Novidade: videos exclusivos

Oi amigos!

A partir de agora contamos com mais uma ferramenta para divulgação dos nossos gatinhos: vídeos promocionais exclusivos.

Os dois primeiros sortudos são Jasmin e Pedrinho.

Jasmin é uma linda panterinha, muito fofa e dócil, bem humorada, brincalhona e super sociável. Ela é uma dos ex-Coitadinhos de Santos:

Pedrinho é um gato super star: sua captura foi filmada pela equipe do Globo Repórter quando fizeram uma matéria com a gente, em Junho desse ano. Ele é muito carinhoso, adora ficar por perto e se dá muito bem com outros gatos.

Ambos estão castrados, vacinados e vermifugados.

Mesmo se você não puder adotar um deles, compartilhe essa mensagem ou os vídeos! Cada compartilhamento aumenta exponencialmente a chance que eles tem de encontrar um lar definitivo.

Muito obrigada e até mais!

O Golpe do Ceguinho

Oi!

Meu nome é Mr. Magoo – Magoozitcho para os íntimos – e hoje eu quis ajudar as minhas tias a contar a minha história. Sabe como é, essas tias vivem me escovando, paparicando, me enchendo de patê, então resolvi retribuir porque eu sou um cara BEM legal!

Há dois meses uma das minhas tias (a mais legal de todas, a Tia Patrícia, que sempre soube que eu era um cara bonzinho e não um cascudo hahaha) me encontrou na rua. Ela ficou penalizada porque eu andava me escorando no meio-fio da calçada, pô, eu não conseguia enxergar! Precisava me virar, né? Quando ela me achou eu estava assim:

Pô, isso doía. Não conseguia abrir os olhos de jeito nenhum!

A tia me resgatou, me acostumou mal com patês (NINGUÉM me deixa sem patê!), botou um monte de remédios em mim e essas cascas que eu tinha nas orelhas e no corpo todo foram cedendo. Eu ouvi as tias dizerem que isso era sarna, mas sério: você acha que eu ia me ligar no nome disso? Eu só sabia era que coçava, e muito!

Eu ouvia as tias cochichando daqui, dali, e não é que elas pensaram que eu era cego?

Hahahaha!

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Vida nova no feriado

Oi pessoal!

Ontem foi feriadão, um sol lindo, dia de que?

Dia de doar e entregar gatinhos!

Ontem foram CINCO felizardos. É mole?

Cinco filhotinhos seria demais, mas mais do que demais: dois bebezinhos, uma filhotona de 8 meses e DUAS adultas. Dos cinco, DUAS são gatinhas do caso de Santos.

Chanel era uma das mais debilitadas dos Coitadinhos de Santos. Não tinha UM pelinho no corpo, estava super judiada, magra, apática. Ficou no LT da Adriana e ontem finalmente ganhou uma casa definitiva! Maurício, esposa & Fiona, a boxer do casal, acolheram nossa princesa com o maior amor do mundo!

Jasmin também era uma das Coitadinhas, mas é bem mais jovem. Exceto pelo problema respiratório que todos tinham, o estado dela não era dos piores. Ontem a Ingrid & Fabio, que ja tinham escolhido a Luthien (uma dos Elfinhos) resolveram adotar duas e pronto: uma pretinha e uma branquinha de casa nova!

Sinhozinho Malta foi outro que ontem tirou a sorte grande. Ele é um dos Santeirinhos, lembram dele? Dona Manira, uma senhora super simpática que adaptou a casa toda pra receber sua nova companhia felina, queria uma fêmea mas acabou se encantando pelos olhos azuis do nosso rapazinho. Ele merece!

E por fim, minha rainha Yavanna. Não podia haver justiça maior do que essa! Ela cuidou dos seus sete elfinhos, depois de mais cinco tigrinhos da feira de Friburgo e ontem foi premiada com um lar definitivo incrível. A Kuka, que já tem a Cora, Godiva e Catarina, apaixonou-se pelo bocãããão da Yavanna e resolveu adotá-la!

