Category: Notícias do mundo animal

A Tigresa e os seus filhotes porcos :)

Num zoológico na Califórnia, uma tigresa deu à luz, coisa rara, a três filhotes.
Infelizmente, devido às complicações na gravidez, os filhotes nasceram prematuros e devido ao tamanho deles, morreram logo após nascerem.
Após se recuperar do parto, a tigresa, de repente começou a ficar fraca, apesar de fisicamente estar bem, os veterinários deduziram que a perda dos filhotes levou a tigresa à depressão, e então decidiram que se a tigresa pudesse cuidar de filhotes de outra tigresa, ela poderia se recuperar da depressão.

Após percorrerem todos os zoológicos do país, a má notícia, não existia nenhum filhote de tigre recém-nascido para dar à tigresa.
Os veterinários então decidiram tentar algo que nunca tinha sido tentado num zoológico antes, algumas vezes uma mãe de uma espécie pode vir a tomar conta de uma espécie diferente.
Os únicos órfãos que eles conseguiram achar eram uns filhotes de porco.
A equipe do zoológico e os veterinários enrolaram os filhotes de porco em peles de tigre os colocaram perto da tigresa.

Agora, me diga: por que é que o resto do mundo não pode viver bem ???

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Filhote de tigre é adotado por cadela na Rússia

Um filhote de tigre rejeitado pela mãe foi adotado por uma cadela na região de Omsk, na Rússia.

May é o primeiro filhote de tigre a nascer na região. Segundo os criadores do zoológico de Bosherechye, May teve que ser separada da mãe porque a tigreza não tinha instinto maternal e poderia ferir o filhote.

May foi então adotada pela cadela Juchka, que havia dado à luz recentemente e foi levada, junto com seus filhotes, ao zoológico para tomar conta do pequeno tigre.

Mas, segundo os criadores, May ficará maior do que sua mãe adotiva em três semanas e terá que ser separada de sua nova família.

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Fonte: UOL/BBC

Notícia boa… ou não?

A aprovação da lei que proíbe a matança de animais nos CCZs em todo o Estado de São Paulo foi comemorada pela maioria dos amantes de animais (eu inclusa). Pensamos: agora que não podem mais matar, vão oferecer soluções reais para o problema do abandono de animais, que são as campanhas de castração e adoção. Num mundo perfeito as coisas seriam assim. Mas como são realmente?

Confiram nesta reportagem da Veja São Paulo de 7 de maio de 2008, por Fábio Brisolla.


O fim do corredor da morte

Para se adaptar à lei que proíbe execuções, o Centro de Controle de Zoonoses passa a recolher menos cães e gatos nas ruas.

A aprovação da lei estadual que proíbe o sacrifício de cães e gatos em canis públicos desencadeou uma crise no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). Vinculado à Secretaria Municipal de Saúde, o órgão é o responsável pelo recolhimento de animais abandonados nas duas da cidade. Em vigor desde o último dia 17 [de abril], a nova legislação, de autoria do deputado Feliciano Filho (PV), permite eutanásia apenas em casos de doenças terminais ou infecto-contagiosas incuráveis e graves. Elogiada por organizações de defesa dos bichos, a medida obrigou o CCZ a acolher menos cães e gatos (veja o quadro). A orientação atual é aceitar apenas aqueles que oferecem riscos à saúde pública. Nos três primeiros meses do ano, a média de cães capturados foi de 657. O número caiu para 272 em abril. Mais de 80% dos bichos que cruzaram os portões do canil localizado em Santana em 2008 acabaram mortos com injeção letal – o prazo máximo para quem quisesse reclamar seu animal, ainda que estivesse sadio, era de três dias. Apenas os mais novos e dóceis tinham a chance de aguardar mais tempo por um dono.

