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Fazendo a nossa parte Tatis em 29 Jan 2010

Mais dois castradinhos que passaram pra deixar um recadinho:

Tias, a gente já tá acordado e comendo. Amanhã nós vamos para as nossas novas casas mas ó, não fiquem tristes porque tem muito gatinho ainda pra vocês doarem, viu?

Lambs!

Antonella e Jorginho.

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Informativos & Fazendo a nossa parte Tatis em 13 Nov 2009

Experiência: adoção de uma gatinha adulta.

Oi pessoal,

Esse é o relato da Re Zuliani, uma das pessoas que citei neste artigo.

Ela adotou a Mingau que hoje completa dez meses na casa nova! É mole? Parece que foi ontem… Bom, chega de conversa e vamos ao que interessa.

Enjoy!

Guarulhos, 13 de novembro de 2009.

Há tempos penso em fazer um relato, parecido com um diário de bordo sobre minhas gatas e nossa adaptação a elas.
Sou “mãe” de gatos há exatos quatro anos. Até então, não gostava deles Uma pretinha básica ganhou meu coração por todo sempre. A vida nos leva por outros caminhos e para outras localidades. Numa dessas guinadas da vida, vim morar em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo.
Em 15 de abril de 2008 jogaram uma caixa de papelão com uma gata tigrada e três bebês no condomínio onde moro. Sem saberem como agir, os funcionários da portaria entraram em contato e me pediram ajuda. Trouxe todos para casa, era uma fria noite e com certeza morreriam ao relento.
Os bebês foram doados para lares responsáveis e a gata tigrada, por ser maior, foi ficando, ficando e ficou. Reinou absoluta até que certa noite, “sapeando” pelo blog da Miados e Latidos, me deparei com uma gata toda branca, de olhar tristinho. Foi paixão imediata.
Entrei em contato com a Tatis e perguntei sobre a belezinha. Minha preocupação era com a adaptação delas, pois trabalho fora e não poderia acompanhar esse período tão especial.
Marcamos para janeiro de 2009 a chegada de Gladys em nossa casa.
Que ansiedade! Não víamos a hora. Preparamos a casa para recebê-la.
Enfim, chegou o grande dia. 14 de janeiro, a guerreira Tatis atravessou SP, com uma gatinha fazendo fussss dentro da caixinha e trouxe nossa Mingau.
Ela chegou ressabiada e ficou no seu canto. Ricota, a tigrada dona do pedaço tentou estabelecer contato, mas foi rechaçada em todas as tentativas.
No primeiro dia, Gladys/Mingau não comeu nada e bebia água se um de nós estivesse por perto. Entrei em desespero. Trouxe uma gatinha de um lar temporário para morrer em minha casa? Não desisti, continuei oferecendo ração, carinho e a distância que ela nos impunha.
No dia seguinte comeu tudo. Que alegria!
A convivência entre as duas era difícil, muitos fusss, unhadas e alguns gritos. Com o tempo, tudo foi se acalmando. Amanhã completaremos 10 meses de convivência.
A gatinha assustada e arisca se transformou numa companheira maravilhosa. Aqueles que dizem que gato não gosta do dono é porque não conhece as minhas, rs.
Sou recepcionada ao chegar do trabalho por duas gatas que parecem sorrir ao me ver chegar. Que saltitam de alegria pela casa, onde estão seguras, sem acesso à rua. Amo acordar de manhã com as duas bagunçando pela casa. Isso não tem preço, porque a vida e os momentos maravilhosos não podem ser comprados.
Hoje tenho certeza de que não adotei, mas fui adotada por duas gatas maravilhosas, que me amam incondicionalmente, pelo que sou e não pelo que tenho.

Obrigada Tatis pela maravilhosa amiga felina que hoje tenho em casa.

Renata Zuliani

E agora, como não podia deixar de ser, fotos da mocinha…

mingau2 - mingau2

mingau1 - mingau1

Como sempre, sou eu quem tem que agradecer.

Grande abraço a todos, até mais!

Fazendo a nossa parte Tatis em 25 Set 2009

De sem teto a de banho tomado!

Vejam se não é uma imagem linda?

Aspen e Holly  11  - Aspen e Holly  11

Não faz tudo valer a pena? Esses são os resgatinhos que tiramos do viaduto do centro de SP.

Ai… ::: suspiros :::

Fazendo a nossa parte Tatis em 22 Set 2009

Mais resgatinhos!!

