos empenhamos muito para

oferecer o melhor de nós, e parece que deu certo.

A última semana em especial foi muito corrida para todos nós, mas especialmente os que trabalharam diretamente nos

bastidores produzindo:

- cachecóis e cobrinhas do bem além de ter comprado todas as nossas embalagens lindas (Renata);
- ecobags e bolsas customizadas (Dani);
- todas as nossas camisetas (Luciana);
- nossos panfletos e cartões de visita que fizeram a diferença (Renato e Andrea do PetSerra);
- produtos decorativos e camisetas customizadas (Joana Diggle);
- bijoux (Val Bijoux);
- vai-e-vem buscando e levando adesivos, banners, camisetas, montagem e manutenção da barraca, motorista oficial da galera (Cris);
- etiquetas de preços dos produtos (Ju);
- divulgação na internet (Aline);
- e tantas coisas mais.

Todos nós demos o nosso melhor. De sábado para domingo, cochilamos por duas horinhas antes de amanhecer na Vila Madalena, todos a postos pra montar nosso stand. E não é que deu certo?

Um mar de gente invadiu a Vila Madalena. Um sol lindo, dia claro e muita gente na rua e a fim de levar produtos lindos pra casa, além claro de ajudar os bichitos.

A feira foi incrível pra gente. Conseguimos atingir muita gente com a divulgação do nosso trabalho, panfletamos de maneira consciente (todo mundo que recebeu um panfletinho nosso também ganhou nem que fossem uns segundos de atenção especial), além de vendermos muita coisa que vai se reverter exclusivamente aos bichinhos. Aprendemos muito, batalhamos muito e tenho certeza que essa foi a primeira de muitas feiras que ainda faremos.

Com boa vontade e determinação, a gente chega lá. A todos os que acreditam na gente, que nos apoiam, que trabalham conosco, meu super obrigada!!

O restante será dito pelas fotos… :-) ) beijos e até mais!

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32ª Feira da Vila Madalena – NÓS ESTAREMOS LÁ!

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Participe, divulgue, espalhe aos 4 cantos!

Contamos com sua visita :-) )

 

Quem souber quantos gatos há nesta foto…

… ganha um doce.

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Resgatados ontem, logo dou mais detalhes.
:-) ) haja leite, haja, papinha de desmame, haja areia, haja ração… Rs e haja gente acordada pra ajudar essa bebezada toda a mamar!

 

Quase dois anos… O tempo voa!

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Ewan!

Quem se lembra do Ewan?

Pois é… O Ewan hoje é o Chico e é o grande amigo do Junior!

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Legal, né? É a melhor parte… Ver nossos queridinhos vivendo assim felizes e levando alegria para onde vão não tem preço.
:-) )