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O poder público precisar criar espaços para recuperar e expor os animais, promovendo a adoção de todos“, afirma Vanice Orlandi, presidente da União Protetora dos Animais (Uipa), que mantém um abrigo com 1.500 vagas no Canindé. “No CCZ não há nada disso. Só lugar para matar.” A maioria dos canis e gatis do CCZ, que comportam mais de 510 cães e gatos, é fechada e não tem iluminação natural. “Falta de tudo por lá, inclusive vacinas e ração”, diz Ângela Caruso, presidente do Quintal de São Francisco, ONG que abriga 370 animais no bairro de Parelheiros. “Chegamos a ajudar fornecendo insumos quando a situação se agravava.” Em entrevista concedida por e-mail, Inês Suarez Romano, coordenadora da Vigilância em Saúde da cidade de São Paulo, rebateu as acusações. Segundo ela, o CCZ não sofre com a falta de vacina e ração. Sobre a estrutura, reconhece que o lugar foi “construído originalmente para curta permanência dos animais recolhidos”, mas que uma possível reforma está sendo estudada.

A polêmica sobre a morte e a captura de animais abandonados já fez uma vítima. Na terça-feira passada, a então diretora do CCZ, a veterinária Adriana Lopes Vieira, foi afastada do cargo. Em seu lugar assumiu o também veterinário Marco Antonio Vigilato, funcionário de carreira da Secretaria de Saúde. “Adriana era defensora da lei atual e estava disposta a adaptar o CCZ à nova realidade”, afirma Vanice Orlandi, da Uipa. “Apesar das limitações do centro, ela brigava para mudar esse cenário cruel”, diz Luiz Scalea, gerente administrativo da Associação de Proteção dos Animais São Francisco de Assis. Para o deputado Feliciano Filho, optar pelo fim do extermínio é também uma questão econômica. “Da captura até a morte, o governo gasta 130 reais por animal”, conta. “Castrar é a solução mais eficaz para conter o aumento desenfreado dos bichos de rua e custa apenas 30 reais por operação.”

O que será que eles estão esperando para iniciar uma política mais efetiva e menos cruel?

Gatos fazem bem ao coração!

E não é no sentido figurado não, gente. Gatos literalmente fazem bem ao coração!

O site Medicine.Net publicou um interessante artigo sobre os benefícios que a companhia de um gato traz à saúde de um ser humano – em inglês. Esta xereta que vos fala fez uma tradução livre do texto. Desculpem qualquer erro, pois não manjo de termos médicos em inglês. Mas o assunto é muito interessante, então, aí vai!

Ter um gato é bom para o coração?
Estudo mostra que donos de gatos têm menor probabilidade de morrer de ataques do coração

Por Charlene Laino – WebMD Medical News

Revisado por Louise Chang, MD

Nova Orleãs, 21 de fevereiro de 2008. Seu gato pode lhe dar muito mais do que amor incondicional depois de um dia difícil. Um novo estudo mostra que proprietários de gatos têm menor probabilidade de morrer de ataques cardíacos e outras doenças cardiovasculares do que pessoas que nunca tiveram um gato de estimação.

A descoberta vem de uma análise de dados de quase 4.500 homens e mulheres, com idades entre 30 e 75 anos, que participaram do National Health and Nutrition Examination Study.Todos estavam livres de doenças cardiovasculares quando entraram no estudo, na década de 1970.

Mais da metade, 55%, afirma ter tido um gato de estimação em algum ponto de suas vidas.

Comparadas com donos de gatos, pessoas que jamais tiveram um felino de estimação tinham 40% mais probabilidade de morrer de um ataque cardíaco durante o período de 20 anos de duração do estudo. Elas também eram 30% mais propenas a morrer de doença cardiovascular, incluindo infartos, falhas do coração e doença cardíaca crônica.

Os resultados se sustentaram mesmo depois que os pesquisadores levaram em conta outros fatores de risco para doenças cardíacas, incluindo idade, sexo, raça, pressão sanguínea e o hábito de fumar.

Os pesquisadores não encontraram traço semelhante em pessoas que tinham cães de estimação.

