Archive for the ‘Curiosidades Felinas’ Category

A Evolução dos Gatos

A Revista Scientific American publicou uma matéria bem interessante sobre a evolução dos gatos (selvagens- domesticados).

Achei bem interessante, então junto com uma foto linda (é minha gata preta que está muito dodói mas que VAI melhorar), deixo o link para vocês.

Bom domingo!

Matéria “A Evolução dos Gatos” – clique aqui.

Essa é minha Sabina, no auge de sua forma física (e é como estará novamente daqui há algumas semanas):
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A saga da doação do Gary: bicho não é presente e gato persa não é troféu.

Boa noite, pessoal.

Gostaria hoje de publicar um artigo que há muito tenho vontade de escrever, mas ele acabou por abranger dois assuntos dada a situação que me motivou a escrevê-lo.

O primeiro assunto é a dificuldade em doar um animal de raça. O segundo é a mentalidade que as pessoas têm ao acharem que um animal pode ser um presente.

Quando tenho um animal que seja de alguma raça ou que tenha alguma necessidade especial (albinos, surdos, etc), a doação dele é absurdamente difícil. Por diversas vezes estive encarregada de doar persas, maine coons e até mesmo um british shorthair, e foram as doações que mais me demandaram tempo, trabalho e sossego.

Todo mundo se anima a ter um persa. “De graça” ainda por cima, que maravilha! Porém são poucas as pessoas que enxergam um animal como um ser vivo que merece respeito, cuidado e amor como qualquer outro; poucos enxergam um gato desses como um gato e não como um troféu.

Nunca fui contra uma pessoa optar por ter um animal de determinada raça ou aquele sem raça definida. Acho que cada adotante deve ter ciência de suas condições de espaço e tempo. Tratando-se principalmente de cães, muitas vezes a noção do tamanho que o animal terá ao tornar-se adulto é fundamental na adoção. Também nunca critiquei quem opte por comprar um animal, desde que o faça de maneira consciente e de criadores decentes, não cachorreiros ou petshops irresponsáveis.

O que sou contra é uma pessoa querer um animal só porque ele tem uma raça sem preocupar-se se é capaz de oferecer o que ele precisa com relação a cuidados específicos. É querer um troféu, e não um gato.

Apesar da quantidade de pessoas que se candidataram para adotar o último persa que doei (53 pretendentes), levei um mês para conversar com essas pessoas, entrevistá-las e na maioria das vezes, recusar a doação. Ouvi desaforos dos tipos que vou citar abaixo – exatamente da maneira (escrita, inclusive) que recebi:

“Gostaria muito de adota-lo mais com essa frescurada toda, vendo se eu quiser adota-lo de verdade, percebi que nao terei sussego com os antigos donos”

e também:

“ah e como pode saber quanto temos em conta corrente ” a ração é cara” enfim tente cometer menos gaffi em outros contatos.e até nunca mais.”

Isso tudo porque no primeiro caso eu sequer fiz algum contato: a pessoa olhou o anúncio e deu-se ao trabalho de me escrever isso. No segundo caso, a pessoa dizia que tinha quatro cães e que o gato era presente para a sobrinha, e eu então expliquei com a maior educação do mundo que não podemos dar animais de presente, que eu precisaria conversar com os pais da menina para saber se eles estavam de acordo e se eles tinham consciência dos custos para manter um persa e, estando eles dentro dos nossos critérios, eu doaria o gato com todo o prazer.

É aí que entro no segundo assunto: a mania que as pessoas tem de achar que bicho é presente.

Vida não é presente. Não se dá um animal de presente sem que o presenteado saiba, não se faz surpresa com uma vida. Serão quinze anos de cuidados constantes, e não é possível ‘presentear’ alguém com algo que lhe dará ‘trabalho’ por quinze anos. O compromisso é enorme!

Também sobre isso, recebi a seguinte resposta (igualmente reproduzo da maneira exata como recebi):

“pode ser presente sim porque quando vamos ter filhos dizemos ter recebido um presente de deus,e o animal tembem só não disse a ela para não causa-le ansiedade.mas tudo bem doe a quem pensar como vc porque assim se sentirá melhor, para nossa família a vida é um presente de deus!!!!!!!!!”

