Experiência: adoção de uma gatinha adulta.

Oi pessoal,

Esse é o relato da Re Zuliani, uma das pessoas que citei neste artigo.

Ela adotou a Mingau que hoje completa dez meses na casa nova! É mole? Parece que foi ontem… Bom, chega de conversa e vamos ao que interessa.

Enjoy!

Guarulhos, 13 de novembro de 2009.

Há tempos penso em fazer um relato, parecido com um diário de bordo sobre minhas gatas e nossa adaptação a elas.
Sou “mãe” de gatos há exatos quatro anos. Até então, não gostava deles Uma pretinha básica ganhou meu coração por todo sempre. A vida nos leva por outros caminhos e para outras localidades. Numa dessas guinadas da vida, vim morar em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo.
Em 15 de abril de 2008 jogaram uma caixa de papelão com uma gata tigrada e três bebês no condomínio onde moro. Sem saberem como agir, os funcionários da portaria entraram em contato e me pediram ajuda. Trouxe todos para casa, era uma fria noite e com certeza morreriam ao relento.
Os bebês foram doados para lares responsáveis e a gata tigrada, por ser maior, foi ficando, ficando e ficou. Reinou absoluta até que certa noite, “sapeando” pelo blog da Miados e Latidos, me deparei com uma gata toda branca, de olhar tristinho. Foi paixão imediata.
Entrei em contato com a Tatis e perguntei sobre a belezinha. Minha preocupação era com a adaptação delas, pois trabalho fora e não poderia acompanhar esse período tão especial.
Marcamos para janeiro de 2009 a chegada de Gladys em nossa casa.
Que ansiedade! Não víamos a hora. Preparamos a casa para recebê-la.
Enfim, chegou o grande dia. 14 de janeiro, a guerreira Tatis atravessou SP, com uma gatinha fazendo fussss dentro da caixinha e trouxe nossa Mingau.
Ela chegou ressabiada e ficou no seu canto. Ricota, a tigrada dona do pedaço tentou estabelecer contato, mas foi rechaçada em todas as tentativas.
No primeiro dia, Gladys/Mingau não comeu nada e bebia água se um de nós estivesse por perto. Entrei em desespero. Trouxe uma gatinha de um lar temporário para morrer em minha casa? Não desisti, continuei oferecendo ração, carinho e a distância que ela nos impunha.
No dia seguinte comeu tudo. Que alegria!
A convivência entre as duas era difícil, muitos fusss, unhadas e alguns gritos. Com o tempo, tudo foi se acalmando. Amanhã completaremos 10 meses de convivência.
A gatinha assustada e arisca se transformou numa companheira maravilhosa. Aqueles que dizem que gato não gosta do dono é porque não conhece as minhas, rs.
Sou recepcionada ao chegar do trabalho por duas gatas que parecem sorrir ao me ver chegar. Que saltitam de alegria pela casa, onde estão seguras, sem acesso à rua. Amo acordar de manhã com as duas bagunçando pela casa. Isso não tem preço, porque a vida e os momentos maravilhosos não podem ser comprados.
Hoje tenho certeza de que não adotei, mas fui adotada por duas gatas maravilhosas, que me amam incondicionalmente, pelo que sou e não pelo que tenho.

Obrigada Tatis pela maravilhosa amiga felina que hoje tenho em casa.

Renata Zuliani

E agora, como não podia deixar de ser, fotos da mocinha…
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Como sempre, sou eu quem tem que agradecer.

Grande abraço a todos, até mais!



One Response to “Experiência: adoção de uma gatinha adulta.”

  1. Luciana, Emil, Victoria e os Quatro-Gatos-Gordos disse:

    A carinha dela de “me afaga, vai?…” é qualquer coisa!

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