As fotos e os sorrisos falam por si.

Difícil a gente não transbordar de felicidade…

Muito obrigada a vocês todos que fazem dos nossos sonhos uma realidade!

Tatis.

Facebook

Oi pessoal!

Eu sou a Yavanna, a mãe dos Elfinhos. Lembram de mim?

Além de me divulgar (ei, eu preciso MUITO de uma casa!) eu passei por aqui hoje pra dizer que vocês que acompanham nosso dia-a-dia pelo blog também podem acompanhar pelo Facebook!

Basta curtir nossa fanpage clicando nesse botãozinho aí, ó!

Sabiam que uma SUPER ajuda que não custa nada é compartilhar essa mensagem? Sim, sim! Quanto mais seguidores a Confraria tiver no Facebook, mais pessoas conhecerão o que as tias fazem, mais pessoas ajudarão e elas poderão ajudar ainda mais amiguinhos como eu!

Imaginem quantas mãezinhas não vivem por aí, tendo seus bebezinhos na rua? Muitas não tiveram a sorte que eu tive, mas dá pra mudar isso. Compartilhe o trabalho das tias!

Aaaaaaaaaaaaaah, que sono! Essa vida de mamãe cansa muito, por isso eu preciso logo de uma casa só minha que é pra poder descansar minha beleza ao seu redor!

Lambeijos,

Yavanna.

Todas as coisas têm um coração…

Sim, todas as coisas precisam ter um coração!

Aquele que faz a vida ter sentido, que pulsa gratuitamente, sem esperar nada em troca…

Hoje, a Confraria dos Miados e Latidos está em festa porque aqueles que são o nosso coração estão em festa!

Aos queridos Tatiana Sales Cunha e Cristiano Cunha prestamos nossa homenagem, nossa admiração e uma imensa gratidão por dividirem conosco esse amor e essa família linda que vocês são! Um amor tão grande que transborda há 9 anos e atinge um monte de gente ao redor…

Aos amados Tatis e Cris, o nosso coração!

Seus amigos cônfrades

Nosso combustível

Oi amigos,

Os últimos meses tem sido especialmente trabalhosos pra gente.

Ainda estamos administrando os ex-Coitadinhos de Santos, pois nunca tínhamos feito um resgate tão grande. Houve perdas, houve adoções, mas sabemos o quanto é difícil recolocá-los porque os filhotes pequeninos chamam muito a atenção, eles acabam sendo preteridos.

A parte bacana é que todos os que foram adotados vivem hoje vida de reis!

Dois casos especificamente conseguem ser ainda mais difíceis entre os difíceis: a Velhota (Lady), uma cadelinha que tem pelo menos 14 anos e a Mariella, uma adulta com 7 anos de idade.

Semana passada o improvável aconteceu. Aliás, vive acontecendo, né? Eu estava na guarita do estacionamento de um supermercado em Cotia, onde meus pais moram, e uma grande amiga passava pelo mesmo lugar naquele instante. Não foi combinado, eu nem tinha previsão de ir, mas aconteceu.

Na correria, já se despedindo, ela me perguntou se eu conhecia alguma cachorrinha pequena que precisasse de um lar pois seus sogros queriam adotar. Lembrei de Mariella na hora.

A Luciene conduziu a conversa toda e depois de alguns dias… Taí o resultado:

Sr. Nelson e Rafael, o netinho, com a Mariella no colo. Vida nova!

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Somewhere over the rainbow

Em setembro dei inicio ao projeto Felinos Urbanos, baseado nos preceitos da Captura, Esterilização e Devolução de gatos ferais, abandonados ou semi-domiciliados pelas ruas da minha cidade, como forma efetiva e humana de controle populacional.