Um enorme problema em lidar com as pessoas nessa escala é que elas sempre pensam que nossos critérios são pessoais. Que quando informo o preço da ração, vacinas, banhos e tudo o mais, na verdade estou insinuando que elas não tem dinheiro para manter o gato e não é nada disso.

Outro problema é que muitas vezes as pessoas não entendem que bicho não é brinquedo. Bicho não pode ser trocado quando quebra. Bicho não tem certificado de garantia e não dá pra repor peça. E mais ainda, animal não é presente surpresa para criança alguma sem que os pais saibam disso.

Por incrível que pareça, é bem mais fácil doar um vira-latinha (SRD) do que um gato “de raça”.

Acabo doando o gato geralmente para pessoas que tem condições e conhecimento para comprar um, mas optam por adotar ou ainda para adotantes que já têm gatos nossos. Muitas são as pessoas que nos procuram e que não tem a menor condição de ter animal algum, mas não posso dizer isso com todas as letras, e nem é necessário.

O que lamento é saber que em outras situações e com ‘protetores’ menos criteriosos, animais são doados somente para ter uma chance de sair do ruim pro menos pior. Quantos abandonos não vemos por aí porque proprietários não se encaixam no que o animal precisa, ou quando o animal não tem o perfil que o adotante busca?

Temos exigências básicas para doar um gatinho (apartamento telado ou casa igualmente segura, ração de qualidade, veterinário quando necessário), mas quando exigimos algo a mais para algum gato em específico, não é à toa: sabemos do que falamos. Quando exigimos, além de respeitar os limites e necessidades do animal, também baixamos a quase zero as chances de a adoção dar errado.

O Gary mesmo (o ultimo persa) exigia uma casa sem outros animais, quaisquer que fossem eles. Ainda assim a quantidade de pessoas que tentaram adotá-lo tendo outros gatos/cães – mesmo tendo deixado isso muito claro no anúncio – foi enorme. Os argumentos iam de

“eu darei a ele muito carinho e ele não terá ciúmes, vou mostrar a vocês como é que se cuida de um gato”

até o

“tenho outros seis ‘perças’ mas eles não vivem dentro de casa, só este viverá”.

Ou seja, perdem o tempo delas e o nosso também, pois mesmo aos contatos mais absurdos eu respondo.

Enfim, doar um animal demanda tempo, paciência, experiência e principalmente discernimento (e também algum conhecimento) para não preocupar-se em doar o bicho somente para que a pessoa não se magoe. Tenho ótimos amigos que são péssimos adotantes, e por duas vezes recusei-me a doar gatos a eles. Não tenho qualquer problema em dizer isso. Muitas foram as vezes que um candidato não atendia às nossas exigências mas quis adaptar-se colocando telas nas janelas, adquirindo ração adequada ou castrando os animais que já tinham em casa. Felizmente esse número de pessoas cresce constantemente, para nossa alegria =o)

Para finalizar a história, o Gary hoje vive num lar em que reina sozinho e tem a companhia de duas crianças (ele adora crianças), e sua proprietária atendeu a todas as nossas exigências. Em quatro dias de casa nova ele já está bem adaptado, come bem e leva a vida que precisava. E, mais uma vez, é reflexo da máxima que tenho comigo de jamais arriscar a vida de um animal para agradar uma pessoa, seja ela adulta ou criança. Aquela vida, para mim, está em primeiro lugar.

Grande abraço a todos e obrigada pela visita!

Tatis.
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A importância de uma adaptação bem feita.

Boa noite, pessoal.

Hoje gostaria de abordar um assunto aparentemente despretensioso mas que no fundo é tão essencial quanto o próprio ato de adotar um animalzinho: a adaptação dele ao novo lar e, se for o caso, a um outro animal que já viva contigo.

Obviamente minha experiência maior é com gatos (rs) e vou tomar a liberdade de citá-los diretamente neste artigo. O que direi aqui baseia-se na minha experiência, em estudos que já li e também na opinião de pessoas ainda mais experientes do que eu.

Até há bem pouco tempo eu me gabava por não ter recebido gatinhos que foram adotados e devolvidos. Sempre tive muito cuidado em observar bem o gatinho e também o adotante de modo a não oferecer (ou permitir a adoção de) um animal que não se encaixasse naquele estilo de vida.

