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Agradecimentos Tatis em 22 Jan 2010

O amor não causa alergia…

… o amor só traz alegria!

Para que chega agora (rs), aqui, aqui, aqui e aqui é possível ver a trajetória de vida do TRICO (ex-Gandhi). Ele foi capturado numa armadilha que não foi armada para ele, então o resgatamos, castramos cuidamos e acabamos descobrindo que ele é portador de FIV. A grande sorte deste gatão ainda estava por vir: poucas semanas depois, a Marie, hoje sua mãe, ficou perdidamente apaixonada pelo gatão e então ele ganhou uma família segura, foi muito amado e muito esperado.

Há pouquíssimo tempo a família aumentou. A Marie e o Alex tiveram uma filhinha humana, a Nara, que já chegou ao mundo trazendo toda a alegria - como tem que ser!

O mais bacana de tudo: o Trico, ao contrário do que acontece com muitos gatos de ‘famílias grávidas’, não só continua fazendo parte da família do jeito que era antes como também tem a responsabilidade de ser o irmão mais velho!

Montei um painel com algumas fotos deles juntos, e é realmente emocionante. Emocionante por ver que o coração de algumas pessoas é tão grande que não tem tamanho, mas principalmente por saber que SIM, É POSSÍVEL ter gatos e crianças juntinhos como gandes amigos!!

Marie e Alex, jamais poderei agradecê-los por tudo o que fizeram e fazem pelo Trico. Meus (nossos!) parabéns pela chegada da Nara, que temos certeza, nasceu para coroar o amor que vocês tem e a família linda que vocês construíram!

Grande abraço e muito obrigada!!

Tati.

marie trico alex nara copy - marie trico alex nara copy

Agradecimentos Tatis em 06 Out 2009

Cartinha da Charlote - Ex-Rhéa

Ah, se não é a parte mais legal disso tudo… :-) )

Oi tia Tati,
Demorou mais hoje a mamãe e eu vamos lhe escrever uma cartinha, queria te contar como estão sendo as coisas aqui na minha casa, afinal aquela sua visitinha foi muito michuruca e você nem pôde observar como já sou dona do pedaço.
Aqui em casa é muito divertido, sabe? eu corro bastante, faço bagunça gostoso e a cachorrinha nem quis me dar umas dentadas (na verdade já mando nessa cachorrinha medrosa, hihihi), eu gosto muito do jardim da mamãe, gosto da caminha da Baloo, mas ainda tem muitos lugares que eu não vou, a mamãe até me pega no colo pra eu alcançar lá no alto, mas eu ainda tenho medo.
No quesito papá, me adaptei plenamente, como a minha comidinha, saches wiskas, e de quebra, como o papa da Baloo quando a mamãe e o papai não estão olhando e quando a Baloo reclama de qualquer coisa eu dou coça nela! a mamãe e o papai brigam muito comigo quando faço isso, mas eu dou de ombros, sou muito geniosa.
Vou confessar uma coisa: eu prefiro o papai, por mais que a mamãe faça tuuudo por mim, não adianta, prefiro os carinhos do papai, e olha que ele não me dá molezas, mesmo assim acho ele super legal. A minha falta de carinho deixa a mamãe meio frustrada, mas ela se contenta em observar minha beleza, ela diz que sou linda e de tão linda que sou a mamãe esquece que eu mordo muito e tenta me acariciar o que resulta em vários arranhões e mordidonas.
Resumindo as coisas, afinal a mamãe nem consegue escrever porque eu não deixo o teclado e o mouse em paz, estou muito feliz aqui, tenho cuidados, carinho, durmo gostoso na cama com o papai e a mamãe, posso passear pela casa toda e todos me amam, inclusive a Baloo.
Tia Tati, a mamãe vai adicionar fotos novas pra você se deliciar com minha beleza…
Muitos beijos e ronrons
Charlotte.

Ps, foi o papai que me rebatizou!

Não é o máximo?