Oi Pessoal, boa noite.

Enfim, deu certo. Hoje foi um dia bem bacana porque apesar da chuva, do trânsito e de todas as chances que uma ação dessas tem de dar errado, deu certo.

Fomos, eu e Dani (minha fiel escudeira :-) ) pra captura. Antes passamos em Higienópolis, um bairro pertinho do local do resgate, pra entregar uma gatinha adotada (a Melissa), deu tudo certo e lá fomos nós para a captura.

Munidas de gatoeiras, caixas de transporte, atum, latinhas, sachês e toda a sorte de porcarias que os gatos adoram comer, montamos a armadilha e esperamos. A Naná foi a primeira a entrar, ao contrário do que esperei. Não deu um pingo de trabalho pra isso: montamos, descemos do vão do viaduto, sentamos e ela entrou.

Levamos a gatoeira pro estacionamento ao lado (onde estava nosso carro), passamos Naná para na caixa, e lá fomos nós pro viaduto novamente. Como a Naná gritou muito, tiramos rapidinho de perto do viaduto pro Mimoso não se assustar, mas mesmo assim eu o vi se enfiando no buraco do viaduto. Imaginei que fôssemos precisar de hoooooras até que ele descesse, mas o cheirinho do sachet foi tão convincente que lá foi nosso amarelinho pra gatoeira!

O engraçado foi que a gatoeira fechou, ele olhou pra trás e continuou a comer rs a Naná se bateu pra caramba, mas ele ficou lá na maior tranquilidade comendo. Depois se deu conta de estava preso e aí não gostou muito (rs), mas fomos rapidamente para o carro e ele ficou deitado quietinho dentro da gatoeira mesmo, nem transferimos.

Tive que fazer o retorno na rua anterior ao estacionamento pra poder pegar a direção que precisava, e na volta o Sr. Zé estava chegando no viaduto. Não pude deixar de me sentir feliz por termos feito isso sem a presença dele, porque não há nada que atrapalhe mais uma captura do que gente demais falando demais rs mas enfim…

De lá seguimos direto para a casa da Aline, mas detalhe: estávamos no centro, e ela na ponta da zona leste… Rsrs muita chuva, trânsito e pessoas perdidas depois, conseguimos chegar na casa dela.

Levamos os dois pro super banheirinho-suíte deles. Montamos tudo como precisavam (potes de ração e de sachet, ração seca, água, liteira com areia, caminhas e cobertores), aplicamos o profender neles e foi tudo bem tranquilo. Toquei bastante no abdome da Naná e francamente acho muito difícil que ela esteja prenhe, ela deve mesmo ser castrada. Deu pra sentir uma cicatriz antiga de castração na musculatura do abdome, condizente com fio absorvível por exemplo. Obviamente não sou veterinária e quem dirá se ela é ou não castrada é o vet, o que deve acontecer até o fim da semana.

Julguei prudente deixá-los pelo menos 3 dias no local sem tirá-los e nem estressá-los. Já tem o que é preciso, estão aquecidos, alimentados, enfim, seguros. Precisam ambientar-se, deixar o local com o cheiro deles, e isso será logo.

A novidade é que mudamos os nomes deles! Peço licença a todos mas acredito que todo mundo vai concordar que esses gatos nasceram agora para uma vida nova, e acho que nada melhor do que nomes novos pra marcar esse salto de qualidade.

A Aline que os recebeu em LT é terapeuta floral, não sei se vocês sabem. Foi com base nisso que encontramos os novos nomes: a partir de hoje, a Naná chama-se Holly e o Mimoso, Aspen.

Vou copiar aqui um texto breve em que a Aline explica:

Aspen é conhecida na Inglaterra como “árvore que treme”, porque suas folhas parecem tremular e sussurrar ao vento. É a essência para quem tem medos vagos, não nomeados. É um floral q vai trazer paz interior, segurança e coragem.

Holly é um floral bem associado a sentimentos negativos, porém seu significado e o que traz para pessoa (ou bichinho) sao lindos: é o floral que ensina o amor universal, então acho que é o q esses gatinhos precisam: superar o medo e aprender a amar de novo as pessoas.

Bom, é isso aí. Espero que tenham gostado e fico feliz pra caramba em ter participado disso tudo. Juntos, fazemos a diferença - sempre.

Até mais!