Vou exemplificar: a pessoa vê a foto de um gato liiiiiindo, adulto, enorme, azul, e quer adotá-lo. Não se importa com nada, mas quer AQUELE gato azul. Acontece que aquele gato é temperamental, genioso e não gosta de colo, e acontece também que o candidato a adoção terá nele seu primeiro gato. Num caso desses por exemplo não dôo de jeito nenhum. Explico os porquês, ofereço outro gatinho que se encaixe mais no perfil (um tranquilinho, que goste de ser pego, essas coisas). Enfim, isso é só o básico; na prática, a coisa vai muuuuito mais longe rs

O fato é que em final de dezembro e começo de janeiro tivemos 3 devoluções de gatinhos. Isso é muito estressante para eles, para nós e obviamente para os gatinhos que seriam companheiros deles caso a adaptação fosse feita corretamente, levada a sério como se deve. Todas as dicas e passo-a-passo na adaptação num primeiro momento parecem água e borracha e a pessoa sempre acha que sua experiência e seu feeling funcionam melhor; é exatamente neste momento que as coisas saem erradas.

Temos o cuidado de sempre entregar nossos bichinhos pessoalmente, o que serve para avaliar melhor as situações além de checar a casa onde eles vão morar. Se é segura, essas coisas. Mesmo assim, e mesmo acompanhando muito de perto, acontecem problemas.

Nos três casos, a devolução não levou nem 48h. Sabemos que 48h não são suficientes pra adaptação alguma, muito menos para uma decisão tão drástica como uma devolução. Entendemos que muitas vezes a situação entre dois gatos desconhecidos pode ser assustadora e isso apavora mesmo, mas é nesse momento que mais precisamos ter calma e botar a cabeça no lugar.

Vou tentar aqui citar alguns problemas na adaptação ou ainda, antes dela, na concepção que as pessoas tem dos felinos. São erros comuns a muita gente, mas não se sinta aborrecido caso viva uma situação parecida; é sempre tempo de mudar.

1. Humanização dos animais.

Quem de nós não chama o gato de ‘filhinho’? Rs chega a ser normal. O perigo mora logo depois disso: um gato não é nosso filhinho. Ele não é uma pessoa, não tem raciocínio, não sabe que se bater no gatinho da casa ele corre o risco de ser devolvido. Ele age puramente por instinto e tem uma personalidade peculiar; não há um gato igual ao outro. Gatos tem uma hierarquia própria, e normalmente decidem isso “na mão” ou “no grito”. Obviamente há gatos que são verdadeiros lordes, donos de um temperamento enormemente maleável e facilmente adaptáveis a qualquer ambiente, mas lamentamos informar que são a minoria no mundo :)

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Desta forma, muita gente se desespera ao ver o gato da casa ficar acuado diante do gato chegante. Isso acontece mesmo, mas acontece pra assustar quando o período de adaptação não é respeitado. Adaptação é gradativa, um teste de paciência e também de amor.

Pode acontecer que a hierarquia da casa mude com a chegada de um gato diferente. Isso tudo, entretanto, é resolvido entre eles. Para eles é irrelevante saber quem está ha mais tempo, quem é o mais querido, quem é o dodói. Com um pouco de paciência e tempo, eles geralmente se tornarão amigos de infância.

2. Medo de cara feia
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Obviamente precisamos respeitar os limites de cada criatura, e não estou aqui querendo dizer que um gato deve ser forçado a conviver com outro a qualquer custo. Sempre digo que a adoção de um animal deve vir recheada de alegria – ainda que com alguns percalços eventuais -, mas deve necessariamente trazer alegria pra todos. Raramente não traz, mas esse raramente tem o peso exato da concepção da palavra.

Porém, não é raro uma devolução com as seguintes alegações:

“Meu gato ficou fazendo um barulho esquisito e fiquei com medo” ou “meu gato ficou acuado com medo do Chegante” ou “Meu gato não está mais querendo ficar no meu colo como era antes”. Apesar de isso tudo ser absolutamente normal – mesmo quando a adaptação é correta – chega a desesperar as pessoas a ponto de devolverem. Numa ocasião, eu soube que um filhotinho de 2 meses que eu havia doado na noite anterior seria devolvido e que sua então ‘dona’ estava na minha porta para entregá-lo.