Agora olhem só a pose da Dona Cebola Folgada:

Charlote 002 - Charlote 002

Obrigada Dri, Ronaldo e Baloo por terem recebido tão bem a nossa Pimentinha!!

Agradecimentos Equipe Confraria em 25 Ago 2009

Adoção mega-especial.

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É como dizem, sempre há o adotante certo pro gatinho certo. Ou, neste caso, gatinhoS!

O Billy é um gatinho que chegou junto com sete irmãos, todos foram adotados e ele ficou… Preto, sete meses, em LT desde os 45 dias. Cruel, né?

Acho que todo mundo conhece o Jack Sparrow, certo? Ele não tem um olho e já estava crescendo… E felinos que são, não são bobos nem nada, juntaram-se e foram adotados pela mesma pessoa.

A sorte do Jack e do Billy mudou no dia em que a Alessandra me procurou querendo adotá-los. Pretos, filhotões, um deles sem um dos olhos e JUNTOS?? Só a sorte grande mesmo!!

Aos nossos queridos, desejamos toda a sorte e felicidade do mundo, o que claro se extende à Ale e sua família linda que tão bem acolheu nossos pequenos.

Fotos deles que recebi hoje:

jack john2 - jack john2

jack john - jack john

Muito obrigada, Ale!!

Agradecimentos Equipe Confraria em 31 Jul 2009

Coisa de Gente Grande!

Há gente muito muito boa neste mundo, prova disso é que com o suporte de amigos e de pessoas simpáticas à causa conseguimos chegar perto dos 450 resgatinhos que hoje vivem num lar bacana e dos mais de 700 cujas castrações foram possíveis.

Porém, nunca é demais lembrar que gente grande é aquela classe de gente que não satisfeita em fazer o bem aos que protege, ainda divide o que arrecada com aqueles que batalham pelos mesmos ideais. Gente grande são as meninas do AUG que nos beneficiaram com mais de 45 itens que serão úteis pra caramba e foram arrecadados na Campanha do Agasalho promovida por elas.

Aqui, o que recebemos:

doa    o AUG - doa    o AUG

Às meninas, nosso muito obrigado não somente pelo apoio de sempre mas principalmente pelo exemplo e pela generosidade e pela inspiração que vocês são para nós.

:-)

Agradecimentos & Textos Livia Scalize em 25 Jun 2009

E o céu ganha mais uma estrela…

Só quem tem animal de estimação, e que o trata como membro da família, sabe como é triste, sofrido e doloroso perdê-lo.

Há dois dias, o céu ganhou mais uma estrela, a linda preta, a Sabina, uma das gatinhas da Tatis e do Cris, que há quase dois meses vinha batalhando pela vida, como grande guerreira, que sempre foi, mas infelizmente Sabina partiu, e deixou não somente a Tatis e o Cris, sem chão, tenho certeza que todos que conhecem estes iluminados seres humanos que são eles, também ficaram muito tristes com esta perda.

sabina 1 - sabina 1

Tatis e Cris,

Palavra alguma neste momento vai amenizar a dor que vocês estão sentindo, somente o tempo, poderá amenizar.
Sabemos que vocês fizeram o possível e o impossível pela Sabina, e que ela, partiu deste mundo, conhecendo o amor incondicional que vocês deram a ela, tenham isto sempre em mente!
Ela cumpriu neste mundo sua missão, e com certeza, foi feliz, ao lado dos melhores donos que ela poderia ter!

Fiquem em paz, queridos!

Obrigada a todos!

Aqui, o depoimento da Tatis, para a Sabina:

“Minha Sabina, minha peta.
Eu sempre soube que um dia perderia alguém, mas ter perdido ela foi como perder o brilho para algumas coisas na vida.
A saudade deve amenizar um dia desses, mas o rombo que ficou no meu coração não deve fechar nunca.
Sabina veio de um lugar medonho ainda muito bebê e já muito doente também, mas ainda miúda me ensinou a me dedicar a uma vidinha para que ela pudesse fazer a parte dela: resistir.