Ahn? Até mais o que? Haha, calma que tem mais, gente… rs mas prometo ser breve.

Na volta para casa, bem no comecinho da Rodovida Fernão Dias, vínhamos sozinhas quando notamos um gatinho que queria atravessar de um lado pro outro. Quando buzinei ele parou, e tinha um homem alí. Como não vinha ninguém, perguntamos pra ele se o gato era dele e ele disse que não. Paramos o carro numa ‘ilha’ mais à frente e lá foi a Dani buscar o gato…

O danadinho veio no colo dela numa boa. Deve ter uns seis meses, é menor que o Aspen. Liguei na hora para um dos nossos veterinários e ele topou me esperar na clínica que fica no caminho pra minha casa.

Conclusão: não só os dois do viaduto foram salvos, mas também mais um. Esse veio de uma favelinha que tem bem no começo da rodovia onde ele estava, e acreditem, ele não estava menos imundo e fedido do que os outros dois. Liguei na hora pra Aline e pedi pra ela uma sugestão de nome, e ela sugeriu Heather. Amei o nome. Ainda não sei se tem a ver com ele porque esse é um floral usado para animais ‘falantes’, mas como ele é um redpoint, a chance de ser falador é imensa… :-) )

Ufa, agora sim acabei. As fotos vão ficar pra amanhã, mas meu agradecimento pessoal a todos que fizeram disto algo possível fica aqui registrado. Não há nada nem ninguém capaz de promover mudanças se não forem pessoas com boa vontade e mangas arregaçadas. Não há nada em isolado capaz de promover mudanças se elas não vierem acompanhadas de algo muito sutil e muito sincero: a vontade de fazer a diferença, e isso é, de uma forma ou de outra, não só uma capacidade como uma obrigação estritamente humana.

Beijos e todos e vamos que vamos!!

Tatis.

Fazendo a nossa parte Tatis em 13 Jul 2009

Cachecóis pra aquecer o corpo e o coração neste inverno!

Pessoal,

A Re Bastos, grande amiga e uma pessoa que tá sempre apoiando noss ONG, está confeccionando lindos cachecóis com parte das vendas revertidas pra Confraria continuar a cuidar dos gatitos e cãezinhos que protege.

São peças lindas e feitas à mão com o maior capricho do mundo. Cachecol está na moda e ajudar quem precisa também, então que tal?

Alguns modelos:

cachecois copy - cachecois copy

O contato da Re é reribastos@hotmail.com e mais fotos podem ser vistas no perfil dela, clicando aqui.

Super obrigada!

Tatis.

Fazendo a nossa parte Vitors em 06 Mai 2009

Notícias do Front, que agora é nossa casa.

Oi!

Como notamos nossa mamãe e nosso papai muito sobrecarregados, resolvemos dar uma forcinha e por alguns dias estaremos por aqui atualizando o blog. Nós somos gatos, mas somos gatos cultos! Ha!

Como nossa irmã pretinha tá dodói e nossa mãe anda ‘meio’ cheia de dedos com ela, viremos sempre dar notícias. O pobre do nosso papai entra na dança também, mas ele sabe nos compensar com petiscos hihihi

A Sabina, nossa irmãzinha, foi diagnosticada com lipidose hepática. É uma doença chata mas a Sabina teve sorte porque a mamãe descobriu bem rapidinho que havia algo errado. A Tia Lizandra prescreveu o tratamento e agora nossa casa virou um front: é tubinho pra todo lado, seringas, bolsinhas de soro e remedinhos, um caos!

Nossa cadeira favorita virou caminha pra Sabina receber a fluidoterapia que é essencial pra que ela se recupere. Como ela é medrosa e estressadinha (hihihi) a mamãe optou por tratar dela em casa e não internada. O papai ajuda, olha só:

sabininha - sabininha

Depois do soro e da medicação, a Sabina precisa comer. Ela dá um trabaaaaalho pra comer, mas a gente não entende por que! É uma comidinha tão deliciosa hihihi cada dia é uma coisa diferente.

O que podemos dizer é que a gente adoooooora comer colheradas da gororoba que mamãe faz pra Sabina!

Bom, por enquanto é isso. Amanhã a gente vem postar mais coisas, tá?

Um CatAbraço em todo mundo!

Vítors, os gatinhos da casa da Tatis e do Cris.