Ao decidir adotar outro gato, é preciso compreender que o gato que chega não é brinquedo para o gato da casa. Que há gatos que vivem muito bem obrigado sem companhia de outro felino, portanto, o ato de adotar tem que ser essencialmente porque VOCÊ deseja isso. Seu gato não vai entender suas boas intenções ao trazer um gato estranho aos domínios dele.

3. Meu gato mais velho já estava aqui, portanto ELE é o líder!
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(clique para ver crédito da imagem)

“Como assim chega um gatinho na casa e faz cara feia para o mais velho? E como assim, o mais velho não reage? Nããããão, tem alguma coisa errada com este gato! Ele é insolente e não respeita a hierarquia, ele acha que é o dono da casa e anda como se fosse!”

Isso infelizmente também é comum. É um erro, pois gatos não são como cães. Gatos não tem líderes, pois não vivem em matilhas. Gatos são territorialistas e somente dividem as tarefas de modo bastante equalizado, mas cada um por si. Acontece de afeiçoarem-se a ponto de definhar de tristeza e saudade de um companheirinho que se foi? Obviamente. Ainda assim é preciso que nos prestemos a tentar compreender o comportamento dos gatos para então compreender seus sinais, o que precisam e o que esperam de nós.

Portanto, dê graças se adotar um gato e ele caminhar pela casa sem nenhum estranhamento. Isso certamente facilitará a adaptação dele com o gato da casa, já que animais assim dificilmente procuram encrenca ou revidam um fuuuuzzz mais forte. São gatos seguros de si e desprovidos de medo, o que é ótimo.

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Botar dois gatos desconhecidos juntos num mesmo ambiente, de uma vez, é encrenca certa. Portanto, seguir as regrinhas é praticamente garantia de uma convivência no mínimo pacífica entre dois felinos – isso referindo-me obviamente a animais castrados ;)

Bom, é isso. Espero que esse artigo seja util de alguma forma para você que está pensando em adotar um gatinho ou já passa por algumas das situações descritas aqui.

Obrigada e até mais!!

Tatis.

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A hora do rango

Tias e tios que visitam noss blog, OI!

Resolvemos passar aqui pra deixar uma foto nossa da hora do rango. Sabem o que é? Essas tias andam pra lá e prá cá feito umas malucas e não conseguem tempo nem para conversar, quanto mais pra viir aqui!

Então resolvemos ajudar e colocar uma foto bacana nossa.

Lambs!

Feijuca, Abdo, George e Ringo – tb Niall e Paul, que já foram adotados hahaha.

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Bem quem não pode, aluga:

Bares que ‘alugam’ gatos viram mania no Japão

Por cerca de R$ 23, clientes podem acariciar e brincar com animais por uma hora.
A mais nova mania entre os japoneses é a de freqüentar os chamados “cat cafés”, locais onde os clientes podem aproveitar da companhia de gatos.
Por cerca de US$ 10 (pouco mais de R$ 23), o cliente pode passar uma hora em um desses estabelecimentos.
Em um deles, o Ja La La Café, no agitado bairro de Akihabara, em Tóquio, cerca de 12 gatos fazem as honras da casa.
Os clientes podem acariciá-los ou apenas tirar fotos de seus bichanos preferidos.
A maioria é de homens solteiros. Um deles, Yutsuke, se confessa batante tímido com outras pessoas. Ele conta que gostaria de ter seu próprio gato, mas como mora sozinho e está sempre viajando a negócios, prefere freqüentar os “cat cafés”.
BBC Brasil – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

 

Estante de gatos!

Não conheço a procedência da foto, que recebi por e-mail. Mas é um excelente exemplo de acomodações práticas para quem tem um grande número de gatos em casa. Além de ser uma graça, rs!
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Remédio Animal

Pessoal,

Há algum tempo atrás uma amiga me indicou a uma repórter que estava a fazer uma matéria sobre pessoas que se recuperaram de doenças ou traumas graves com a ajuda dos animais.