Ao longo desses cinco anos é a única dos meus gatos todos que só confiava em uma pessoa: em mim.
Só interagia com uma pessoa: comigo.
Sempre soube o que Sabina queria pelo olhar, e sempre entendi e atendi suas manias caprichosas também pelo olhar.
Conhecia cada tom do seu miadinho rouco, e no dia em que notei que ela estava doentinha foi infalível, apesar de tudo dizer o contrário.
Fizemos o que pudemos, você teve todo o suporte meu amorzinho, e o que coroa a sintonia enorme que nós tínhamos é que você se foi no meu colo, você me avisou que iria.

É uma honra que não tem tamanho ter sentido que você quis viver comigo e quis compartilhar comigo a sua vidinha.
Que você confiou em mim até o último instante, e que por um dos seus enormes caprichos, permitiu que as minhas mãos estivessem sobre você, sentindo o momento exato do fim do suplício que estava sendo para ti esses últimos dias.
No carro, eu, seu pai e você, e você esteve ali conosco.
Não dá pra medir o tamanho do meu amor por você filha, e nem a honra que foi ter te visto crescer forte e linda.
Meu maior amor do mundo a você querida, e toda a saudade do mundo também.

Te amo, amor preto.!”

Agradecimentos Tatis em 09 Mar 2009

Dia cinza.

Oi Pessoal,

Não faz muito tempo eu coloquei aqui um texto da minha irmã que perdera seus dois cães amados. Hoje me dói vir aqui fazer mais ou menos a mesma coisa, mas vindo de minha outra irmã. Não é menos doloroso ou sofrido, é um rombo enorme que fica cada vez que perdemos um amigo… Desta vez foi o Lucky, um Pastor de Shetland que esta manhã perdeu a vida pra um tumor imenso no tórax, mas ganhou mais ainda nosso amor, nosso respeito e toda a compreensão que passamos a ter depois de conviver com ele.

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lucky - lucky

Depoimento da Luciana, dona do Lucky.

hoje quero apenas prestar uma homenagem a meu Lulu, que nos deixou, mas que tanto nos ensinou em sua curta jornada…

Foi incrível… no primeiro dia de convivencia já tínhamos a sensação que nos conhecíamos de longa data. Foi no dia 10/01/04. Lucky então com 8 meses, e eu com uma vontade incrível de praticar agility de forma competitiva. Já competia, amadora, com minhas meninas, mas queria um cão que gostasse de agility. Que sentisse paixão e levasse o esporte a sério. E veio o Lucky. E era uma vontade, uma paixão, algo inexplicável. E como se não bastasse apenas isto, nos entendíamos apenas com um olhar. Desde o primeiro dia em que estivemos juntos, do primeiro minuto, este cão já se dedicava a mim. Obedecia mesmo sem precisar mandar, realizava comandos, entendia o que eu dizia quando precisava que ele ficasse quietinho em algum lugar me aguardando. E assim foi. Ele era capaz de ficar um dia todo dentro de uma caixa de transporte, quietinho me aguardando, se eu lhe dissesse que voltaria logo. Aprendemos juntos a praticar o agility competitivo, juntos mesmo. Éramos dois iniciantes. Vieram os campeonatos e as vitórias, uma atrás da outra, com pequenos deslizes no meio, 100% das vezes por erro ou desatenção minha. O Lucky foi sempre perfeito. Sob sol forte, frio de rachar, chuva, na pedra, lama, brita, grama sintética… nunca importou. Só importava nós dois juntos nos divertindo em pista. Nos divertimos muito, viajamos muito, brincamos muito juntos…. tudo só tinha sentindo se fossemos pra nós dois juntos.