Depois de 4 anos resgatando e entregando gatinhos para doação responsável, participei de um seminário na Humane Society do Canadá que abordava o C.E.D não somente em Toronto mas em vários outros países do mundo e como ele é bem sucedido para a diminuição do sofrimento desses animais. E é desses animais, não-castrados e que vagam por aí, que descendem os meus resgatos.

Diante dos meus recursos limitados , tanto financeiros quanto de mobilidade – eu nem ao menos tenho carro – o C.E.D se tornou a melhor opção para essa cidade atrasada que não oferece gratuita ou a baixo custo, onde cães e gatos são negligenciados e abandonados as dezenas. O que gasto para castrar 4 gatos em um mês, é o mesmo – ou até menos – dos custos para um resgate e doação de um único bichinho.

O projeto Felinos Urbanos iniciou-se com muito estudo, a doação valiosíssima de uma gatoeira, conversas com veterinários competentes, com a reformulação de toda uma identidade, através do apoio da Confraria e com a minha teimosia e incapacidade de aceitar que algo que dá certo em várias cidades do mundo, que dá certo em SP, RJ e Santos não poderia acontecer aqui pela mentalidade pequena de algumas pessoas.

Ontem completamos 12 animais atendidos. 12 animais que foram capturados, esterilizados e devolvidos, com manejo humano e de alta qualidade, que não irão mais trazer nenhum filhote para sofrer em São Luís, que não morreram de fome, maus-tratos ou debaixo das chuvas que começam em dezembro e duram seis meses.

A #10 é uma gata feral de aproximadamente 2 anos. Ela vem sobrevivendo junto com seus filhotes, que coloca no mundo ininterruptamente, em um matagal perto da minha casa. Demorou 3 noites para que ela finalmente entrasse na armadilha e pudesse ser esterilizada. Durante essas noites, em que me sentava do outro lado da rua, de madrugada, o Arthur me olhava lá do alto do meu quarto, pela janela, sentadinho na mesa de estudos.

E com essa cena, comecei a pensar que ele, seguro, feliz e saudável em nosso apartamento, muito muito amado, era minha única testemunha daquela pequena vida que estaria prestes a mudar, justamente por causa dele.

A #10 e outros que já passaram e irão passar pelo Felinos Urbanos compartilha com o Arthur um começo difícil, justamente naquela mesma rua. A mãe dela também morreu atropelada, no jardim do  meu prédio, depois de passar dias com o osso do quadril exposto, em dores. Feral, como a filha, foi impossível ajudá-la.

Alguns gatos doentes e feridos já passaram pelo projeto, como o #9, um gato macho com uma pata dilacerada por brigas, a #5 que foi espancada por crianças que mataram os filhotes em sua barriga e a ultima, #12, que estava em inicio de piometra e com certeza morreria de infecção.

Esses gatos provavelmente nunca seria ajudados. São os inúmeros animais que as pessoas ignoram diariamente. São os bichos que se escondem debaixo de carros e em terrenos baldios, pelo temor que sentem dos seres humanos. Nascidos entre latas de lixo e comendo restos, esses gatos em nada diferem do meu. Se não é possível salvar todos, se não é possível anular a vida de sobreviventes que foram forçados, por alguma pessoa, a encarar, que essa sobrevida seja mais tranqüila, sem filhotes ou brigas para reprodução, sem o stress de uma prenhez ou caça para alimentar até 30 bocas durante um ano e vê-los partir cedo demais, por acidentes, doenças ou crueldade.

Nas noites em que eu saio sozinha para capturar os Felinos Urbanos, o Arthur fica em casa, dormindo tranqüilo. E a cada um deles que é castrado, dezenas de vidas são poupadas do sofrimento das ruas que o meu próprio felino já experimentou.

Gostaria de agradecer imensamente a Confraria de Miados e Latidos por todo o apoio desde os primeiros rabiscos do projeto, em especial a Tatis.

Também gostaria de agradecer a todas as pessoas que de alguma forma, por palavras ou doações, ajudam os meus queridos Felinos Urbanos.