Hoje soube que a matéria foi publicada, e quis dividir com vocês! Adorei como ficou, e espero que ela sirva de base para que pessoas cujos médicos recomendam que se desfaçam de um animalzinho por conta de saúde possam reconsiderar isso. São muitos os gatos (principalmente) abandonados por prescrição médica, e isso é péssimo.

Colocarei a entrevista aqui, mas pra ver na íntegra é só clicar aqui e ir direto para o link da Revista Viva Saúde! Para ler é preciso cadastrar seu e-mail, mas é super simples e rápido (não precisa inserir um monte de informações, é só o e-mail mesmo).

A matéria:

Remédio animal
A convivência com um amigo de quatro patas acalma, facilita a interação, dá confiança e, o melhor, ajuda a superar com sucesso vários problemas de saúde

POR JANETE TIR
FOTOS FABIO MANGABEIRA

Foi em abril de 2005 que a paulistana Tatiana Sales desco briu um câncer no colo do útero. Depois de ser opera – da – e de várias sessões de radioterapia -, teve alta em janeiro de 2006, para em março desse mesmo ano receber a notícia de que as células tumorais haviam se espalhado para o intestino, a bexiga e a bacia pélvica. Apesar do prognóstico nada bom e de ser considerada paciente terminal, ela iniciou a quimioterapia, mas foi liberada para voltar para casa, pois nada mais poderia ser feito num ambiente hospitalar.

“Perdi mais de 20 kg e usava máscara hospitalar o tempo todo, pois o meu sistema imunológico beirava o caos, mas não fiquei sem meus gatos nem um minuto. Passamos várias noites deitados no sofá, eu brincava com eles e eram momentos em que eu me esquecia de que estava tão doente, e a dor constante era amenizada”, revela Tatiana.

QUEM JÁ PASSOU POR EXPERIÊNCIAS DOLOROSAS DE DOENÇAS OU PERDAS FAMILIARES SABE QUE AOS ANIMAIS, AO CONTRÁRIO DOS SERES HUMANOS, NÃO HÁ NECESSIDADE DE EXPLICAR NADA, SOMENTE DE INTERAGIR

[img:tati_vito_01_1.jpg,full,alinhar_esq_caixa]Depois de uma cirurgia longa, em que era tudo ou nada, a saúde voltou aos poucos e hoje ela está curada. “Posso dizer, sem dúvida alguma, que hoje sou uma pessoa muito mais equilibrada e preocupada em ser feliz do que era antes. Naqueles momentos difíceis, meus gatos ficaram comigo e nem se importaram com o meu mau humor, se eu estava descabelada ou com aparência péssima por conta de quimioterapia. Eles não tiveram por mim aquela piedade que tanto corrói e maltrata um doente, pelo contrário, me presentearam com um amor incondicional”, diz Tatiana.

(…)”

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Muito obrigada a todos vocês =o)

Tatis.

 

Cafeterias especializadas em gatos viram moda no Japão

Clientes pagam 500 ienes (cerca de R$ 7) para ficar meia hora rodeados de gatos.

Não consegui incluir o vídeo, gente, então cliquem AQUI e assistam!

Fonte: UOL Notícias

 

Bebezinho + gato, combinação perfeita =o))

Ontem recebi a visita da minha queridinha… Minha queridinha é minha sobrinha Catarina, nascida em junho deste ano.

Toda pomposa, já passeia junto com a mamãe dela, ajudando a enfeitar o mundo.

Minha cunhada não tem gatos e não curte muito bichos dentro de casa (rs) mas sempre traz a Catarina aqui em casa pra ver os ‘primos’, como ela mesma diz!

Não é o máximo?

=o))

Fica registrada a foto linda de ontem.

Obrigada!!

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O que é uma gata sem seus filhotes… =o(

Resolvi postar essa experiência que tive hoje porque acho que pode servir para muitas situações.

Primeiro: para os cerumanos que enchem uma caixa com gatinhos de 10 dias e jogam na porta dos outros. Segundo: para aqueles que acham a castração uma judiação. Terceiro: para aqueles que acham que os gatos tem que ’satisfazer sua necessidade sexual’.

Quinta-feira passada recebi a Marji, uma gata vaquinha de uns 7 meses. Veio de um lugar totalmente insalubre, alimentava-se de resto de lixo e fora atropelada no dia anterior. Estava explodindo de prenhe.