E foi assim até o início de 2008, quando por motivos de saúde, eu tive que deixar de competir. Quis que ele competisse com outra pessoa, amigos , mas não deu. Éramos nós, ninguém faria nada sem o outro. Paramos então por completo com o esporte. Eu por doença, ele por lealdade e devoção.
E em casa, fora das competições, éramos devotados um ao outro. Um cão absolutamente confiável, tranqüilo, dócil; o cão perfeito. Nunca fez um xixi fora do lugar, nunca destruiu um móvel ou brinquedo, nada.. nada mesmo que pudesse torná-lo menos perfeito do que era.

Readaptamos nossa vida a uma nova realidade, sem esporte, em casa e o que parecia que seria difícil e sem sentido ficou longe disto. Ele continuou a me seguir pela casa, todos os meus passos, a me trazer o brinquedo e colocar sobre minhas pernas pra eu me alegrar com a brincadeira sem precisar fazer nenhum esforço.
Mas, por conta de algo que nunca entenderei e não há ninguém neste mundo capaz de me fazer compreender, ele começou a cansar facilmente, já não havia mais a mesma vivacidade de antes… Mal conseguia completar nossas caminhadas diárias , que tanto adorávamos. Foram 7 meses tentando saber o porquê, até termos o definitivo diagnóstico de neoplasia em toda a região do tórax, já num estágio em que nada além poderia ser feito , do que deixa-lo confortável e seguro.
E mesmo muito mal, sem sequer conseguir levantar sem que suas pernas falhassem, sem conseguir respirar por menor que fosse o esforço… mesmo assim ele me seguia, carregando-se pela casa pra me acompanhar. Mesmo com toda sua dor, fazia xixi se eu pedisse, deitava se eu pedisse e fazia um tremendo esforço pra comer um pouquinho que fosse, apenas porque eu estava pedindo.

E hoje, 09/03/09, finalmente ele conseguiu o descanso que merecia. Calmo, tranqüilo, forte e disciplinado como sempre foi ele nos deixou.
Não tenho nem palavras pra expressar meus sentimentos agora, mas as lições que este cão deixou pra quem teve a honra e o prazer de conviver com ele foram incríveis e inúmeras.

Mostrou-nos o verdadeiro significado da palavra amor incondicional, lealdade, devoção, força e coragem, além de tantas outras coisas. Muitas.
Vá em paz Lulu, meu cachorro, meu campeão, meu querido. Eu nunca mais serei a mesma sem você por perto. Esteja certo que parte de mim foi contigo hoje.
Te amo e sempre amarei, aqui e em qualquer lugar que estejamos. Enquanto estiver neste mundo, procurarei viver praticando o que me ensinou com sua simplicidade canina.

Obrigada por tudo, meu Lucky!

Até um dia.

Agradecimentos Tatis em 04 Jan 2009

E o ano começou bem pra bicharada da Confraria!!

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Final de ano, época péssima pra doar bichinhos… Só esqueceram de dizer isso aos nossos bichinhos rs :)

Começamos 2009 com o pé direito e a primeira doação do ano foi dos irmãos Alex e Van, que hoje vivem juntinhos com a Fernanda!

alex 01 red - alex 01 red

van 01 red - van 01 red

A segunda adoção, não menos feliz pra gente, foi a do Zoltán que agora alegra os dias da Silvana, da Talita, do Diego e da Luna:

me dandan zoltan 2 - me dandan zoltan 2

Demais, né?

Bj a todos e super obrigada pelo empenho, apoio e fé no nosso trabalho.

Tatis.

Agradecimentos Tatis em 31 Dez 2008

… que venha 2009!

agradecimento - agradecimento

painel adotados - painel adotados

Boas Notícias & Agradecimentos Tatis em 07 Dez 2008

Dominguinho bom.

Notícia rápida mas nota dez: adivinhem quem já tem casa e ganhou casa hoje?!

Tchan tchan tchan tchan!

Ele:

eddie 02 ed - eddie 02 ed

E ela:

Mimi 1 2 - Mimi 1 2

É mole??

Dois adultos já tem casa nova, segura e donos muito dez e isso tudo num único findi.

É ou não é de encher os olhos?