Fazendo a nossa parte Tatis em 25 Abr 2009

Mobilização

ccz - ccz

Fazendo a nossa parte Tatis em 14 Fev 2009

QG Felino

Folks,

Acho que há um certo complô entre os gatos da minha rua. Corre à boca pequena que minha garagem virou ponto deliberado de HIBERNAÇÃO. Isso mesmo, hibernação!

Já perdi a conta de quantas vezes resgatei, castrei e doei gatinhos que escolheram minha garagem como casa. Meu endereço não é ponto de abandono, ou seja, não são gatinhos que foram jogados aqui mas sim que entraram aqui e por alguma razão ficaram.

Sábado pintou uma mocinha tigrada muito fofa. Estava bem cuidada, castrada, gordinha. Eu a alimentei, ela DEVOROU a ração e foi pro fundo da garagem tirar sua soneca.

Domingo foi a mesma coisa. Segunda-feira percebi que ela não saía mais daqui.

Procurei pela vizinhança por alguém que tivesse perdido uma gata, mas NADA.

Bom, agora ela se chama Tininha e ainda vamos aguardar uns dias para ver se o dono aparece mas… Já estamos buscando um dono para ela.

A mocinha tem em torno de um ano e meio, já está castrada e será vacinada.

Sabem aquelas gatinhas que a gente morre de dó de ver na rua? Aqueles que são presa fácil, que se jogam aos pés das pessoas, que buscam carinho desesperadamente? A Tininha é desses. Colocamos coleirinha nela na hora da foto, mas depois ela mesma arrancou tudo rs

Foto da boneca:

tininha - tininha


Só reiterando: ela foi encontrada nas imediações do bairro Tucuruvi, na Zona Norte de São Paulo.

Obrigada a todos!

Fazendo a nossa parte Mila em 01 Dez 2008

Dia de Ação de Gatos - 29.11.2008

Oi, pessoal!

Como todos já sabem, uma vez por mês a Confraria faz um mutirão de castração de animais - não só dos que estão nos lares temporários mas principalmente daqueles ferais, arisquinhos, que vivem em praças, fundos de escolas etc. para retardar a explosão demográfica de bichos de rua. Nossos principais “alvos” são os gatos, em especial os de uma certa pracinha na Zona Leste de São Paulo.

Por isso, sábado passado, cedinho, lá fomos Livia, Tatis e eu catar gato!

Pois gato nenhum quis saber de entrar na gatoeira. Estão vendo essa tricolorzinha da foto abaixo? Estamos de olho nela há tempos e quase a agarramos na última ação, mas a bicha é danada. Escapou daquela vez na base do arranhão (rs!) e desta vez foi esperta o suficiente para entrar na gatoeira e alcançar a comida sem acionar a armadilha.

trica - trica

É, não foi desta vez, trica, mas chegaremos lá.

Em compensação, este gato preto estava tão bobo e tranqüilo deitado no mato que a Tatis consegiu pegá-lo pelo cangote sem a menor apelação e guardá-lo bonitinho na casa de transporte.

preto - preto

Por dica de uma vizinha do local, fomos atrás de uma família que tinha acolhido recentemente uma filhotinha nascida nessa colônia. A família não tinha muitos recursos e nos deixou levar para castração não só a gatinha, mas também um siamês adulto que já era da casa. Ambos foram entregues à família no final da tarde, quando voltamos à colônia para devolver a gataiada.

dois - dois

Também levamos esta escaminha de um colega da Livia. Saca só a cara de invocada da princesa, que rosnou e rodou a baiana mais do que qualquer feral na hora de tomar a anestesia (rs!).

escama - escama

Completaram o pacote a doce Mimi com seus 4 filhotes + 1 siamesinha perdida, devidamente incorporada à ninhada, que vêm sendo mantidos no LT da Tatis.

galerinha - galerinha

O saldo final: 10 gatos para castração. Eis a galerinha anestesiada e “tesourada”, pronta para uma vida de celibato (e muito feliz, tá? Rs!).

todos - todos

Pra descontrair:

Tati curte a siamesinha.
tati - tati

Livia se esbalda com Hank.
livia - livia

Quem quer um pacotinho de gato?
pacotinho - pacotinho

Mimi gatíssima!
lindona - lindona

Agradecemos a todos os que colaboraram para que isso pudesse ser feito, fazendo doações ou comprando artigos de nossa lojinha!

Fazendo a nossa parte Mila em 20 Nov 2008

A Confraria

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