Na sexta leveia na vet, ela foi examinada e auscultamos 3 bebezinhos vivos na barriga dela. Dado o trauma e o tempo que já tinha passado, esperaríamos até segunda-feira para uma cesárea, mas os bebês não esperaram: nasceram na noite de sexta para sábado. Dois deles entre 17 e 18h, e o último às 5:15h da madrugada. Os dois primeiros ficaram molhados dentro do ninho da Marji, pois ela não tinha a menor idéia do que estava acontecendo. Não cortou o cordão, nem tirou/comeu a placenta. Os bebês estavam gelados, nós tratamos de fazer todo o necessário.

Somente dez horas depois disso a Marji aceitou os dois bebês. O terceiro, quando nasceu, deu a sorte de ter uma mamãe já mais ‘experiente’ e foi lambido, colocado pra mamar por ela mesma, tals.

Sabíamos que a Marji foi pessimamente alimentada durante a gravidêz. Sabíamos dos riscos. Desde que chegou aqui, passou a comer ração superpremium para filhotes, além de A/D diariamente. No sábado de manhã tudo parecia bem, na segunda-feira também…

Até que, na terça cedo, eu senti um dos bebês debilitados. O primeiro a nascer estava mais fraquinho, e imediatamente os cuidados sobre ele foram redobrados: aquecimento com bolsinhas de gel, suplementação com chuquinha e leite próprio, glicose.

À noite ele já estava morto.

Na quarta-feira foi a vez do segundo filhote.

O último a nascer, um gato vaquinha como a Marji, estava mamando com bastante vigor. Ontem pensei que ele vingaria, porque estava fortinho. Mesmo assim tentei suplementar com a chuquinha, mas ele não aceitou.

Hoje, agora há pouco, ele também se foi.

Sabem como eu descobri?

Estava no computador e ouvi uns barulhos feios no banheiro da Marji. Era como se ela estivesse tentando escalar o box de vidro. Em seguida, ouvi a caixa de transporte rolar no chão.

Cheguei lá e tudo estava revirado. Ela, que até então estava super calma e cuidadosa com o bebê, parece ter se dado conta de que não sobrou nenhum dos bebês pra ela cuidar. A face do desespero, foi isso o que vi no rosto da Marji.

Um choro doído, o desespero de tocar o filhote ainda quente na caixinha, e ela do lado de fora, de um lado para outro, como me perguntando ‘onde estão os meus bebês??’

Peguei-a no colo, mas ela não tem parada. Não para de procurar os bebês, não para de miar chorando, e se o meu coração estava em pedaços por presenciar os bebês se esvaindo um a um, pior está agora ao vê-la desnorteada, sem sossego e sem compreender nada.

Quem enche uma caixa com bebezicos e os deixa longe da mãe deve ter sua culpa pela crueldade elevada à décima potência, porque não bastasse a maldade de condenar bebes tão pqnos à morte, ainda condena aquela mãezinha a passar tanto tempo totalmente desesperada atrás dos seus filhinhos.

Quem acha que castração é uma judiação, que ponha-se a ter que assistir, sem poder fazer nada, o desespero dessa mãezinha que está aqui comigo me dando uma AULA sobre dedicação, amor incondicional e respeito pelas vidinhas daqueles pititicos que foram tomados dela.

Quem acha que uma gata deve procriar, que venha presenciar uma filhota que não é muito mais filhota que os filhotes dela, que aceitou seus bebês somente depois de muita insistência nossa, venha presenciar isso e imagine quantos filhotes morrem porque suas mães, ainda crianças, não sabem como cuidar deles. Não sabem porque ainda SÃO BEBES MAIORES, só isso!

Acho que jamais vou me acostumar com isso. Ainda tendo consciência de quantas vezes isso ainda acontecerá, não há experiência capaz de me tornar indiferente a esse tipo de coisa.

Primeiro foram os titicos tenores, não sei se vocês lembram, 4 bebes com 10 dias que morreram (um de má formação e os outros com panleucopenia).

Agora os bebês de Marji.

Gente, é foda. É foda.

Não sei como agir com isso.

Hoje não tem foto, não tem nada… Vamos dormir, eu e Marji, e tentar descansar.

Obrigada a todos pelo carinho e apoio de sempre.

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