A descoberta foi apresentada na American Stroke Association’s (ASA) International Stroke Conference.

Amantes de gatos têm menos estresse

O pesquisadore Farhan Siddiq, MD, diretor do Minnesota Stroke Institute na Universidade de Minnesota, diz que amantes de animais compartilham características de personalidade como baixos níveis de estresse e ansiedade que os protegem contra doenças cardíacas.

“Proprietários de cachorros provavelmente têm as mesmas características, ainda que os dados não confirmem isso,” ele adiciona.

O porta-voz da ASA, Daniel Lackland, MD, um expert em infatos da Universidade de Medicina da Carolina do Sul, em Charleston, concorda que tanto gatos quanto cães “são bons, fazem com que você se sinta melhor. E estudos mostraram que um sentimento geral de bem-estar está associado à saúde.”

Mas, diz Lackland, a descoberta não deve ocasionar um relaxamento quanto ao controle da pressão sanguínea, colesterol e diabetes.

Então, você deveria sair e comprar um gato na esperança de cortar seu risco de morrer de um ataque cardíaco? “Para outras recomendações médicas, precisaríamos de mais evidências. Mas isso tem risco mínimo – a não ser que você seja alérgico”, Siddiq diz.

Fonte: Medicine.Net

Eu, como NÃO-médica, faço uma recomendação: não compre um gato – ADOTE UM! Aliás, adote um gato ou um cachorro, que independente deste ou daquele fator de saúde, certamente você levará uma vida mais alegre e cheia de amor. ;-)

Mila

Organizações protetoras de animais resgatam 800 cachorros maltratados nos EUA

Parece implicância minha, mas taí o que dá alimentar o comércio imoral e indiscriminado do qual vivem os “gigolôs de animais”. Esse aí juntou mais de 800. Aqui em São Paulo, certamente há os que cheguem bem perto desse número.

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Washington, 13 mar (EFE).

Organizações protetoras de animais recuperaram de uma casa rural de Avra Valley (Arizona) cerca de 800 cachorros, que eram mantidos amontoados e sem atendimento higiênico-sanitário por um casal.

Entre os cachorros recuperados, a maioria é da raça chihuahuas, mas também existem outros de raças diferentes. De acordo com as organizações protetoras dos animais, vários dos cachorros encontrados não possuíam uma pata.

A unidade de Controle de Animais do Condado de Pima achou, além disso, 82 papagaios em jaulas na casa do casal.

As organizações de defesa dos animais Human Society of Southern Arizona e Arizona Chihuahua Rescue, entre outras, participaram do registro e levaram os cachorros para centros de refúgio e adoção da região.

O casal de idosos, que não foi identificado, aparentemente estava assustado pelo ocorrido em sua casa, mas decidiu colaborar com as autoridades.

Por enquanto, não foram apresentadas acusações contra os dois, mas as autoridades continuam com a investigação.

Aparentemente, o casal criava os cachorros e os colocava à venda, mas a porta-voz da Human Society, Jenny Rose, acredita que se trata de um caso de aglomeração de animais quando idosos pensam que ninguém mais pode oferecer um bom lar a seus animais de estimação e por isso se agarram a eles.

O caso veio à tona quando um veterinário atendeu a uma chihuahua de uma mulher que comprou o animal do casal e o aconselhou a chamar as autoridades para avisar do estado dos animais.

Os cachorros e papagaios resgatados tinham suficiente comida, apesar de viverem em “horríveis” condições, com urina e restos fecais por todos os lados e amontoados em jaulas.

Em alguns casos, até doze cachorros estavam apertados nas mesmas jaulas, localizadas nos arredores da casa, segundo as autoridades.

Os cachorros que viviam na casa podiam sair livremente para o jardim, mas outros ficavam trancados o dia todo.

Agora as associações cuidarão dos animais para que se recuperem e, provalvemente, dentro de duas semanas, sejam colocados para doação.

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