Agradeço pessoalmente à Tania e a Viviana, mamães da Mimi e do Eddie respectivamente, pelo enorme coração e pela chance que deram aos nossos grandalhudos.

Até mais!!

Boas Notícias & Agradecimentos & Por onde anda? Tatis em 07 Nov 2008

Quando o azar se torna sorte…

Todo mundo aqui lembra da Marjí, né?

Eu já estava preparada pra ficar com a Marji durante alguns meses. Gatos adultos tem maior dificuldade em encontrar uma casa, e gatos adultos vaquinha, pretos ou tigrados, maior ainda.

O mundo é algo curioso e tem caminhos que a gente não entende… Mas a cada dia que passa eu me certifico mais de que todas as coisas tem um sentido e a gente é que as vezes demora pra perceber isso.

Tudo aquilo que a Ma sofreu quando perdeu seus bebês foi muito triste. Nunca desejaria aquilo pra ninguém: nem pra animal, nem pra pessoa alguma. A parada é que foi justamente isso o que de imediato chamou a atenção da Renata, que se interessou pela Marjí há dois meses.

A Renata tinha um filhinho, o Felippe. Em julho, aos oito anos, numa dessas fatalidades que a gente nunca quer presenciar e cujo potencial destrutivo a gente não consegue mensurar, ele deixou a mamãe dele aqui na Terra. Uma criança linda. Querido, amado, especial demais. Não posso e acho que ninguém pode sequer ter uma mínima idéia do que a Re sofreu e sofre com isso, mas foi essa experiência que fez com que ela se identificasse tanto com Marjí. De uma forma ou de outra, ambas passaram por experiências semelhantes de perder suas crias, e foi essa tragédia que colocou Marjí no caminho da Renata, sua nova mamãe.

Tenho que dizer aqui o quanto me surpreendeu essa adoção em especial. Claro que por toda a sintonia que eu tinha com Marjí, mas principalmente pela atitude tão corajosa da Renata. Quantas pessoas não se desfazem dos animais quando perdem um ente querido? Quantas não abrem mão da companhia daqueles que invariavelmente estão sempre ao nosso lado quando uma tragédia como essa acontece? Quantos corações não endurecem a ponto de não sentir mais amor?

Com a Re foi exatamente o contrário disso tudo, e preciso expressar aqui minha admiração e meu profundo respeito pela atitude ímpar diante de toda essa história tão triste. Como é gratificante poder conviver e estar por perto de pessoas que mesmo devastadas por algo tão difícil são capazes de abrir o coração. Ainda são capazes de amar e fazerem-se amar, de juntar os cacos, de tentar juntar os cacos.

Hoje Marjí vive com a Renata e sua irmãzinha felina Cleo. As três ainda estão se entendendo (rs) mas o mais bacana disso tudo é a paciência que a Re tem com a Marjí. Estão todas se conhecendo ainda, se adaptando, mas onde há tamanho amor tudo se resolve. Com paciência e amor, devagar e sempre.

Fica aqui expressa minha admiração toda por este caso, pela Renata e pela Marjí. Deixo, mais ainda, o meu eterno agradecimento por ter a chance de presenciar situações como esta, de poder aprender com essa história e também por ter participado dela, ainda que de uma forma BEM pequenininha.

Meus vivas a todas essas pessoas que são ‘gente grande’ capazes de digerir e destilar cada minuto de seu luto não como uma muleta, mas com a dignidade que poucas pessoas tem.

Re, meu muitíssimo obrigada por ter acolhido nossa Marjí de modo tão especial, tão generoso, tão digno, tão corajoso. Você é muito corajosa!! Nunca vou poder te agradecer pela chance que deu a ela e de quebra pela lição que me ensinou naquelas algumas horas na tarde que entreguei pra ti a minha princesinha.

Beijos a todos e muito obrigada!

Tatis.

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Aqui, uma foto da Ma pouco antes de ir pra casa nova e pra vida que ela merece:

marji laptop - marji laptop

Folgada é pouco rs

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