E, agradeço ao Arthur, que, agora deitado no sofá, adormecido, não tem noção no quanto transformou minha vida e, através das minhas mãos, mudou e mudará a realidade de tantos outros.

“Em algum lugar além do arco-iris, os céus são azuis e os sonhos que você ousou sonhar se tornam realidade”

~ Lyman Frank Baum

http://felinosurbanos.blogspot.com/

Meu hóspede quer um dono

Pessoal, matéria do domingo (23) na revista da Folha (Jornal Folha de São Paulo).

Estamos felizes demais! Primeiro porque o conceito de Lar Temporário precisa mesmo ser mais divulgado! E segundo porque temos ganhado cada vez mais espaço na mídia de ponta, o que mostra que temos feito um trabalho correto e efetivo. Só temos a agradecer!

Voluntários fazem de suas casas lares temporários para cães e gatos que aguardam adoção

FERNANDO BADÔ

No início de setembro, o gato Gepeto vagava por um condomínio em Cidade Ademar, na zona sul. Vivia ao relento e era alimentado por moradores. A idade estimada do felino, de dez anos, sugere que ele tenha sido abandonado, uma vez que gatos de rua têm expectativa de vida de três anos.

Hoje, ele ainda procura um lar definitivo, mas, enquanto isso, dorme numa cama confortável, alimenta-se bem e tem acompanhamento veterinário. Gepeto está em um lar temporário, modalidade de trabalho voluntário que surgiu como opção à superlotação de abrigos de animais.

O conceito é simples: hospedar em casa um cão ou um gato que aguarda a adoção. “É oferecer um espaço seguro e isolado, ainda que pequeno, até que o animal encontre um dono”, explica a historiadora Tatiana Sales, 34, diretora operacional da ONG Confraria dos Miados e Latidos, que coordena uma rede de lares temporários.

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O vigésimo!!!

Queridos amigos,

Com o coração repleto de alegria, informo que hoje foi doado o vigésimo gatinho na Célula da Confraria de Nova Friburgo!

Em dois meses de existência,  já acolhemos, vacinamos, vermifugamos e castramos vinte!!! Vitória para nós!

Vinte resgates, mais de vinte vezes que limpei liteiras, troquei água, comprei ração boa, vitamina… Incontáveis vezes acordei de madrugada para ver se os bebês recém nascidos estavam respirando… :(

Vinte vezes que meu coração ficou apertado e meus olhos se encheram de lágrimas por ver um amiguinho partir depois de tanto trabalho. Vinte casas visitadas, entrevistas feitas, conferindo a segurança.

Não há nada mais gratificante do que saber que esse trabalho todo será recompensado pela vida de um gatinho seguro, amado, feliz!

São vinte animais fora das ruas, do frio e livres da fome. Vinte famílias mais felizes e completas.

Marcelinha é a nossa vigésima!  Ela é uma das bebês que foram abandonadas na Feira! Vejam como ela está tendo uma vida difícil, dormindo no colinho do papai…

Obrigada, Confraria!

Obrigada, amigos cônfrades!!!

Evelyne Ferreira

Coordenadora da Célula da Confraria em Nova Friburgo

Escolhendo um gatinho.

Hoje quero compartilhar com vocês uma experiência, talvez ela possa servir de referência e ajudar em caso de dúvida. Quem sabe, né?

Há pouco mais de um mês eu perdi o maior amor felino da minha vida. Vito viveu dez anos e durante todo esse tempo foi a companhia mais perfeita, o gato mais maravilhoso que pode existir. Foi meu maior companheiro em todos os momentos da vida, alguns deles os mais difíceis.

Esse era meu Don Vito Corleone:

Valter o cinza, Vito o laranja. No dia em que o Vito exigiu que o até então hóspede Valter fosse incorporado ao seu reino.

Vito foi adotado por mim e meu marido quando já tinha quase um ano de idade. Era um gato enorme e estava numa clínica veterinária aguardando adoção desde pequenino.

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